Cerrado perdeu 38% de água em rios e lagoas
A odisseia de uma garrafa plástica | ONU Meio Ambiente
Pantanal brasileiro perdeu cerca de 80% da água superficial em 40 anos, aponta pesquisa
Alerta - Biodiversidade da Terra (Reflexão)
Eólicas Offshore: WWF-Brasil defende planejamento a montante para reduzir riscos e ampliar segurança jurídica e socioambiental do setor
No Brazil Offshore Wind Summit 2026, organização destacou que conflitos de uso e riscos socioambientais devem ser tratados antes da oferta de áreas e da alocação de investimentos.
CERRADO SELVAGEM | A Savana Mais Biodiversa do Mundo - Documentário
Parque Nacional amplia vagas em campings e acaba com cancelamento de reservas
Custo ambiental da inteligência artificial: pegada de carbono, água e terra
O rápido crescimento da IA impulsiona um enorme consumo de energia, água e terra, aumentando os desafios ambientais e de equidade em toda a sua infraestrutura global
Fonte: United Nations University (Ecodebate) - O relatório Environmental Cost of AI’s Energy Use: Carbon, Water and Land Footprints (Custo Ambiental da Inteligência Artificial: Pegadas de Carbono, Água e Terra, do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde) da Universidade das Nações Unidas (UNU-INWEH), em seu 30º aniversário, examina uma das consequências menos exploradas da rápida expansão da IA: as pegadas ambientais da energia necessária para alimentá-la.
À medida que a inteligência artificial se incorpora às economias, aos serviços públicos, à pesquisa, à comunicação e à vida cotidiana, ela depende de uma infraestrutura física crescente de centros de dados, chips avançados, sistemas de refrigeração, redes elétricas, recursos hídricos, terras e cadeias de suprimento de minerais críticos. O relatório mostra que a IA não é apenas uma tecnologia digital, mas também um sistema material com custos ambientais mensuráveis.
O relatório vai além de uma perspectiva focada apenas no carbono, quantificando as pegadas de carbono, água e terra associadas à eletricidade usada para treinar, implantar e operar sistemas de IA em larga escala. Sua principal conclusão é que os custos ambientais da IA dependem não apenas da quantidade de eletricidade consumida, mas também de onde essa eletricidade é gerada e quais fontes de energia a alimentam.
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| Foto: Fabiana Piontekowski Ribeiro / EMBRAPA |
Operação intensifica combate à pesca ilegal e apreende mais de 100 toneladas de pescado
Ação do Ibama e de órgãos parceiros busca proteger a migração reprodutiva da tainha e combater a pesca industrial ilegal nas regiões Sul e Sudeste
Fonte: Vitória Rosendo (Canal Rural) - Fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreenderam 104 toneladas de pescado ilegal e aplicaram R$ 6 milhões em multas, no litoral do Rio Grande do Sul.
Esse foi o resultado das etapas 1 e 2 da Operação Mugil, que visa à proteção da tainha (Mugil liza) nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. A ação, que envolve diversas instituições, teve início em maio e vai até julho. O foco da operação é o controle da pesca ilegal industrial.
A fiscalização começou no Rio Grande do Sul, especificamente na Lagoa dos Patos, em Rio Grande (RS), o maior criadouro da espécie nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, onde a tainha se desenvolve desde sua fase larval.
Inicialmente, as patrulhas ficaram concentradas na área de proibição de pesca de emalhe, no canal e na desembocadura do Estuário da Lagoa dos Patos, local estratégico por onde os cardumes de tainha passam para migração da população desovante.
Nova lei enfraqueceu licenciamento ambiental e o transformou em exceção
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| Painel de votação do Senado na sessão do PL do Licenciamento Ambiental. Foto: Andressa Anholete / Agência Senado |
Apelidada de “mãe de todas as boiadas”, a lei criou amplas possibilidades de licenças autodeclaratórias e dispensas de licenciamento, e limitou atuação de órgãos de proteção
Fonte: ((O))Eco - Gabriel Tussini - O PL da Devastação, como ficou conhecido o que viria a se tornar a Lei Geral do Licenciamento Ambiental (lei 15.190/25), é talvez o mais significativo de todo o Pacote da Destruição, expressão usada para designar o conjunto de projetos propostos (ou modificados) no Congresso durante o governo Bolsonaro com objetivo de enfraquecer a legislação ambiental. Apelidada ainda de “mãe de todas as boiadas”, a norma transformou o licenciamento em exceção, com amplas dispensas e licenciamentos autodeclaratórios.
Como detalhamos à época de sua tramitação no Senado, o projeto enfraquece a proteção a indígenas, quilombolas e unidades de conservação, cria possibilidades abrangentes de licenciamento sem vistoria prévia, de dispensas de licenciamento e de renovações automáticas para todos os tipos de licenças, enfraquece condicionantes ambientais e a participação popular por meio de audiências públicas, além de abrir possibilidade para que estados e municípios possam definir, sem coordenação nacional, listas de atividades que devem – e, principalmente, que não devem – passar por licenciamento ambiental.
