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A crise do capitalismo

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quarta-feira, 19 de abril de 2017

O Homem e a Natureza


National Geografic -Uma profunda jornada sobre os lares dos animais por todo o planeta Terra, revela uma nova maneira de olhar para estes lugares selvagens e os animais que vivem neles, e a esperança de um meio ambiente melhor.
sábado, 1 de abril de 2017

Adulteração de alimentos e a lógica do agronegócio

Ana Alvarenga, Ecodebate - BRF e JBS, duas das maiores multinacionais da indústria de carnes do mundo, companhias brasileiras responsáveis pela exportação – além da comercialização doméstica – principalmente de carne bovina e de aves para Europa, Ásia e América Latina, são protagonistas do novo episódio de corrupção no Brasil envolvendo grandes companhias, neste caso entre fiscais de governo e funcionários das mencionadas corporações, incluindo-se o diretor de uma delas.
O que a operação policial “Carne Fraca” significa para a sociedade? Que estamos mais protegidos das diversas fraudes cometidas pelas empresas? Ou que cada vez mais perdemos o controle do que consumimos e do para que se trabalha num sistema alimentar globalizado e atrelado a grandes investidores de capital? A adulteração de produtos alimentícios é exclusividade de empresas brasileiras ou a deflagração do esquema de corrupção tem a ver com forças políticas? Quem mais se prejudica e quem se beneficia de uma cadeia de alimentos globalizada e estreitamente atrelada ao sistema financeiro?
quarta-feira, 29 de março de 2017

Trump revoga medidas de redução de emissões de gases de efeito estufa dos EUA

Paola De Orte, Agência Brasil - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou ontem (28) o decreto-executivo da Independência Energética, que revê medidas do governo do ex-presidente Barack Obama que tinham como objetivo diminuir as emissões de gases de efeito estufa dos Estados Unidos para atender aos compromissos feitos no Acordo de Paris, de 2015. Segundo Trump, o decreto é necessário uma vez que a gestão Obama implementou regulamentações “caras que prejudicaram os empregos e a produção de energia nos Estados Unidos”. “Nós vamos colocar um fim à guerra contra o carvão”, disse o presidente norte-americano.

Em seu discurso, Trump fez referência ao Plano de Energia Limpa de Obama, que obrigou os estados a limitarem as emissões de carbono em suas usinas energéticas. Segundo a Casa Branca, o plano poderia custar aos americanos até U$ 39 bilhões por ano e aumentar em pelo menos 10% o preço da eletricidade em muitos estados. A medida já havia sido suspensa pela Suprema Corte norte-americana depois que estados entraram com ações na Justiça pedindo sua revogação.
terça-feira, 28 de março de 2017

Vida Urbana e Sustentabilidade


Em sua quinta edição, a Semana de Meio Ambiente da TV Escola levanta uma reflexão sobre produção e consumo sustentáveis, além de tratar de temas como: o uso da água, agroecologia, mudanças climáticas, bioconstrução, urbanização e sustentabilidade. Essa 5ª Semana conta ainda com os quadros Eco Ação, com experiências de educação ambiental nas escolas, documentários especiais, entrevistas, curiosidades sobre meio ambiente e a produção autoral dos alunos e professores que enviaram seus vídeos para o Concurso Ecovídeo.
domingo, 26 de março de 2017

Aumento da temperatura global se aproxima de 1,5º Celsius

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O ano de 2016 foi o mais quente já registrado. Pior, os três últimos anos foram os mais quentes desde o início da série de medição iniciada em 1880, com uma temperatura média 0,94º C acima da média do século XXI, em 2016, 0,90º C em 2015 e 0,74º C, em 2014. O clima fez um hat-trick.

Dos 17 anos mais quentes já registrados, 16 estão no século XXI. E o pior é que os dois primeiros meses de 2017 indicam que a temperatura do ano vai continuar alta, provavelmente menor do que 2016, mas mais elevada do que a de 2014 e talvez 2015. Tanto as temperaturas de janeiro (0,89º C) e fevereiro (0,98º C) de 2017 foram as segundas mais altas da série histórica para os respectivos meses, desde 1880. Parece que o calor veio para ficar.

Estas medições são importantes, especialmente porque os acordos internacionais falam em limitar o aquecimento global, no melhor cenário, a 1,5º C em relação ao período pré-industrial, ou seja, em relação ao período anterior ao início da utilização generalizada dos combustíveis fósseis.

Para se ter uma linha base mais próxima do período pré-industrial, a maioria dos cientistas que estudam o aquecimento global compara as temperaturas de hoje com as do final do século XIX. Mas um novo estudo mostra que o aquecimento já tinha se iniciado em meados do século XIX e registra o quanto o mundo já está perto de romper as metas de aquecimento do Acordo de Paris.

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