Visualizações


História: José Lutzenberger

Selo para seu site

A história das coisas

Seguidores

Seguir por e-mail

A crise do capitalismo

Arquivos do Blog

Gestão Ambiental Teresópolis - Todos os direitos reservados. Tecnologia do Blogger.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Gestão da água volta para o Estado em 235 cidades no mundo

Rio Sena - Paris - Nathan Alliard/Photononstop/Corbis
Desde 2000, 235 cidades remunicipalizaram seus serviços de tratamento de água

MARÍA MARTÍN - Não é uma palavra fácil de pronunciar e ainda menos de implementar, mas a remunicipalização da água é considerada uma tendência mundial. Em 15 anos, 235 cidades e cerca de 106 milhões de habitantes retomaram a gestão do tratamento e fornecimento de água das mãos de empresas privadas. Entre elas pequenos municípios de países pobres, mas também grandes capitais como Berlim, Paris ou Buenos Aires. França, berço da Suez e da Veolia, duas poderosas multinacionais que dominam o mercado da água no mundo, é hoje o reino das remunicipalizações, com 94 casos desde o ano 2000. Embora no Brasil essa tendência seja observada de longe, Itu, o município no interior de São Paulo que sofreu drásticos cortes de água e protestos violentos no ano passado, anunciou nesta quinta-feira a intervenção da concessionária, Águas de Itu. A intervenção do município de 155.000 habitantes ameaça a continuidade de um contrato que só acabaria em 2037 e abre as portas para que a remunicipalização do serviço possa acontecer no futuro.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

“A terra de oportunidades”. Desenvolvimento chega a Mato Grosso com bala e devastação

Comparação da cobertura florestal do município de Sinop em 1986 e
em 2016: em apenas 30 anos, quase toda floresta foi devastada.
Elaboração: Mauricio Torres
The Intercept - Logo na entrada, o letreiro “Sinop, capital do Nortão” dá as boas-vindas à cidade localizada às margens da rodovia BR 163, a quase 500 km ao norte de Cuiabá, capital de Mato Grosso. Com 125 mil habitantes, Sinop exala prosperidade. No coração do Brasil, o município – que tem apenas quarenta anos de fundação, é repleto de lojas luxuosas que vendem de equipamentos eletrônicos aos últimos lançamentos da moda. Concessionárias ofertam veículos novos e caros, principalmente caminhonetes com tração nas quatro rodas, próprias para rodar nas estradas de terra que ligam as muitas e ricas fazendas ao redor. Ao passear pelo centro da cidade, com suas lojas de fachadas de gosto duvidoso, a mensagem é clara: temos muito dinheiro e não precisamos conter despesas.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A água brasileira corre para as multinacionais

Flávio José Rocha da Silva, Ecodebate - A história do Brasil, não é novidade, foi forjada por uma sucessão de saques contra as nossas riquezas naturais. A lista é longa: pau-brasil, açúcar, ouro, diamantes, algodão, café, ferro, borracha, nióbio, sal, mogno, petróleo, etc. Como o que está ruim pode piorar, como diria um pessimista empedernido, eis que agora podemos acrescentar a água a esta lista.
Antes já comprovadamente explorada na irrigação e dando base para o que hoje é chamado de “exportação da água virtual” com a venda de frutas e de soja para fora do país (há outros itens, mas estes são os mais relevantes atualmente), o controle dos recursos hídricos avança no país por parte das multinacionais. A água nossa de cada dia já gera, há muito tempo, lucro para alguns grupos econômicos estrangeiros vindos de países sem a mesma abundância em mananciais como tem Brasil. Há razões para essas empresas se instalarem aqui no nosso país. Basta afirmar que para produzir 1 quilo de banana são gastos 790 litros de água, segundo o site da Waterfootprint2(organização que mede o gasto de água para produzir alguns alimentos e produtos). No caso da soja, para produzir 1 quilo desta leguminosa são necessários 1.500 litros de água. Adivinhe o nome do país que se tornou o maior produtor de soja no mundo
sábado, 11 de fevereiro de 2017

Contenção de rejeitos feita pela Samarco não elimina degradação ambiental, diz Ibama

Rayder Bragon / Colaboração para o UOL - O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis) considerou incompleto o trabalho feito pela mineradora Samarco, que anunciou, nesta segunda-feira (6), ter concluído obras de contenção de rejeitos de minério de ferro na região da barragem de Fundão, que se rompeu em novembro de 2015, em Mariana (MG).

O estouro da estrutura matou 19 pessoas [um corpo ainda não foi localizado] e lançou um mar de lama na bacia do rio Doce, sendo considerado o maior desastre ambiental do país.

Para o instituto, a mineradora, controlada pela Vale e pela anglo-australiana BHP, ainda tem demonstrado morosidade na retirada do material que escoou da barragem e ficou depositado na bacia do rio Doce, causando degradação ambiental. O trecho considerado mais crítico é o que engloba a distância entre Mariana e a hidrelétrica Risoleta Neves, mais conhecida como usina de Candonga, na cidade de Santa Cruz do Escalvado [210 km de Belo Horizonte]. A hidrelétrica serviu como uma espécie de equipamento de contenção de parte da lama. Esse trecho entre as duas cidades mineiras compreende pouco mais de 100 quilômetros.

Aves nativas são mortas por agrotóxicos na Ponte Alta, no Gama (DF)

Gama Livre - Várias espécies de aves nativas tem sido envenenadas na região da Ponte Alta de Baixo, nas lavouras localizadas nas margens da rodovia DF-180 que liga esta a DF-290 à Br-060 (entroncamento do Engenho das Lages) . Foi constatada a mortandade desses pássaros nas plantações de milho, causada por uso de um agrotóxico conhecido como furadan, conforme informações apuradas no local pela Patrulha de Inteligência Ambiental.

Esse agrotóxico, que é misturado nas sementes na hora do plantio, envenena as aves que tentam se alimentar. É colocado nas covas com objetivo exclusivo de eliminar essas aves que desenterram as sementes e se alimentam, até mesmo depois de germinadas. É um método criminoso —a aplicação de tal agrotóxico— que além de ameaçar a extinção dessas aves, causa danos ao meio ambiente e à saúde humana. Esse agrotóxico, de acordo com pesquisas, infiltra no solo contaminando-o, chegando até às águas e permanece na planta da raiz ao fruto e ao ser consumido pode provocar câncer e morte em animais ruminantes, e também ao homem.

Pesquisar este blog

Previsão do tempo

Vetos ao Código Florestal

Áreas de interesse