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03/10/2026

Documentário | TERRA QUE ALIMENTA


Fonte: TV Cultura - Um dos principais desafios globais desse século é como alimentar o mundo sem degradar o meio ambiente. Em 2050 o planeta deverá ter 10 bilhões de pessoas que precisarão diariamente de comida. 
Mas como abastecer essa quantidade estratosférica de bocas sem esgotar a água e o solo? No Brasil, o Censo Agropecuário Nacional estima que atualmente exista 12 milhões de hectares de terras degradadas que podem ser recuperadas e convertidas para a agricultura. 
Já a Universidade Federal de Goiás (UFG) calcula algo entre 80 e 100 milhões de hectares. A verdade é que tanto para uma estimativa quanto para a outra, já passou da hora de agirmos.🌍💚
25/09/2026

Eleições 2026: 91% dos brasileiros cobram propostas contra a crise climática

Socorro a vítimas de desabamento em São Paulo após recente temporal: pesquisa indica que 91% querem crise climática no programa dos candidatos (Foto: Paulo Pinto / Agência Brasil – 12/09/2026)
Pesquisa Ipsos encomendada pelo Observatório do Clima ouviu 1.800 brasileiros em todas as regiões do país sobre mudanças climáticas e meio ambiente

Fonte: #Colabora - A preocupação com a crise climática está entre as demandas dos brasileiros para as eleições de outubro. O tema integra a agenda que a população espera ver contemplada pelos candidatos, segundo a pesquisa “Clima e meio ambiente na percepção dos brasileiros”, realizada pela Ipsos a pedido do Observatório do Clima. O levantamento mostrou que 91% dos brasileiros consideram importante que os candidatos nas próximas eleições apresentem propostas para enfrentar as mudanças climáticas. Para 62%, essa é uma questão “muito importante”.

A pesquisa – divulgada nesta quinta-feira (17/09) ouviu 1.800 brasileiros com 18 anos ou mais, em todo o país, entre os dias 17 e 20 de agosto. O questionário, aplicado online, foi composto por 32 perguntas sobre clima e meio ambiente e a presença desses temas na agenda pública e governamental, além de cuidados, atitudes e comportamentos relacionados a essas agendas. O levantamento também incluiu um bloco específico de perguntas sobre o metano.

O levantamento encomendado pelo Observatório do Clima – principal rede da sociedade civil brasileira com atuação na agenda climática, reunindo organizações socioambientais, institutos de pesquisa e movimentos sociais – teve o objetivo de investigar como os brasileiros enxergam as mudanças climáticas e o meio ambiente, o papel do poder público em relação a tais temas, além das prioridades e expectativas diante dos desafios futuros. Os resultados também trazem estratificações por direcionamento político dos respondentes.
23/08/2026

O século XXI começou no subsolo

Jazida de mineração da empresa Vale Fertilizantes em Tapira, região de Araxá (MG). O município de Araxá se tornou atrativo aos gigantes do setor de mineração do Brasil por possuir terras raras de onde podem ser retirados os rejeitos de nióbio e fosfato. Foto: Edson Silva/ Folhapress
O Brasil pode repetir o velho modelo de exportar recursos naturais ou transformar sua riqueza mineral e biológica em conhecimento, tecnologia e soberania

Fonte: Geraldo Fernandes · Walisson Kenedy-Siqueira · Amilcar Saporetti Junior ((o))eco - A Revolução Industrial não começou simplesmente quando James Watt aperfeiçoou a máquina a vapor. Ela começou quando a humanidade percebeu que a energia poderia substituir a força humana em uma escala inédita. Da mesma forma, o século XX tornou-se o século do petróleo quando o domínio dessa fonte de energia passou a determinar economias, guerras e relações internacionais. Talvez o século XXI tenha começado no subsolo.

Uma nova arquitetura tecnológica e geopolítica está sendo construída rapidamente. Seu fundamento não é apenas petróleo ou carvão, mas também os chamados minerais críticos, entre eles as terras raras. Eles estão presentes em motores elétricos, turbinas eólicas, equipamentos médicos, computadores, sensores, satélites, radares, robôs e sistemas de defesa.

