Visualizações


História: José Lutzenberger

Sobre o autor

Minha foto
Administrador - André Lima
Ver meu perfil completo

A história das coisas

Seguidores

A crise do capitalismo

Arquivos do Blog

Gestão Ambiental Teresópolis - Todos os direitos reservados. Tecnologia do Blogger.
((O)) Eco atualizado
Carregando notícias...
21/08/2026

O custo farmacêutico da perda da biodiversidade

Substâncias extraídas da natureza, seus derivados e moléculas inspiradas em estruturas naturais permanecem entre as principais fontes da inovação farmacêutica

Fonte: Ecodebate, Reinaldo Dias - A destruição das florestas tropicais costuma ser medida pela extensão das áreas derrubadas, pelo volume de carbono lançado na atmosfera e pelo número de espécies ameaçadas. Esses indicadores mostram a gravidade da crise, mas não revelam todas as perdas envolvidas. Em plantas, fungos, microrganismos e animais encontram-se substâncias e informações genéticas que alimentam pesquisas médicas e podem dar origem a novos tratamentos. Quando uma floresta desaparece antes que sua diversidade seja estudada, parte desse patrimônio também desaparece, muitas vezes sem que a ciência chegue a saber o que foi perdido.

Uma análise divulgada pela organização internacional Zero Carbon Analytics, em julho de 2026, deu dimensão econômica a esse risco. As florestas tropicais podem guardar até US$ 1,2 trilhão em medicamentos ainda não descobertos. O valor se refere apenas ao potencial farmacêutico das plantas com flores presentes nesses ecossistemas. Não inclui a diversidade de fungos, microrganismos e animais terrestres, nem os recursos encontrados nos oceanos e nos ambientes de água doce. Mesmo restrito a uma parte da biodiversidade conhecida, o cálculo expõe o custo de destruir ecossistemas que continuam amplamente inexplorados pela ciência.

A perda da biodiversidade deixa, assim, de ser apresentada apenas como uma tragédia ambiental distante da vida cotidiana. Ela atinge a capacidade da medicina de responder a doenças, produzir antibióticos, aperfeiçoar tratamentos contra o câncer e enfrentar novos desafios sanitários. A floresta derrubada pode conter uma espécie que jamais será catalogada, uma molécula que não chegará ao laboratório ou um princípio ativo que poderia aliviar o sofrimento de milhões de pessoas. O dano não se resume ao presente. Ele elimina possibilidades que fariam parte do futuro da saúde humana.

19/08/2026

Por que os ALIMENTOS estão ficando MENOS nutritivos?


Fonte: Ciência todo dia - Você já ouviu o ditado de que se colocava um parafuso na panela de feijão? No vídeo de hoje nós vamos falar os tipos de alimentos do passado com os de hoje em dia, e comparar a quantidade de nutrientes… e spoiler, porque os alimentos estão menos nutritivos.
17/08/2026

Um dos peixes mais consumidos na Amazônia entra na lista de espécies ameaçadas, diz ICMBio

A diminuição dos exemplares de tambaqui nos leitos aquáticos compromete diretamente o sustento das famílias que dependem da atividade pesqueira.

Fonte: Portal 18 horas e ICMBio - A recente publicação da atualização da lista nacional de fauna ameaçada trouxe um alerta importante para a bacia hidrográfica regional. A inclusão do tambaqui na categoria de vulnerável evidencia os desafios urgentes enfrentados pelo ICMBio na proteção aquática.

Por que o tambaqui entrou na lista de espécies vulneráveis?

A alteração no grau de conservação reflete o declínio acentuado das populações naturais provocado pela exploração continuada. A espécie Colossoma macropomum sofre com o aumento do esforço pesqueiro e a degradação constante dos ambientes fluviais da Amazônia.

As transformações no ecossistema afetam diretamente a reprodução e o desenvolvimento dos espécimes em seus habitats naturais. O acompanhamento do Ministério do Meio Ambiente visa mapear esses riscos de extinção para estabelecer diretrizes de proteção bastante estratégicas.
16/08/2026

Taxa de mudança climática afeta a estabilidade da AMOC – Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico

As mudanças climáticas podem enfraquecer a AMOC (Imagem: IPPC AR6 WGI, capítulo 9)
Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico: Um aquecimento mais rápido pode desencadear um ponto de inflexão que um aquecimento mais lento poderia evitar.

Fonte: Utrecht University (Ecodebate) - Há vários anos, cientistas do clima vêm demonstrando que a Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC, na sigla em inglês) pode parar se o aquecimento global for excessivo. Uma nova pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade de Utrecht mostra que esse quadro está incompleto: o ritmo do aquecimento também determina se a AMOC permanecerá estável. O estudo foi publicado na revista científica Nature Climate Change .

A Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC, na sigla em inglês) é o sistema de correntes oceânicas que transporta água quente dos trópicos para o norte. Ela desempenha um papel fundamental na redistribuição do calor pelo planeta e ajuda a manter o clima relativamente ameno na Europa Ocidental.

Os cientistas há muito suspeitam que este “motor térmico” do Oceano Atlântico possa atingir um ponto de inflexão. Isso significa que o sistema passaria de seu estado forte atual para um estado muito mais fraco dentro de algumas décadas. Tal evento de inflexão poderia ser desencadeado por influências externas, como um aumento na quantidade de água de degelo das regiões polares ou o próprio aquecimento global.

Pesquisar neste blog



Notícias IBAMA atualizado
Carregando notícias...

Áreas de interesse

Notícias ICMBio atualizado
Carregando notícias...