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15/10/2026

Documentário | Economia Verde - Sustentabilidade e Lucro (10/12/2023)


Fonte: Laís Duarte, Jornalismo TV Cultura - A TV Cultura estreia o documentário inédito ‘Economia Verde - Sustentabilidade e Lucro’, produzido pelo Departamento de Jornalismo da emissora. A exibição acontece durante a COP 28, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, de 30 de novembro a 12 de dezembro. A produção vai ao ar a partir das 16h.

O documentário mostra exemplos de empresas e instituições que já lucram com a sustentabilidade. Na pauta estão os carros elétricos, cosméticos com produtos químicos "limpos", produtos de limpeza feitos com ingredientes naturais, entre outros. A reportagem de Laís Duarte visita a editora que neutraliza carbono emitido na produção de livros e mostra como investidores estão lucrando com as ações de empresas ambientalmente corretas na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. Visita ainda uma cooperativa de resíduos recicláveis que já deu um novo destino a quase 10 milhões de toneladas de lixo.
09/10/2026

Documentário | A Energia do Futuro


Fonte: TV Cultura / Jornalismo TV Cultura - A produção original do jornalismo da TV Cultura, A Energia do Futuro mostra como as fontes de energia renováveis estão modificando a paisagem do sertão nordestino e os benefícios que trazem para o meio ambiente.
O repórter Rodrigo Piscitelli vai até o interior do Ceará e da Bahia para contar um pouco sobre esse processo de expansão dessas matrizes energéticas.
Atualmente, o Brasil ocupa a 6º posição no ranking mundial de capacidade instalada de energia eólica. Há dez anos, estava no 15º lugar. A geração de energia pelo sol e pelo vento já ocupa o segundo e terceiro lugares na matriz energética brasileira.
Fundação Padre Anchieta é parcialmente ou totalmente financiada pelo governo do Estado de São Paulo. Wikipedia 
11/06/2026

Presidente Lula assina ampliação e criação de Unidades de Conservação; são cerca de 100 mil hectares protegidos

Ao todo, os decretos garantem a proteção
ambiental de cerca de 100 mil hectares
dos biomas Amazônia e Caatinga
- Foto: Ricardo Stuckert/PR
Fonte: ICMBio - A nova unidade de conservação na Amazônia e a ampliação do parque na Caatinga fortalecem a proteção da biodiversidade, dos recursos hídricos e impulsionam oportunidades de desenvolvimento sustentável em cerca de 100 mil hectares

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou, nesta quarta-feira (10), uma série de decretos com ampliações e criações de novas Unidades de Conservação (UCs) federais, que ao todo garantem a proteção ambiental de cerca de 100 mil hectares dos biomas Amazônia e Caatinga.  
 
As assinaturas foram realizadas durante cerimônia que celebra a Semana do Meio Ambiente, no Palácio do Planalto, e constituem instrumentos fundamentais para a proteção da biodiversidade brasileira.  
 
O presidente da república ressaltou a importância dos decretos assinados e elogiou a resiliência de ambientalista na defesa da proteção do meio ambiente. “O que estamos colhendo aqui é o resultado da teimosia de vocês. Os teimosos do Brasil. Aqueles que não se aquietam nunca, finalmente podem dizer que nós ganhamos as coisas pelas quais brigamos”, comentou Lula. 

A UC criada, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), é o Parque Nacional do Povos Indígenas de Tanaru, em Rondônia, já a UC ampliada é o Parque Nacional da Serra das Confusões, que ficam no Piauí. 
17/01/2023

As mudanças climáticas, uma nova visão. (Fonte: ONU)



O que são as mudanças climáticas?

As mudanças climáticas são transformações a longo prazo nos padrões de temperatura e clima. 

Essas mudanças podem ser naturais, como por meio de variações no ciclo solar. Mas, desde 1800, as atividades humanas têm sido o principal impulsionador das mudanças climáticas, principalmente devido à queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e gás.