E há um novo consumidor de escala extraordinária: a inteligência artificial. Por trás dos algoritmos existe uma infraestrutura física gigantesca, formada por centros de dados, servidores, semicondutores, redes e sistemas de armazenamento. A revolução digital, portanto, não reduziu nossa dependência da natureza. Ao contrário: quanto mais digital se torna o mundo, mais depende de sua base física e geológica e, inevitavelmente, dos ecossistemas que sustentam esses territórios.
11/07/2026

Pantanal perdeu entre 69% e 81% de sua água superficial desde 1985

Estudo reforça perda significativa da água superficial no Pantanal brasileiro

Fonte: Ecodebate - Pesquisadores apontam que a maior planície alagada do mundo está sendo afetada negativamente pelas atividades humanas e pelas mudanças climáticas; níveis de precipitação não têm sido suficientes para recuperar o estoque hídrico do bioma
O Pantanal é considerado a maior planície alagada do mundo, com uma área de aproximadamente 150 mil km², que se estende por Paraguai, Bolívia e Brasil. A vasta presença de águas superficiais no bioma é fundamental para a manutenção de uma rica biodiversidade, que contempla mais de 650 espécies de aves, 150 espécies de mamíferos, 325 espécies de peixes e 2.270 espécies de plantas, além de realizar um papel de grande importância para o equilíbrio ecológico, sequestro de carbono, entre outros serviços ecossistêmicos essenciais.

Um estudo realizado por pesquisadores da Unesp em parceria com outros colegas brasileiros, entretanto, reforça o estado crítico dos corpos d’água localizados no bioma, que há décadas vem apresentando um declínio contínuo e acentuado. Segundo o artigo publicado na revista Advances in Space Research, o Pantanal perdeu entre 69,6% e 81,4% de sua água superficial desde 1985, e o regime atual de precipitações não está dando conta de repor o estoque hídrico da região.

Os pesquisadores apontam a mudança no uso da terra decorrente das atividades humanas e as mudanças climáticas como responsáveis pela variabilidade hídrica negativa das últimas décadas. Segundo o engenheiro florestal Sérvio Túlio Pereira Justino, um dos autores do artigo, esse é o maior trabalho sobre o tema já realizado no Pantanal, pois abrange as mudanças ocorridas nas águas superficiais localizadas na parte brasileira do bioma ao longo das últimas quatro décadas.
11/06/2026

Presidente Lula assina ampliação e criação de Unidades de Conservação; são cerca de 100 mil hectares protegidos

Ao todo, os decretos garantem a proteção
ambiental de cerca de 100 mil hectares
dos biomas Amazônia e Caatinga
- Foto: Ricardo Stuckert/PR
Fonte: ICMBio - A nova unidade de conservação na Amazônia e a ampliação do parque na Caatinga fortalecem a proteção da biodiversidade, dos recursos hídricos e impulsionam oportunidades de desenvolvimento sustentável em cerca de 100 mil hectares

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou, nesta quarta-feira (10), uma série de decretos com ampliações e criações de novas Unidades de Conservação (UCs) federais, que ao todo garantem a proteção ambiental de cerca de 100 mil hectares dos biomas Amazônia e Caatinga.  
 
As assinaturas foram realizadas durante cerimônia que celebra a Semana do Meio Ambiente, no Palácio do Planalto, e constituem instrumentos fundamentais para a proteção da biodiversidade brasileira.  
 
O presidente da república ressaltou a importância dos decretos assinados e elogiou a resiliência de ambientalista na defesa da proteção do meio ambiente. “O que estamos colhendo aqui é o resultado da teimosia de vocês. Os teimosos do Brasil. Aqueles que não se aquietam nunca, finalmente podem dizer que nós ganhamos as coisas pelas quais brigamos”, comentou Lula. 