Outro aspecto importante é a liberação de “serviços e obras direcionados à manutenção e ao melhoramento da infraestrutura em instalações preexistentes ou em faixas de domínio e de servidão, incluídas rodovias anteriormente pavimentadas e dragagens de manutenção” – trecho feito sob medida para a pavimentação da BR-319, entre Manaus e Porto Velho. A pavimentação, segundo especialistas, deve levar a uma “explosão do desmatamento” nos seus arredores, já pressionados pelo Arco do Desmatamento.
Presidente Lula assina ampliação e criação de Unidades de Conservação; são cerca de 100 mil hectares protegidos
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Ao todo, os decretos garantem a proteção ambiental de cerca de 100 mil hectares dos biomas Amazônia e Caatinga - Foto: Ricardo Stuckert/PR |
Documentário | CLIMA DE RISCO
Semana do Meio Ambiente destaca avanços e desafios da gestão ambiental em Teresópolis
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| Recuperação da Cascata dos Amores, no bairro de mesmo nome, é considerada outra grande conquista da SMMA. Foto: Arquivo O Diário |
Fonte: Luiz Bandeira (ODiário de Teresópolis) - A Semana do Meio Ambiente está sendo marcada por ações de conscientização e pelo balanço das iniciativas desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Teresópolis ao longo de um ano e meio de gestão. À frente da pasta, o secretário Leonardo Maia destacou conquistas importantes para a preservação ambiental do município, ao mesmo tempo em que reconheceu desafios históricos que ainda precisam ser enfrentados.
Segundo o secretário, diversas intervenções foram realizadas desde o início da atual administração, com foco na recuperação de áreas degradadas, na prevenção de enchentes e na ampliação dos espaços de educação ambiental e lazer para a população.
Outro destaque foi o programa de desassoreamento dos rios, considerado uma das ações mais relevantes da gestão. De acordo com Leonardo Maia, cinco frentes de limpeza atuaram simultaneamente em diversos pontos da cidade durante mais de um ano, contribuindo para reduzir os impactos das chuvas e minimizar os riscos de enchentes.
“Temos um saldo positivo de ações para o meio ambiente neste um ano e meio de trabalho. Foram intervenções importantes em diferentes áreas da cidade, sempre com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população e preservar nossos recursos naturais”, avaliou o secretário.
Por que as unidades de conservação são tão importantes e como são criadas?
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A categoria de Reserva Extrativista (Resex) é uma inovação brasileira enquanto categoria de unidade de conservação federal - Foto: Leonardo Milano |
Fonte: ICMBio - No Brasil, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com referência no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), atua na criação e na gestão das unidades de conservação (UC) federais. O SNUC foi criado pela Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, e busca assegurar a proteção de amostras significativas e ecologicamente viáveis dos diferentes biomas, habitats e ecossistemas brasileiros, protegendo também espécies de flora e fauna ameaçadas de extinção.
Mas não é somente a natureza que é protegida. Preservar os modos de vida, a cultura e os territórios de populações tradicionais, com sustentabilidade a suas atividades, também são objetivos previstos no sistema, o que tornam o instrumento tão importante não apenas pelo prisma ambiental.
A legislação do SNUC é robusta. Apresenta um modelo de governança democrática descentralizada, que vai dos conselhos das UCs até o seu órgão central, o Conselho Nacional do Meio Ambiente.
Com a incorporação do processo de inclusão social e proteção de territórios tradicionais, inovou com a categoria de reservas extrativistas, que influenciou o estabelecimento da categoria VI da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), que reconhece e valoriza o manejo sustentável dos recursos naturais por povos e comunidades tradicionais, cujo modo de vida assegura a conservação da biodiversidade no longo prazo.
DENÚNCIA - Lavagem de ouro: Greenpeace Brasil denuncia fraudes em permissões de garimpo na Amazônia e revela esquema bilionário
92% dos brasileiros demonstram preocupação com animais silvestres – e unidades do ICMBio mostram como a conservação acontece na prática
Gestão ambiental adaptativa em áreas agrícolas degradadas
Artigo de Afonso Peche Filho, Ecodebate - A recuperação de áreas agrícolas degradadas exige mais do que a aplicação isolada de práticas corretivas.
Quando uma área apresenta compactação do solo, processos erosivos ativos e redução severa da biodiversidade, não se trata apenas de um problema físico, químico ou biológico separado, mas de uma desorganização funcional do agroecossistema. A produção pode até persistir por algum tempo, mas passa a ocorrer sobre uma base ecológica fragilizada, com menor infiltração de água, menor atividade biológica, menor diversidade de raízes, menor proteção superficial e maior dependência de intervenções externas. Nesse contexto, a gestão ambiental adaptativa oferece uma abordagem especialmente importante, pois permite tratar a recuperação como um processo contínuo de diagnóstico, intervenção, monitoramento, aprendizagem e correção de rumo.