Fonte: ONU (Organização das Nações Unidas) - A queima de combustíveis fósseis gera emissões de gases de efeito estufa que agem como um grande cobertor em torno da Terra, retendo o calor do sol e aumentando as temperaturas.
Exemplos de emissões de gases de efeito estufa que estão causando mudanças climáticas incluem dióxido de carbono e metano. Isso vem do uso de gasolina para dirigir um carro ou carvão para aquecer um prédio, por exemplo.
O desmatamento de terras e florestas também pode liberar dióxido de carbono. Aterros para lixo são uma das principais fontes de emissões de metano. Energia, indústria, transporte, edificações, agricultura e uso da terra estão entre os principais emissores.
13/07/2017

Sociedade civil apresenta na ONU retrocessos do Brasil na agenda do desenvolvimento sustentável

Fábio de Almeida Pinto - Coordenador Executivo do IDS - Pelo visto o Brasil passará por novo constrangimento internacional. Depois da Noruega informar que reduzirá o aporte ao Fundo Amazônia e da participação apagada do País na reunião do G20 em Hamburgo, o palco do próximo embaraço será o Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, que começa nesta segunda-feira (10) e se encerra no próximo dia 19 em Nova York.
O encontro discutirá se o mundo caminha em direção à prosperidade social e ao desenvolvimento sustentável. Cada país apresentará seus avanços na implementação da Agenda 2030, formada pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), entre eles a erradicação da pobreza, a segurança alimentar, a inclusão socioprodutiva, a saúde da população, a equidade de gênero e a proteção dos ecossistemas marinhos.
05/05/2017

Os desafios enfrentados por 16 cidades latino-americanas para se tornarem sustentáveis

Constanza Martínez Gaete, Arch Daily - “De Ciudad Emergentes a Ciudades Sostenibles. Comprendiendo y proyectando las metrópolis del siglo XXI” é a mais recente publicação do Programa de Cidades Emergentes e Sustentáveis do banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que analisa como decorreram os processos de planejamento e desenvolvimento urbano em 16 cidades da América Latina e Caribe nos últimos cinco anos.
O relatório foi elaborado por Horacio Terraza, especialista em urbanismo e Coordenador do Programa de Cidades Emergentes e Sustentáveis; Daniel Rubio, Doutor em Planejamento Territorial; e Felipe Vera, Professor e Co-diretor do Centro de Ecologia, Paisagem e Urbanismo da Universidade Adolfe Ibañez.
Em pouco mais de 160 páginas, os autores compartilham suas análises, reflexões e projeções sobre as denominadas cidades emergentes, que são aquelas que, embora tenham população inferior a 2 milhões de habitantes, estão protagonizando um crescimento acelerado que indica como poderão enfrentar os novos desafios urbanos almejando um desenvolvimento sustentável.
04/11/2014

Energia limpa: países emergentes investem duas vezes mais que países desenvolvidos

Contrariando a máxima que os países mais pobres não possuem condições de arcar com tecnologias verdes, relatório aponta que estes são os que mais contribuem com o planeta.
EcoWatch - Uma narrativa popular entre os “negadores do clima” e detratores da energia verde é que o combate às emissões de carbono e às mudanças climáticas, ao promover as fontes de energias sustentáveis, é um fardo para os países mais pobres e prejudica suas populações. Porém, um novo relatório, chamado Climatescope 2014: Mapping the Global Frontier for Clean Energy Investment, contradiz tal argumentação, mostrando que alguns dos países mais pobres do mundo já são líderes em energias renováveis.
04/06/2014

Dia Mundial do Meio Ambiente: vergonha de ser humano


José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - A ONU estabeleceu o dia 05 de junho como data comemorativa do MEIO AMBIENTE. Entre os objetivos das comemorações estão: “a) Mostrar o lado humano das questões ambientais; b) Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável; c) Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais; d) Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro e mais próspero”. O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 1972, marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.
15/01/2014

Lixo: marchas e contramarchas de um debate fundamental


É inegável que presenciamos uma “era do lixo”, na qual a geração de descartes tem induzido a ocupação total do planeta pelos resíduos. 