A UC criada, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), é o Parque Nacional do Povos Indígenas de Tanaru, em Rondônia, já a UC ampliada é o Parque Nacional da Serra das Confusões, que ficam no Piauí. 
08/06/2026

Semana do Meio Ambiente destaca avanços e desafios da gestão ambiental em Teresópolis

Recuperação da Cascata dos Amores, no bairro de mesmo nome, é considerada outra grande conquista da SMMA. Foto: Arquivo O Diário
Recuperação da Cascata dos Amores,
 no bairro de mesmo nome,
 é considerada outra grande
 conquista da SMMA.
Foto: Arquivo O Diário
Secretaria de Meio Ambiente faz balanço de um ano e meio de trabalho e promove distribuição gratuita de mudas nativas na Feirinha do Alto


Fonte: Luiz Bandeira (ODiário de Teresópolis) - A Semana do Meio Ambiente está sendo marcada por ações de conscientização e pelo balanço das iniciativas desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Teresópolis ao longo de um ano e meio de gestão. À frente da pasta, o secretário Leonardo Maia destacou conquistas importantes para a preservação ambiental do município, ao mesmo tempo em que reconheceu desafios históricos que ainda precisam ser enfrentados.
Segundo o secretário, diversas intervenções foram realizadas desde o início da atual administração, com foco na recuperação de áreas degradadas, na prevenção de enchentes e na ampliação dos espaços de educação ambiental e lazer para a população.

Outro destaque foi o programa de desassoreamento dos rios, considerado uma das ações mais relevantes da gestão. De acordo com Leonardo Maia, cinco frentes de limpeza atuaram simultaneamente em diversos pontos da cidade durante mais de um ano, contribuindo para reduzir os impactos das chuvas e minimizar os riscos de enchentes.

“Temos um saldo positivo de ações para o meio ambiente neste um ano e meio de trabalho. Foram intervenções importantes em diferentes áreas da cidade, sempre com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população e preservar nossos recursos naturais”, avaliou o secretário.
19/05/2026

EVENTO UERJ TERESÓPOLIS Território Vivo – encontros sobre pertencer Encerramento da 6ª Turma da Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial – UERJ Teresópolis - Região Serrana e arredores Universidade, cidade e território em diálogo.

Um encontro sobre cultura, memória, pertencimento e futuro coletivo. Desenvolver não é só crescer. É criar vínculos, escutar o território e fortalecer redes de afeto. No dia 04 de julho, das 13h às 20h, a Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial da UERJ –Teresópolis realiza um encontro de encerramento pensado para além dos formatos acadêmicos tradicionais. Com o conceito “Território Vivo – encontros sobre pertencer”, o evento propõe transformar a conclusão da turma em um espaço vivo de troca, escuta e construção coletiva, reunindo estudantes, pesquisadores, convidados e comunidade em rodas de conversa temáticas sobre território, cultura, meio ambiente, memória, alimentação, educação, sustentabilidade e desenvolvimento local.

  • Um encontro para pensar cidade, cultura e pertencimento. A proposta busca valorizar experiências, pesquisas e trajetórias construídas ao longo do curso, aproximando universidade, território e vida cotidiana através de diálogos horizontais, dinâmicos e participativos. Em vez de painéis formais, o encontro será organizado em rodas de conversa com diferentes eixos temáticos, estimulando circulação de ideias, trocas de experiências e reflexões sobre os desafios e possibilidades do desenvolvimento territorial em Teresópolis e região.
15/10/2018

Planos de Bolsonaro para o meio ambiente deixam entidades em alerta

Candidato quer unir Ministério do Meio Ambiente ao da Agricultura e fala em acabar com o "ativismo ambiental".

RICARDO MORAES/REUTERS
Débora Melo - Extinguir o Ministério do Meio Ambiente e integrá-lo ao Ministério da Agricultura. Acabar com o "ativismo ambiental xiita" no País. Acabar com a "indústria de demarcação de terras indígenas". Tirar o Brasil do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas.
Essas são algumas das ideias de Jair Bolsonaro (PSL) para o meio ambiente caso vença nas urnas no próximo dia 28 e seja eleito presidente do Brasil. Neste segundo turno, ele disputa com Fernando Haddad (PT) a preferência do eleitorado.
Em entrevista coletiva no último dia 11, Bolsonaro explicou que o objetivo de fundir os ministérios da Agricultura e Meio Ambiente é acabar com a "briga" entre as duas frentes. "Quero deixar bem claro: o futuro ministro será indicado pelo setor produtivo. Não teremos mais briga nessa área."
26/11/2017

Amazônia Desconhecida (Documentário HD)


Sinopse: A Amazônia é um dos lugares mais famosos do mundo e, curiosamente, um dos menos conhecidos. Em meio a tanta desinformação, o documentário se propõe uma difícil missão. Buscar as inúmeras verdades existentes, derrubando mitos e levando ao público um retrato mais fiel da maior floresta tropical do planeta.

