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01/06/2026

92% dos brasileiros demonstram preocupação com animais silvestres – e unidades do ICMBio mostram como a conservação acontece na prática

Fonte (ICMBio) - Enquanto a fauna silvestre mobiliza os brasileiros, especialistas alertam para a necessidade de ampliar o apoio concreto às políticas de conservação e proteção ambiental

Uma pesquisa recente do Instituto Vida Livre, em parceria com a Quaest, aponta aquilo que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) presencia diariamente em suas unidades de conservação (UCs) federais, centros de pesquisa e ações em campo: os brasileiros demonstram preocupação crescente com os animais silvestres e reconhecem a importância da conservação ambiental. De acordo com o estudo, para 92% dos brasileiros, preservar os animais silvestres é algo “muito importante” (83%) ou “importante” (9%). Além disso, 68% da população acredita que a proteção da fauna deve estar entre as prioridades do país. 

Mas existe uma pergunta inevitável por trás dessa sensibilização coletiva: o quanto esse apoio se transforma, de fato, em apoio efetivo à conservação da biodiversidade? 

Mais do que revelar empatia pela fauna, a pesquisa evidencia um desafio central para a conservação no país: transformar este sentimento em participação ativa. Isso envolve desde atitudes cotidianas e engajamento social até o fortalecimento das políticas públicas ambientais, das unidades de conservação e das ações de pesquisa, monitoramento e fiscalização. 

Nas unidades de conservação e centros de pesquisa do Instituto Chico Mendes, essa questão é prioritária aos trabalhos de quem atua para evitar o desaparecimento silencioso de espécies ameaçadas. 

“O resultado dessa pesquisa mostra que a sociedade brasileira compreende algo que a ciência vem alertando há décadas: não existe futuro possível com florestas vazias e espécies desaparecendo diante dos nossos olhos”, salienta Marcelo Marcelino, diretor de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (DIBIO) do ICMBio. 
29/05/2026

Gestão ambiental adaptativa em áreas agrícolas degradadas

A gestão adaptativa propõe que a intervenção comece pela leitura integrada do sistema. Antes de decidir o que fazer, é necessário compreender como a degradação se manifesta.

Artigo de Afonso Peche Filho, Ecodebate - A recuperação de áreas agrícolas degradadas exige mais do que a aplicação isolada de práticas corretivas.
Quando uma área apresenta compactação do solo, processos erosivos ativos e redução severa da biodiversidade, não se trata apenas de um problema físico, químico ou biológico separado, mas de uma desorganização funcional do agroecossistema. A produção pode até persistir por algum tempo, mas passa a ocorrer sobre uma base ecológica fragilizada, com menor infiltração de água, menor atividade biológica, menor diversidade de raízes, menor proteção superficial e maior dependência de intervenções externas. Nesse contexto, a gestão ambiental adaptativa oferece uma abordagem especialmente importante, pois permite tratar a recuperação como um processo contínuo de diagnóstico, intervenção, monitoramento, aprendizagem e correção de rumo.
27/05/2026

Data centers aceleram o aquecimento global

Foto: BNDES/Gov.br
Pesquisadores constataram aumento de temperatura de cerca de 2 °C em áreas situadas até meio quilômetro a partir do perímetro dos data centers

Vivaldo José Breternitz - À medida que data centers se multiplicam, cientistas buscam medir seus impactos nas comunidades vizinhas.

Estudos já mostraram que essas instalações impactam os sistemas locais de energia e água, elevam os custos de serviços públicos e liberam poluentes nocivos. Agora, nova pesquisa indica que o calor gerado por esses complexos pode aumentar a temperatura na vizinhança.

A pesquisa, publicada em 18 de maio no Journal of Engineering for Sustainable Buildings and Cities, analisou a poluição térmica gerada por um data center de 36 megawatts em Mesa, Arizona, e por outro de 169 megawatts na cidade vizinha de Chandler. Os pesquisadores constataram aumento de temperatura de cerca de 2 °C em áreas situadas até meio quilômetro a partir do perímetro dessas instalações.

As conclusões sugerem que os data centers podem intensificar o fenômeno da “ilha de calor urbana”, em que cidades apresentam temperaturas significativamente mais elevadas do que áreas rurais próximas. “Mesmo que esses data centers contribuam apenas com 1 ou 2 graus adicionais, isso pode ter um impacto muito significativo em nossas vidas”, afirmou David Sailor, principal autor do estudo e diretor da Escola de Ciências Geográficas e Planejamento Urbano da Universidade Estadual do Arizona.

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