Maurício Waldman,  Ideia Sustentável - Poucos temas expressam de modo tão emblemático os dilemas da civilização moderna quanto o lixo. Desdobramento direto da pulsão consumista e de concepções negadoras da natureza, o tema se articula funcionalmente com uma série de impactos ambientais, todos sem precedentes na história da humanidade.Sabe-se que os dinamismos do meio natural – ventos, marés, vulcanismo, entre outros – movimentam 50 bilhões de toneladas de materiais por ano. Já as atividades humanas são responsáveis pelo deslocamento de 48 bilhões de toneladas de materiais por ano, das quais cerca de 30 bilhões são transformadas em lixo.
17/07/2013

Meio Ambiente aprova mais rigor no controle de agrotóxicos pulverizados

Marina: medida permitirá punir responsáveis por danos à saúde e ao meio ambiente
PORTAL DO AGRONEGÓCIO -  A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta (PL 3615/12) que obriga empresas de aviação agrícola a enviar, aos órgãos responsáveis pela agricultura e pela proteção do meio ambiente da União, dos estados e do Distrito Federal, cópias das receitas agronômicas utilizadas na compra e na aplicação de agrotóxicos.
Para a relatora, deputada Marina Santanna (PT-GO) a medida é importante não apenas para reduzir a dispersão dos agrotóxicos para áreas vizinhas como para permitir a punição dos responsáveis em caso de dano à saúde da população ou ao meio ambiente. “O contratante do serviço e o aplicador profissional devem responder solidariamente”, defende.
26/06/2013

Meio ambiente é desafio no século 21

Joelma Maria Lopes Rodrigues Ruano, Colégio Arbos - Diante de uma sociedade capitalista, são elevados os investimentos nos setores industrial e tecnológico pela busca desenfreada do desenvolvimento econômico, intensificando a crise ambiental no qual a natureza sofre com os impactos negativos. O meio ambiente é a mercadoria geradora de lucros, agravando os problemas socioambientais relacionados à sustentabilidade da escassez dos recursos hídricos, energia, poluição, biodiversidade, mudanças climáticas e crescimento populacional.
Atualmente, existe uma maior preocupação com os problemas ambientais, em que o governo e sociedade buscam infinitas soluções que possam ser colocados em prática através de novos modelos de gestão ambiental, implementação de políticas públicas simples, projetos e acordos, a fim de que todos possam ter acesso a estas novas propostas com foco no desenvolvimento sustentável, visando a mitigação e prevenção dos problemas ambientais.
08/06/2013

Empresas de Jundiaí, SP, dão exemplo de sustentabilidade

Indústria transforma garrafas pets em fibra poliéster.Já outra reutiliza resíduos líquidos contaminados de outras firmas.
Portal G1 - Na semana em que é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Tem Notícias mostra exemplos de empresas que atuam com sustentabilidade. Em Jundiaí (SP), uma indústria transforma garrafas pet em fibra poliéster, que é parecido com um algodão, usada em enchimento de bicinhos de pelúcia, de edredons e nos forros de alguns carros.
A empresa transforma por ano 825 milhões de pets em mais de 37 mil toneladas de fibra poliéster. Supervisor de compras da empresa, Edson Borges conta, que por causa de ações que estimulam a conscientização ambiental, hoje em dia é até difícil comprar a matéria prima, que muitas vezes precisa ser importada de outros países da América do Sul.

 

03/04/2013

Moda e sustentabilidade: um paradoxo


Luciana Fraga Della Méa, Autossustentável - A busca por alternativas sustentáveis tem crescido dentro de empresas e por parte de governos, que está tratando a temática como uma oportunidade de negócio e, simultaneamente, como caminho para a sobrevivência. Segundo matéria divulgada na Revista Veja (2010, edição especial de sustentabilidade), o assunto ganhou visibilidade no século XX, mas, somente agora, o problema tomou proporções maiores. Fato que corrobora para que o mundo se mobilize de forma a conciliar esse conceito com a produção e o consumo, processos que caracterizam o progresso e crescimento. As empresas têm papel importante nessa mudança, já que adotam, ou não, atitudes que possibilitam novos processos produtivos, resultando em novos produtos e, por último, nova relação de consumo.

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