Quais são os vilões do desmatamento? 

Qual o caminho para o desenvolvimento sem agredir a natureza? 

Estas são algumas das questões cruciais envolvendo a Amazônia e que ainda esperam por respostas convincentes. Trata-se de um filme sobre a Amazonia, feito por brasileiros, mas com uma visão global do tema, e apoiado nas mais recentes descobertas e pesquisas cientificas. Um filme que abriga visões conflitantes, e que abre espaço para que muitas vozes possam ser ouvidas.
01/08/2017

Humanidade já gerou 8,3 bilhões de toneladas de plástico

Quase 80% desses materiais acabaram nos aterros sanitários ou no meio ambiente

MIGUEL ÁNGEL CRIADO - Desde que começou a produção em massa de plásticos, nos anos cinquenta, os humanos geraram 8,3 bilhões de toneladas métricas do material. Dessa quantidade enorme, apenas 9% são reciclados. A grande maioria acaba sem tratamento nos aterros sanitários ou no meio ambiente. Segundo um novo estudo sobre a produção desse material sintético, seu uso e destino final, se continuarmos nesse ritmo, em 2050 haverá mais de 12 bilhões de toneladas de resíduos plásticos.
Apesar de alguns plásticos já existirem no início do século XX, a produção em massa não começou até o fim da Segunda Guerra Mundial, quando deixou de ser algo quase reservado para os militares. Fruto de reações químicas (polimerização) de compostos orgânicos obtidos em sua maioria do petróleo, o plástico é uma das grandes criações da humanidade. Depois do aço e do cimento, é o produto de origem não natural mais presente na civilização. Mas suas virtudes o transformam em problema quando seu ciclo de vida útil termina.“A maioria dos plásticos não é biodegradável, portanto os resíduos plásticos que estamos gerando nos acompanharão por séculos e até milênios”, diz a pesquisadora da Universidade da Geórgia, Jenna Jambeck. Em 2015, Jambeck e um grupo de colegas estimava que todo ano chegavam aos mares do planeta cerca de oito toneladas de plásticos. Agora, com colegas da Universidade da Califórnia em Santa Barbara e a Associação para a Educação Marina (SEA), Jambeck foi além, calculando quanto plástico geraram os humanos em sua curta história e onde tudo isso foi parar.
31/07/2017

Perda do Cerrado é 50% maior que a da Amazônia

Primeiros dados oficiais de monitoramento do desmatamento no bioma revelam que, em 2015, houve uma redução de 9.483 km2

Giovana Girardi, O Estado de S. Paulo - O Cerrado teve, em 2015, uma taxa de desmatamento 52% superior à detectada na Amazônia. O bioma de árvores baixas e retorcidas, onde nascem alguns dos principais rios do País, perdeu naquele ano 9.483 km2, ou seis vezes a área da cidade de São Paulo, contra 6.207 km2 na Amazônia no mesmo período.
O dado oficial do governo federal, que foi divulgado nesta semana no site do Ministério do Meio Ambiente sem alarde, é o primeiro do monitoramento do bioma que começou a ser feito no ano passado e que, assim como ocorre com a Amazônia, será anual. Ainda não há uma série histórica completa, mas o levantamento indica uma queda nos últimos anos, em especial em relação a 2009, quando a perda foi de 10.342 km2.
09/07/2017

Assembleias legislativas deixam claro que não se preocupam com meio ambiente

Vladimir Passos de Freitas, Conjur - A Constituição Federal de 1988 dedicou especial atenção à proteção do meio ambiente, assim dispondo no artigo central sobre a matéria:
Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
Vê-se, pois, da redação acima, que ao Poder Público impõe-se o dever de preservar o meio ambiente para as presentes e futuras gerações. Isto significa que toda a administração pública, direta ou indireta, na esfera federal, estadual e municipal, deve zelar pela preservação ambiental.

