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História: José Lutzenberger

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28/02/2020

Antártica bate os 20 graus Celsius e tem temperatura mais alta da história

O jornal britânico The Guardian publicou uma informação assustadora. Depois de, na semana passada, o continente da Antártica ter registrado a mais a alta temperatura de sua história, hoje quinta-feira (13), o recorde já foi superado. Pesquisadores brasileiros da região identificaram a medição na Ilha Seymour. A temperatura registrada foi de 20,75ºC.

Para se ter uma ideia, o número é tão absurdo que foi a temperatura máxima registrada na terça-feira (11), na capital paulista. Enquanto o verão se intensifica no continente gelado, aqui a influência de frente frias vem alterando a cara da estação mais quente do ano.

“Nós estamos vendo uma tendência de aquecimento em diversos locais que estão sendo monitorados, mas nunca vimos algo parecido com isso. Nós temos mudanças climáticas na atmosfera diretamente relacionadas com as transformações na permafrost e no oceano. Tudo que está acontecendo é muito bem interligado”, afirmou o pesquisador brasileiro Carlos Schaefer, da Universidade Federal de Viçosa ao The Guardian.

Ártico aquece em uma década o mesmo que o resto do planeta em 137 anos, mostra estudo

O último recorde havia sido registrado há uma semana atrás, quando os termômetros da Base Esperanza, controlada pelo Sistema Meteorológico Nacional, da Argentina, atingiram 18,3º C na região. A temperatura mais alta registrada desde os dois últimos recordes era de 17,5ºC. Estudos indicam que, desde que o clima começou a ser monitorado por lá, a temperatura média da Antártica cresceu 3 graus Celsius.

Brasil terá 1ª usina de geração de energia por meio de esgoto e lixo orgânico

thegreenestpost.com / imagem da internet - O mérito é todo do Paraná: o Estado será o primeiro do Brasil a colocar em funcionamento uma usina de geração de biogás, que transformará lodo de esgoto e resíduos orgânicos em eletricidade para abastecer as casas da região.

A companhia de geração de energia CS Bioenergia já possui a Licença de Operação do Instituto Ambiental do Paraná para operar. Segundo a empresa, a usina tem capacidade para produzir 2,8 megawatts de eletricidade por meio de lixo, que abastecerá cerca de duas mil residências do Estado.

A matéria-prima para geração de energia virá de estações de tratamento de esgoto e de concessionárias de coleta de resíduos e produzirá biogás e também biofertilizantes para a região. Estima-se que com a iniciativa o Estado do Paraná deixe de descartar, todos os dias, mil m³ de lodo de esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico em aterros. É ou não é um excelente negócio?

A inspiração vem da Europa (e sobretudo da Alemanha!), onde já existem mais de 14 mil plantas de geração de eletricidade por meio de resíduos orgânicos. Esta será a primeira usina do tipo no Brasil, mas espera-se que seja só o começo e que inspire muitas outras pelo país!

Aves são portadoras comuns dessa família de vírus, porém, em novo agente contaminante encontrado na China, a transmissão ocorre entre humanos

Comunicação ICMBio - Em dezembro de 2019, uma variação de Coronavírus, COVID-19, atingiu a população de Wuhan, na China e se espalhou por outros trinta países. Aproximadamente, 60 mil casos ocorreram no país, causando 1,3 mil mortes. Os únicos continentes que não registram casos do vírus são a América Latina e a África.

O coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O que foi descoberto na China é um novo agente, como os tipos que causam o SARS e o MERS. O primeiro caso de coronavírus em humanos foi documentado em 1937, porém somente em 1965 o vírus foi caracterizado como coronavírus. A despeito de ser uma família de vírus com altas taxas de mutações e recombinações, apenas cinco coronavírus são conhecidos até o momento. A maioria das pessoas se contamina com tipos comuns ao longo da vida.

No campo veterinário, os coronavírus são monitorados em aves domésticas há muitos anos por conta de seu possível impacto na produção e economia. Em aves silvestres no ambiente natural, esta é uma área relativamente recente. O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave/ICMBio) é uma das instituições que estudam o tema.

Em 2018, o Cemave participou como co-autor da publicação do artigo científico “Divergent coronaviruses detected in wild birds i n Brazil, including a central park in São Paulo”. O estudo apresentou uma análise retrospectiva da presença de coronavírus em aves silvestres no ambiente natural. Ao todo, 746 aves foram amostradas, muitas delas durante expedições de campo realizadas pelo Cemave. A publicação pode ser consultada aqui.

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