Visualizações


História: José Lutzenberger

About Me

Minha foto
Administrador - André Lima
Visualizar meu perfil completo

A história das coisas

Seguidores

Seguir por e-mail

A crise do capitalismo

Gestão Ambiental Teresópolis - Todos os direitos reservados. Tecnologia do Blogger.
quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Impactos Ambientais dos Eucaliptos

Roberto Naime, Ecodebate - As questões ambientais ganham importância cada vez maior para a sustentabilidade do desenvolvimento socioeconômico das nações. Isto inclui questões relativas aos impactos ambientais de florestas de eucalipto, sobre a água, o solo, a biodiversidade e a atmosfera.
Assertivas generalistas devem ser recebidas com ressalvas, pois de acordo com as análises elaboradas, os impactos ambientais das florestas de eucalipto dependem, fundamentalmente, das condições prévias ao plantio, da densidade pluviométrica, do tipo de solo, da declividade dos solos e da distância das bacias hidrográficas.
E também das técnicas agrícolas empregadas como densidade do plantio, métodos de colheita, presença ou não de corredores biológicos e atividades consorciadas.

O lado sombrio da energia solar: escassez de insumos, lixo e poluição

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O mundo está passando por uma transição da matriz energética, com declínio relativo dos combustíveis fósseis e aumento das energias renováveis. O futuro será das energias renováveis ou não haverá futuro, pois o carvão, o gás e o petróleo são recursos finitos. A energia solar fotovoltaica tem sido o destaque da nova matriz energética e deve ser a fonte com maior crescimento nas próximas décadas.
Porém, nem tudo são luzes e brilhos. A lei da entropia vale para todas as atividades e para todos os tipos de energia. Há muitos insumos materiais na produção fotovoltaica e a utilização de “terras raras”, que são minerais não renováveis, caros e controlados por poucos países.
sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Produção e resíduos de alimentos

Roberto Naime, Ecodebate - Cada vez mais, se utilizam recursos naturais devido ao crescimento das populações, pelas alterações do estilo de vida e devido ao crescente consumo pessoal. Para se contrapor ao consumo insustentável, a comunidade europeia propõe atuar sobre o sistema de recursos de forma integral, incluindo os métodos de produção, os padrões de procura e as cadeias de distribuição.
O sistema alimentar inclui todos os materiais, processos e infraestruturas relacionados com a agricultura, comércio, venda por atacado e varejo, transporte e consumo de produtos alimentares. Tal como a água e a energia, a alimentação é uma necessidade humana básica. Há também uma forte ligação entre a saúde e o bem-estar, com os alimentos. Tanto a subnutrição como a obesidade são problemas de saúde diretamente relacionados com a forma como os produz, comercializa e ocorre o consumo.
terça-feira, 1 de agosto de 2017

Humanidade já gerou 8,3 bilhões de toneladas de plástico

Quase 80% desses materiais acabaram nos aterros sanitários ou no meio ambiente

MIGUEL ÁNGEL CRIADO - Desde que começou a produção em massa de plásticos, nos anos cinquenta, os humanos geraram 8,3 bilhões de toneladas métricas do material. Dessa quantidade enorme, apenas 9% são reciclados. A grande maioria acaba sem tratamento nos aterros sanitários ou no meio ambiente. Segundo um novo estudo sobre a produção desse material sintético, seu uso e destino final, se continuarmos nesse ritmo, em 2050 haverá mais de 12 bilhões de toneladas de resíduos plásticos.
Apesar de alguns plásticos já existirem no início do século XX, a produção em massa não começou até o fim da Segunda Guerra Mundial, quando deixou de ser algo quase reservado para os militares. Fruto de reações químicas (polimerização) de compostos orgânicos obtidos em sua maioria do petróleo, o plástico é uma das grandes criações da humanidade. Depois do aço e do cimento, é o produto de origem não natural mais presente na civilização. Mas suas virtudes o transformam em problema quando seu ciclo de vida útil termina.“A maioria dos plásticos não é biodegradável, portanto os resíduos plásticos que estamos gerando nos acompanharão por séculos e até milênios”, diz a pesquisadora da Universidade da Geórgia, Jenna Jambeck. Em 2015, Jambeck e um grupo de colegas estimava que todo ano chegavam aos mares do planeta cerca de oito toneladas de plásticos. Agora, com colegas da Universidade da Califórnia em Santa Barbara e a Associação para a Educação Marina (SEA), Jambeck foi além, calculando quanto plástico geraram os humanos em sua curta história e onde tudo isso foi parar.
segunda-feira, 31 de julho de 2017

Perda do Cerrado é 50% maior que a da Amazônia

Primeiros dados oficiais de monitoramento do desmatamento no bioma revelam que, em 2015, houve uma redução de 9.483 km2

Giovana Girardi, O Estado de S. Paulo - O Cerrado teve, em 2015, uma taxa de desmatamento 52% superior à detectada na Amazônia. O bioma de árvores baixas e retorcidas, onde nascem alguns dos principais rios do País, perdeu naquele ano 9.483 km2, ou seis vezes a área da cidade de São Paulo, contra 6.207 km2 na Amazônia no mesmo período.
O dado oficial do governo federal, que foi divulgado nesta semana no site do Ministério do Meio Ambiente sem alarde, é o primeiro do monitoramento do bioma que começou a ser feito no ano passado e que, assim como ocorre com a Amazônia, será anual. Ainda não há uma série histórica completa, mas o levantamento indica uma queda nos últimos anos, em especial em relação a 2009, quando a perda foi de 10.342 km2.

Pesquisar este blog

Previsão do tempo

Áreas de interesse