É certo que, na divisão de poderes tradicional, ao Poder Legislativo cabe legislar sempre que necessário sobre o tema ambiente, ao Executivo, executar suas atividades de forma que elas se compatibilizem, ao máximo, com a proteção do meio ambiente e, ao Judiciário, sempre que chamado a manifestar-se sobre o assunto, nos conflitos coletivos ou individuais que lhe sejam submetidos, decidir de forma a atender o comando constitucional.
07/07/2017

Novo Código Florestal contribuiu para aumento do desmatamento, diz ministro do Meio Ambiente

Segundo Sarney Filho  (esq.), desmatamento foi ascendente nos
últimos dois anos, mas já há sinais de que isso
está sendo revertido
Em seminário sobre cinco anos da lei, parlamentares alertaram para novos retrocessos para o meio ambiente

Cleia Viana / Câmara dos Deputados - O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, disse nesta quarta-feira (5) que o novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) foi uma das causas para o aumento do desmatamento no Brasil nos últimos dois anos. Para ele a concessão de anistia de multas por desmatamento ilegal levou à maior destruição de florestas. As declarações foram feitas no Seminário “5 Anos do Código Florestal: desafios e oportunidades”, promovido pela Frente Parlamentar Ambientalista, em parceria com o Observatório do Código Florestal e o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia.
Na avaliação do ministro, o aspecto positivo do código foi a criação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) – o banco de dados que armazena informações ambientais sobre as mais de cinco milhões de propriedades rurais do País. De acordo com informações do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), mais de 4 milhões de imóveis rurais já foram cadastrados no Cadastro Ambiental Rural.
05/06/2017

Será que podemos comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente?

Renata Franco de Paula Gonçalves Moreno, Ecodebate - No dia 5 de junho de 1972, foi realizada em Estocolmo a primeira conferência da ONU sobre meio ambiente. Desde então, a data passou a ser celebrada como o Dia Mundial do Meio Ambiente e nos oferece a oportunidade de refletir sobre o que temos a comemorar. Certamente, houve avanços, mas ainda há muito que fazer.
Um exemplo é o Acordo de Paris, compromisso considerado histórico que foi negociado por 195 países, chegando a um consenso de que o aumento da temperatura global deverá ser limitado a patamares abaixo de 2°C. Para que isso seja possível, esse acordo precisa avançar rapidamente com a prática efetiva de políticas que visam reduzir a emissão dos gases de efeito estufa (GEE), com a redução iminente ou até mesmo, o fim dos combustíveis fósseis e do desmatamento. No entanto, já temos indicações de que EUA e outros países retirarão o apoio.
12/05/2017

Brasil assume compromissos internacionais pelo clima

País se comprometeu a reduzir emissão de carbono em 43% e a reflorestar e promover regeneração de 12 milhões de hectares

Portal Brasil, com informações do Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Agricultura e Bonn Challenge - Até 2030, o Brasil pretende reduzir em 43% as emissões de carbono em relação a 2005. Antes disso, até 2025, a meta é que o País corte 37% das emissões.
Esses compromissos constam no Acordo de Paris, que estabelece medidas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa, e representam apenas alguns dos acordos ambientais assumidos pelo governo federal no primeiro ano da administração do presidente Michel Temer.
O objetivo do Acordo é conter o aumento da temperatura média global em menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais, além de reunir esforços para limitar esse aumento a 1,5°C. O compromisso foi selado por meio da assinatura do Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC). 
Confira outras iniciativas do Brasil, no primeiro ano de governo Temer, para enfrentamento das mudanças climáticas e preservação da biodiversidade:

Características de um profissional da área de meio ambiente

A área bastante eclética de um profissional de meio ambiente exige mais que conhecimentos técnicos. Conheça aqui algumas habilidades que você deve desenvolver para ter sucesso profissional.

Renata Pifer - A área ambiental é bastante eclética e, por este motivo, hoje encontramos profissionais de diversas áreas atuando neste setor. Independentemente da sua formação um profissional que atua na área de meio ambiente exerce uma variedade de atividades assumindo importantes responsabilidades dentro de uma organização.
Obter e atualizar o licenciamento ambiental , realizar a avaliação dos impactos ambientais causado pelas atividades dentro e fora da empresa, entender de legislação e acompanhar as suas mudanças para garantir a conformidade legal, e, ainda, criar projetos de redução do impacto e conscientização do uso dos recursos naturais, tais tarefas são bastante conhecidas, entretanto para ser um profissional de sucesso existem algumas características básicas que devem ser desenvolvidas.

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