Data centers aceleram o aquecimento global
O que faz um Gestor Ambiental? - SG4 Soluções Integradas
Ritmo do aumento do nível do mar dobrou desde 1960
Recentemente, uma equipe internacional de cientistas climáticos, no estudo “Improved closure of the global mean sea level budget from observational advances since 1960”, desvendou um mistério que perdurava há décadas, detalhando exatamente o que está impulsionando o aumento do nível do mar. Os dados são reveladores e inquietantes.
Dia do Agro no Congresso ataca brutalmente a legislação ambiental
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| Deputados ruralistas avançam com projetos que facilitam o desmatamento em todos os biomas e ampliam riscos climáticos. Agora, cabe análise no Senado. |
Apelidada pelos próprios parlamentares de “Dia do Agro”, a ofensiva ficou marcada como um dos maiores ataques à legislação socioambiental dos últimos anos. Na prática, os projetos fragilizam o combate ao desmatamento, favorecem crimes ambientais e ameaçam os biomas brasileiros.
“Mais uma vez, se confirma o avanço de uma agenda antidemocrática no Congresso, especialmente nas pautas socioambientais, abrindo caminho para mais desmatamento, mineração e insegurança pública. As decisões são tomadas de forma centralizadora, sem diálogo com a sociedade e ignorando alertas técnicos sobre os impactos ambientais e climáticos”, afirma Gabriela Nepomuceno, Especialista em Políticas Públicas do Greenpeace Brasil.
A ofensiva faz parte de um novo “Pacote da Destruição”, conjunto de propostas apoiadas pelo presidente da Câmara, Hugo Motta. Depois da aprovação pelos deputados, os projetos serão analisados no Senado.
A importância ecológica dos ambientes ciliares
Do ponto de vista ecológico, os ambientes ciliares exercem papel estruturante na organização funcional das bacias hidrográficas. Isso ocorre porque sua posição na paisagem faz com que recebam, filtrem, retardem, transformem e redistribuam fluxos de água, sedimentos, nutrientes e organismos. Tudo aquilo que se processa nas áreas mais altas e produtivas da bacia tende, em alguma medida, a repercutir nas zonas ciliares. Assim, esses ambientes funcionam como espaços de convergência ecológica, onde se expressam tanto os efeitos positivos de um manejo conservacionista quanto os impactos acumulados da degradação ambiental. Sua condição, portanto, pode ser entendida como um indicador sensível da qualidade ecológica do território.
EVENTO UERJ TERESÓPOLIS Território Vivo – encontros sobre pertencer Encerramento da 6ª Turma da Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial – UERJ Teresópolis - Região Serrana e arredores Universidade, cidade e território em diálogo.
- Um encontro para pensar cidade, cultura e pertencimento. A proposta busca valorizar experiências, pesquisas e trajetórias construídas ao longo do curso, aproximando universidade, território e vida cotidiana através de diálogos horizontais, dinâmicos e participativos. Em vez de painéis formais, o encontro será organizado em rodas de conversa com diferentes eixos temáticos, estimulando circulação de ideias, trocas de experiências e reflexões sobre os desafios e possibilidades do desenvolvimento territorial em Teresópolis e região.
"Super El Niño" em 2026: chance de fenômeno extremo passa de 90% e acende alerta de especialistas
Fonte: O tempo por Luiz Otávio Barbosa.
A probabilidade de formação de um novo El Niño em 2026 já ultrapassa a marca de 90%, segundo estimativas da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). O evento climático afetará as temperaturas e o regime de chuvas no Brasil, e possui 50% de chance de se configurar como forte ou muito forte, categoria popularmente classificada como "Super El Niño".
O fenômeno ocorre devido ao aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, que altera profundamente a circulação atmosférica global. A meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Anete Fernandes, esclarece que a definição da intensidade depende da evolução dessa anomalia. “Se eu tenho um aquecimento acima de dois ou três graus, já é considerado um evento forte. Se o aquecimento for ainda maior, ele pode ser mais intenso”, pontua.
Os efeitos reais levam de dois a três meses para serem percebidos na atmosfera e tendem a ser potencializados pelo cenário atual de aquecimento global. Em episódios recentes, como em 2023, o bloqueio de frentes frias provocado pelo fenômeno resultou em ondas de calor extremo mesmo durante o inverno. A associação com as mudanças climáticas acende o alerta para períodos quentes ainda mais intensos e duradouros.
Você sabe o que é obsolescência programada?
Você lembra de quando um celular durava muito tempo? Não precisa ser só um celular, qualquer objeto eletrônico em geral. Parece que nada é feito pra durar hoje e dia, e não, não é só impressão sua. Esse é um fenômeno real e vamos responder o porque tudo parece quebrar tão rápido hoje em dia.
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