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21/05/2026

A importância ecológica dos ambientes ciliares

Afonso Peche Filho (Ecodebate) - Os ambientes ciliares constituem formações ecológicas associadas às margens de rios, córregos, nascentes, lagos e demais corpos d’água, ocupando uma faixa de transição altamente dinâmica entre os ecossistemas terrestres e aquáticos. Sua importância não se resume à presença de vegetação junto à água. Na realidade, trata-se de ambientes funcionalmente complexos, nos quais interagem solo, relevo, água, flora, fauna, serrapilheira, microrganismos e processos hidrológicos, biogeoquímicos e ecológicos. Por essa razão, compreender a importância ecológica dos ambientes ciliares exige superar uma visão simplificada de “faixa de proteção” e reconhecê-los como sistemas vivos essenciais à integridade da paisagem.

Do ponto de vista ecológico, os ambientes ciliares exercem papel estruturante na organização funcional das bacias hidrográficas. Isso ocorre porque sua posição na paisagem faz com que recebam, filtrem, retardem, transformem e redistribuam fluxos de água, sedimentos, nutrientes e organismos. Tudo aquilo que se processa nas áreas mais altas e produtivas da bacia tende, em alguma medida, a repercutir nas zonas ciliares. Assim, esses ambientes funcionam como espaços de convergência ecológica, onde se expressam tanto os efeitos positivos de um manejo conservacionista quanto os impactos acumulados da degradação ambiental. Sua condição, portanto, pode ser entendida como um indicador sensível da qualidade ecológica do território.
19/05/2026

EVENTO UERJ TERESÓPOLIS Território Vivo – encontros sobre pertencer Encerramento da 6ª Turma da Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial – UERJ Teresópolis - Região Serrana e arredores Universidade, cidade e território em diálogo.

Um encontro sobre cultura, memória, pertencimento e futuro coletivo. Desenvolver não é só crescer. É criar vínculos, escutar o território e fortalecer redes de afeto. No dia 04 de julho, das 13h às 20h, a Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial da UERJ –Teresópolis realiza um encontro de encerramento pensado para além dos formatos acadêmicos tradicionais. Com o conceito “Território Vivo – encontros sobre pertencer”, o evento propõe transformar a conclusão da turma em um espaço vivo de troca, escuta e construção coletiva, reunindo estudantes, pesquisadores, convidados e comunidade em rodas de conversa temáticas sobre território, cultura, meio ambiente, memória, alimentação, educação, sustentabilidade e desenvolvimento local.

  • Um encontro para pensar cidade, cultura e pertencimento. A proposta busca valorizar experiências, pesquisas e trajetórias construídas ao longo do curso, aproximando universidade, território e vida cotidiana através de diálogos horizontais, dinâmicos e participativos. Em vez de painéis formais, o encontro será organizado em rodas de conversa com diferentes eixos temáticos, estimulando circulação de ideias, trocas de experiências e reflexões sobre os desafios e possibilidades do desenvolvimento territorial em Teresópolis e região.

"Super El Niño" em 2026: chance de fenômeno extremo passa de 90% e acende alerta de especialistas

Fonte: O tempo por Luiz Otávio Barbosa. 

 A probabilidade de formação de um novo El Niño em 2026 já ultrapassa a marca de 90%, segundo estimativas da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). O evento climático afetará as temperaturas e o regime de chuvas no Brasil, e possui 50% de chance de se configurar como forte ou muito forte, categoria popularmente classificada como "Super El Niño".

O fenômeno ocorre devido ao aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, que altera profundamente a circulação atmosférica global. A meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Anete Fernandes, esclarece que a definição da intensidade depende da evolução dessa anomalia. “Se eu tenho um aquecimento acima de dois ou três graus, já é considerado um evento forte. Se o aquecimento for ainda maior, ele pode ser mais intenso”, pontua.

Os efeitos reais levam de dois a três meses para serem percebidos na atmosfera e tendem a ser potencializados pelo cenário atual de aquecimento global. Em episódios recentes, como em 2023, o bloqueio de frentes frias provocado pelo fenômeno resultou em ondas de calor extremo mesmo durante o inverno. A associação com as mudanças climáticas acende o alerta para períodos quentes ainda mais intensos e duradouros.

10/04/2026

Você sabe o que é obsolescência programada?

Você lembra de quando um celular durava muito tempo? Não precisa ser só um celular, qualquer objeto eletrônico em geral. Parece que nada é feito pra durar hoje e dia, e não, não é só impressão sua. Esse é um fenômeno real e vamos responder o porque tudo parece quebrar tão rápido hoje em dia.


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