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24/09/2018

Catching the Sun (Documentário sobre energia renovável)


Focado no setor de energias renováveis, mostra de forma muito prática o esforço para equalizar as questões sociais, econômicas e ambientais, por meio da geração de “empregos verdes”. Em especial, é interessante notar a força e velocidade da China no desenvolvimento de energias renováveis e suas consequências para o mundo.
10/08/2017

O lado sombrio da energia solar: escassez de insumos, lixo e poluição

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O mundo está passando por uma transição da matriz energética, com declínio relativo dos combustíveis fósseis e aumento das energias renováveis. O futuro será das energias renováveis ou não haverá futuro, pois o carvão, o gás e o petróleo são recursos finitos. A energia solar fotovoltaica tem sido o destaque da nova matriz energética e deve ser a fonte com maior crescimento nas próximas décadas.
Porém, nem tudo são luzes e brilhos. A lei da entropia vale para todas as atividades e para todos os tipos de energia. Há muitos insumos materiais na produção fotovoltaica e a utilização de “terras raras”, que são minerais não renováveis, caros e controlados por poucos países.
22/06/2017

O futuro da Energia Solar pode ser brilhante

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O Planeta azul, pertencente ao sistema solar, tem testemunhado o grande crescimento de uma espécie que está mudando o equilíbrio homeostático da Terra. O Homo sapiens, que surgiu há cerca de 200 mil anos, tem realizado revoluções permanentes que tem transformado a vida na “Spaceship Earth” (Boulding, 1966). Utilizando a energia solar de forma indireta (fotossíntese, etc.) a humanidade tem avançado sobre a comunidade biótica.

Há 10 mil anos, a revolução agropecuária aconteceu quando o ser humano aprendeu a cultivar o seu alimento e passou a domesticar os animais e utilizá-los como fonte de energia e meio de transporte. Esta revolução possibilitou o avanço da civilização, em suas múltiplas características regionais e geográficas. A idade da pedra lascada foi substituída pela idade da pedra polida e ambas foram superadas pela metalurgia do bronze.

Mas foi a Revolução Industrial e Energética do século XVIII que possibilitou o grande salto civilizacional, ao combinar o uso dos instrumentos da manufatura e da grande indústria com a energia extrassomática dos combustíveis fósseis (primeiro o carvão mineral e depois o petróleo e o gás). Os ganhos de produtividade foram excepcionais, o que permitiu o avanço do bem-estar humano e o grande crescimento da população mundial e das atividades antrópicas globais.
21/01/2017

Energia solar começa a ganhar espaço em escolas públicas

A partir do segundo semestre, cerca de 40 instituições começarão a fazer uso do sistema alternativo

Estadão Economia - A geração de energia a partir de painéis fotovoltaicos começa a sair do mundo das experiências tecnológicas para entrar no dia a dia da população. No segundo semestre deste ano, cerca de 40 escolas municipais localizadas em diferentes Estados do País começarão a fazer uso da energia solar.

Os projetos serão tocados com recursos de emendas parlamentares que foram incluídas no Orçamento da União deste ano. Ao todo, serão destinados R$ 2,6 milhões para escolas municipais. Desse total, R$ 1,2 milhão será enviado para escolas de Belém (PA), R$ 250 mil para escolas do Rio de Janeiro (RJ) e R$ 180 mil para escolas de São Matheus (ES). Os Estados de Piauí e Goiás, que receberam R$ 500 mil cada para tocar esses projetos, ainda definirão que escolas e municípios serão atendidos. Cada instalação nas escolas deve custar entre R$ 65 mil e R$ 70 mil.
25/05/2015

A energia que vem do lixo

Tecnologia italiana chega ao Brasil por meio da Unicamp e pode mudar o tratamento de resíduos industriais

Felipe Rousseaux de Campos Mello, Carta Capital - Hoje, 3% a 5% da matriz energética brasileira é gerada pela incineração do bagaço da cana de açúcar. A inciativa, positiva, poupa a energia gerada em hidrelétricas, por exemplo. A indústria, contudo, queima também resíduos como o enxofre e o cloro, emissores de grande quantidade de poluentes, como dioxinas e furanos, considerados cancerígenos.
Esse quadro pode começar a mudar com os frutos da parceria fechada entre o Parque Científico e Tecnológico da Unicamp e a empresa brasileira Innova- Energias Renováveis. O convênio com a Universidade Estadual de Campinas consiste na implementação de um laboratório de pesquisa, já em funcionamento no parque científico, para o aprimoramento e a adequação da tecnologia italiana à realidade brasileira.
27/08/2013

A caminho do desenvolvimento limpo

O Brasil pode ter sua matriz energética majoritariamente limpa até 2050 - se quiser. É o que mostra a 3a edição do relatório [R]evolução Energética, elaborado pelo Greenpeace

Greenpeace - A participação das fontes renováveis pode ser 47% maior na matriz energética brasileira, nos próximos 40 anos, do que o projetado pela política atual do governo. Segundo o relatório [R]evolução Energética, divulgado hoje pelo Greenpeace, a matriz pode contar com 66,5% de fontes como vento, sol e biomassa para alimentar os setores elétrico, industrial e de transportes em 2050.
Ao considerar apenas a matriz elétrica, a projeção é ainda mais dramática: 92% da eletricidade que alimentará o Brasil em quatro décadas pode ser limpa. Atualmente, esse cenário e a tradição nacional de renováveis neste setor estão em risco devido a decisões equivocadas da administração federal, que tem abraçado fontes sujas, como o carvão.
18/07/2013

Projeto alemão inédito quer trocar energias fósseis por renováveis em ilhas

Meta da ideia única no mundo é eliminar geradores a diesel e investir apenas em energia verde na ilha portuguesa de Graciosa. Se der certo, iniciativa poderá servir de modelo para outras partes do mundo.

DW.DE - A empresa Younicos está testando em Berlim como gerar energia sustentável para a ilha portuguesa de Graciosa, de 5 mil habitantes. Num galpão cinzento na capital alemã, a startup (empresa iniciante de tecnologia) desenvolveu um projeto inédito no mundo: construiu uma réplica da ilha do Atlântico, mas em proporção menor. Com a simulação, a Younicos busca uma forma de fazer com que ilhas como a de Graciosa possam se sustentar quase exclusivamente com a energia gerada por turbinas eólicas e painéis solares.

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