Documentário Resistências no Chão da Floresta: Agroecologia na Amazônia
Projeto Resistências no Chão da Floresta/IFPA - Campus Castanhal - 🌻🌳 Atualmente, inúmeras notícias surgem diariamente sobre os recordes de desmatamentos e queimadas na Amazônia, assim como a ocupação irregular do território por grileiros e garimpeiros ilegais. Grandes obras de infraestrutura públicas e privadas também são causadoras de fortes impactos socioambientais.
🍂🌻 Em meio a este ambiente hostil, milhares de famílias de agricultores e agricultoras familiares, camponeses e camponesas e povos e comunidades tradicionais têm construído diversas iniciativas de Resistências. Práticas socioambientais de manejo e gestão da natureza, gerando uma convivência harmônica com a Natureza e possibilitando renda e melhorias de qualidade de vida.
🧑🏽🌾👩🏼🌾 Nos últimos anos, muitas destas famílias vivenciaram o fortalecimento destas práticas ou sua revalorização a partir dos princípios da Agroecologia. Registrar, refletir, visibilizar sobre as Resistências no Chão da Floresta foi o objetivo deste documentário ora apresentado.
🎥🎞️ Filmado na Amazônia Paraense, em especial nos territórios do Marajó, Baixo Tocantins e Nordeste do Pará, o filme busca evidenciar as diversas formas de resistências que vem sendo construídas por estes povos do campo.
Plataforma simula rotas de menor custo para o Brasil atingir a neutralidade de carbono até 2050
Elton Alisson, de Leiden (Países Baixos) | Agência FAPESP – Uma nova plataforma digital pública e de código aberto desenvolvida por cientistas das universidades Estadual de Campinas (Unicamp) e de Princeton (EUA) promete facilitar a formulação de políticas climáticas no país. Batizado de NetZero Brasil 2050, o sistema cruza dados georreferenciados de demanda energética, uso da terra e macroeconomia para simular cenários de neutralidade de carbono. Na prática, a ferramenta calcula as rotas de descarbonização de menor custo para o país até a metade deste século.
Apresentada na quarta-feira (28/10) pela professora Carla Kazue Nakao Cavaliero, da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM-Unicamp), durante a FAPESP Week Países Baixos fapesp.br/week/2026/netherlands, a ferramenta permite que gestores públicos, acadêmicos e organizações da sociedade civil cruzem dados de 39 parâmetros setoriais para desenhar estratégias de transição energética transparentes e fundamentadas em evidências.
Construída principalmente com apoio de instituitções não-governamentais, além da FAPESP por meio do Centro Paulista de Estudos da Transição Energética (CPTEn) e do Centro Paulista de Inovação em Iluminação Pública (CePIL), a iniciativa permite democratizar modelos complexos de simulação prospectiva – ou seja, torna o uso de ferramentas avançadas de previsão acessível para um público maior, facilitando o planejamento do futuro.
"O que hoje alguns grupos fazem vendendo serviço de consultoria privada, nós estamos deixando totalmente acessível dentro da política de ciência aberta", comentou Cavaliero à Agência FAPESP. "O objetivo é que os tomadores de decisão, as organizações da sociedade civil, os think tanks e os alunos de pós-graduação do Brasil inteiro se apropriem desses dados e possam propor políticas públicas interdisciplinares e transparentes."
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