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História: José Lutzenberger

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24/12/2013

O carro movido a água

Você só vai precisar de uma torneira para abastecer o carro
Revista Super Interessante - Flex mesmo é este aí. É só colocar 45 litros de água que ele roda tanto quanto um carro comum com 40 litros de gasolina no tanque. E sem emitir poluentes. Na verdade, trata-se de um carro a hidrogênio – coisa que já existe há décadas. Só que este é o primeiro capaz de tirar esse combustível direto das moléculas de H2O. Ninguém tinha feito isso antes porque separar o H (hidrogênio) do O (oxigênio) é uma tarefa dura. Gasta-se mais energia para romper esse casamento atômico do que se ganha depois queimando o hidrogênio. Então nunca valeu a pena. Mas agora um grupo de engenheiros mecânicos da Universidade de Minnesota (EUA) descobriu um jeito de fazer isso praticamente sem gastar energia. O segredo é pôr a água para reagir com um elemento químico chamado boro dentro do carro. Esse mineral tem o poder de quebrar o H2O, liberando hidrogênio puro a partir da água que você põe no tanque. O boro até que se desgasta rápido. “Mas pode ser reciclado infinitas vezes e voltar para o carro”, diz Tareq Abu-Hamed, líder do grupo que desenvolve o projeto. Esse sistema ainda está em testes. Mas já tem gente se preparando para ele. O governo da Turquia, por exemplo. O país é dono de 64% das reservas mundiais de boro e, quando soube dessa tecnologia, avisou que não vai mais privatizar suas minas.
03/08/2012

Limite de emissão de CO² ainda causa impasse no novo regime automotivo

AE/PAULO PINTO
Para a montadoras, emissão máxima de 135 gramas por quilômetro rodado, que deverá constar no decreto de regulamentação, "é um padrão europeu"
Valor Online - O impasse entre o governo e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) sobre as regras do novo regime automotivo continua mesmo após reunião nesta quinta-feira, que se concentrou em definir um limite máximo para emissão de gás carbônico.
“Discutimos muito pontos. Esse [o da emissão de gases] sem dúvida é o mais complexo”, afirmou o vice-presidente da Anfavea e diretor da Ford, Rogelio Golfarb, ao sair do encontro no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

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