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A crise do capitalismo

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sábado, 24 de junho de 2017

Noruega corta 50% do Fundo Amazônia, e Sarney entrega desmatamento a Deus

País doador cumpre ameaça feita em carta no começo da semana; em Oslo, ministro do Meio Ambiente diz que “só Deus pode garantir” que o desmatamento na Amazônia será reduzido; Temer enfrenta protesto em último dia de visita oficial

SABRINA RODRIGUES, D’OECO - O governo da Noruega cumpriu a ameaça de cortar os repasses para o Fundo Amazônia diante da alta das taxas de desmatamento e da série de propostas em discussão no governo e no Congresso para enfraquecer a proteção ambiental no Brasil. O corte será de 50%, ou seja, de R$ 400 milhões para aproximadamente R$ 200 milhões. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (22), na presença do ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, em Oslo.

Na manhã de sexta-feira (23), manifestantes protestaram contra a política ambiental do presidente Michel Temer na capital norueguesa. A primeira-ministra da Noruega. Erna Solberg, expressou diante de Temer sua preocupação com o aumento do desmatamento e confirmou o corte. O presidente encerra sua visita oficial ao país escandinavo nesta sexta.
quinta-feira, 22 de junho de 2017

O futuro da Energia Solar pode ser brilhante

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O Planeta azul, pertencente ao sistema solar, tem testemunhado o grande crescimento de uma espécie que está mudando o equilíbrio homeostático da Terra. O Homo sapiens, que surgiu há cerca de 200 mil anos, tem realizado revoluções permanentes que tem transformado a vida na “Spaceship Earth” (Boulding, 1966). Utilizando a energia solar de forma indireta (fotossíntese, etc.) a humanidade tem avançado sobre a comunidade biótica.

Há 10 mil anos, a revolução agropecuária aconteceu quando o ser humano aprendeu a cultivar o seu alimento e passou a domesticar os animais e utilizá-los como fonte de energia e meio de transporte. Esta revolução possibilitou o avanço da civilização, em suas múltiplas características regionais e geográficas. A idade da pedra lascada foi substituída pela idade da pedra polida e ambas foram superadas pela metalurgia do bronze.

Mas foi a Revolução Industrial e Energética do século XVIII que possibilitou o grande salto civilizacional, ao combinar o uso dos instrumentos da manufatura e da grande indústria com a energia extrassomática dos combustíveis fósseis (primeiro o carvão mineral e depois o petróleo e o gás). Os ganhos de produtividade foram excepcionais, o que permitiu o avanço do bem-estar humano e o grande crescimento da população mundial e das atividades antrópicas globais.
terça-feira, 6 de junho de 2017

O potencial do aproveitamento de resíduos

O Cidades e Soluções encontra em Cachoeiras de Macacu, a 100 quilômetros do Rio, dois exemplos que mostram o potencial de aproveitamento de resíduos que teriam como destino os aterros sanitários ou mesmo os rios. Uma das empresas, a Action Shop, aluga banheiros químicos e dá destinação inteligente para tudo que vem dentro deles. E a Vide Verde coleta restos de alimentos de restaurantes.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Será que podemos comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente?

Renata Franco de Paula Gonçalves Moreno, Ecodebate - No dia 5 de junho de 1972, foi realizada em Estocolmo a primeira conferência da ONU sobre meio ambiente. Desde então, a data passou a ser celebrada como o Dia Mundial do Meio Ambiente e nos oferece a oportunidade de refletir sobre o que temos a comemorar. Certamente, houve avanços, mas ainda há muito que fazer.
Um exemplo é o Acordo de Paris, compromisso considerado histórico que foi negociado por 195 países, chegando a um consenso de que o aumento da temperatura global deverá ser limitado a patamares abaixo de 2°C. Para que isso seja possível, esse acordo precisa avançar rapidamente com a prática efetiva de políticas que visam reduzir a emissão dos gases de efeito estufa (GEE), com a redução iminente ou até mesmo, o fim dos combustíveis fósseis e do desmatamento. No entanto, já temos indicações de que EUA e outros países retirarão o apoio.
quinta-feira, 1 de junho de 2017

Trump diz adeus a Paris. UE e China querem salvar clima

País vai cessar já o cumprimento das ações não vinculativas do acordo. Obama critica decisão e acusa sucessor de "rejeitar o futuro"

REUTERS/KEVIN LAMARQUE - Donald Trump confirmou ontem a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre as alterações climáticas, tornando-o num dos três países, a par da Síria e Nicarágua, que ficam fora do entendimento e distanciando-se dos seus aliados. Mas não exclui voltar, em termos ditados por Washington.
"Os Estados Unidos vão sair do Acordo de Paris para o Clima mas iniciar negociações para reentrar ou no Acordo de Paris, ou um negócio inteiramente novo, em termos que sejam justos para os Estados Unidos, as suas empresas, os seus trabalhadores, o seu povo, os seus contribuintes", afirmou o presidente norte-americano, que lidera a segunda nação mais poluidora do mundo, a seguir à China. "Se conseguirmos, ótimo. Se não, tudo bem", acrescentou. Esta saída do acordo não será imediata: Trump terá de dar início a um longo processo de desvinculação que não ficará concluído antes de novembro de 2020, o mesmo mês em que deverá ir a votos para a sua reeleição.

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