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05/07/2026

Eólicas Offshore: WWF-Brasil defende planejamento a montante para reduzir riscos e ampliar segurança jurídica e socioambiental do setor


No Brazil Offshore Wind Summit 2026, organização destacou que conflitos de uso e riscos socioambientais devem ser tratados antes da oferta de áreas e da alocação de investimentos.

Fonte: Ana Paula Jachelli (WWF-Brasil) - Em 10 de janeiro de 2025, foi sancionada a Lei nº 15.097, que estabeleceu as bases para a outorga e o desenvolvimento da energia eólica offshore em águas brasileiras. Em 2026, com a regulamentação do novo marco em discussão, o WWF-Brasil defende uma postura crucial: o planejamento integrado, incorporando trade-offs com outros setores, e alternativas sobre onde construir precisam anteceder a alocação do capital. Isso significa que o governo deve mapear as melhores opções de localização e avaliar o equilíbrio entre os ganhos energéticos e os impactos em outros setores antes de tomar decisões. 
03/07/2026

CERRADO SELVAGEM | A Savana Mais Biodiversa do Mundo - Documentário


Fonte:    / @mundoferozoficial   - O Cerrado é a savana mais rica em biodiversidade do planeta, lar de onças, lobos-guará, tamanduás e centenas de espécies únicas. Neste documentário, descubra como a vida resiste entre secas, queimadas naturais e paisagens que escondem um dos ecossistemas mais importantes e ameaçados da Terra.
02/07/2026

Parque Nacional amplia vagas em campings e acaba com cancelamento de reservas

Abrigo do Açu, em Petrópolis, geralmente utilizado para a primeira para da Travessia Petrópolis x Teresópolis. Foto: Acervo Mochileiro / Marcello Medeiros
Mudanças, que têm início nesta terça, ocorrem após auditoria indicar possíveis fraudes nas reservas

Fonte: Marcello Medeiros (Jornal oDiário de Teresópolis) - A partir da última  terça-feira (30/06), os campings da Pedra do Sino e Morro do Açu, dois pontos de parada da famosa Travessia Petrópolis x Teresópolis, passam a contar com mais vagas disponíveis. Serão 100 para cada setor de acampamento, visando oferecer mais oportunidades para que visitantes do mundo inteiro conheçam a beleza dos campos de altitude do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Também foi aplicada uma grande mudança em relação às reservas para esses cobiçados campings, situação que vinha gerando muitas reclamações há meses.
Em nota, divulgada através das redes sociais da unidade de conservação ambiental, a direção do parque informa que deixará de realizar cancelamentos de reservas, alteração que pretende coibir fraudes no sistema de agendamento e tornar o acesso às vagas mais justo entre os visitantes. Segundo a administração do parque, a decisão foi tomada após uma auditoria interna identificar tentativas de manipulação do sistema de reservas. Entre as irregularidades constatadas estão o uso recorrente dos mesmos CPFs em diferentes agendamentos, solicitações frequentes de cancelamentos envolvendo esses mesmos documentos e novos agendamentos realizados pelos mesmos operadores logo após a liberação das vagas.
29/06/2026

Custo ambiental da inteligência artificial: pegada de carbono, água e terra

O rápido crescimento da IA impulsiona um enorme consumo de energia, água e terra, aumentando os desafios ambientais e de equidade em toda a sua infraestrutura global

Fonte: United Nations University (Ecodebate) - O relatório Environmental Cost of AI’s Energy Use: Carbon, Water and Land Footprints (Custo Ambiental da Inteligência Artificial: Pegadas de Carbono, Água e Terra, do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde) da Universidade das Nações Unidas (UNU-INWEH), em seu 30º aniversário, examina uma das consequências menos exploradas da rápida expansão da IA: as pegadas ambientais da energia necessária para alimentá-la.

À medida que a inteligência artificial se incorpora às economias, aos serviços públicos, à pesquisa, à comunicação e à vida cotidiana, ela depende de uma infraestrutura física crescente de centros de dados, chips avançados, sistemas de refrigeração, redes elétricas, recursos hídricos, terras e cadeias de suprimento de minerais críticos. O relatório mostra que a IA não é apenas uma tecnologia digital, mas também um sistema material com custos ambientais mensuráveis.

O relatório vai além de uma perspectiva focada apenas no carbono, quantificando as pegadas de carbono, água e terra associadas à eletricidade usada para treinar, implantar e operar sistemas de IA em larga escala. Sua principal conclusão é que os custos ambientais da IA ​​dependem não apenas da quantidade de eletricidade consumida, mas também de onde essa eletricidade é gerada e quais fontes de energia a alimentam.

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