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Mostrando postagens com marcador clima. Mostrar todas as postagens
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23/07/2026

Unidades de conservação estocam 33 anos de emissões nacionais

Foto aérea da Floresta Nacional de Jamanxim, alvo recente do Congresso. Foto: Antonio Scorza /AFP
Levantamento mostra que áreas protegidas concentram 19,4 gigatoneladas de carbono; “Congresso pode se tornar maior fonte de emissões”, diz especialista

Fonte: Aldem Bourscheit, Observatório do Clima - Levantamento do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) feito a pedido do Observatório do Clima mostra que, no Brasil, as unidades de conservação terrestres, em todas as categorias, armazenam 19,4 gigatoneladas de carbono. Convertido para CO2, esse estoque equivale a 33 anos de emissões brasileiras de gases de efeito estufa no ritmo atual – 2,145 GtCO2e em 2024, o último dado disponível. Os recentes ataques do Congresso às áreas protegidas, no entanto, colocam esse estoque em risco.

“Os projetos em tramitação ameaçam um patrimônio ambiental de todos os brasileiros e o equilíbrio climático mundial”, diz Paulo Moutinho, pesquisador sênior do Ipam, em referência às propostas do Legislativo que visam reduzir, reclassificar ou extinguir unidades de conservação no Brasil. “Os parlamentares que apoiam esses projetos podem transformar o Congresso na principal fonte de emissões de gases de efeito estufa do país”, reforça.

16/07/2026

Seremos História | Documentário HD Dublado (2018)

Fonte: National Geografic - As mudanças climáticas são transformações a longo prazo nos padrões de temperatura e clima. As atividades humanas têm sido o principal impulsionador das mudanças climáticas, principalmente devido à queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e gás.

09/06/2026

Documentário | CLIMA DE RISCO


Fonte : TV Cultura (2025) - ONU - As mudanças climáticas são transformações a longo prazo nos padrões de temperatura e clima. As atividades humanas têm sido o principal impulsionador das mudanças climáticas, principalmente devido à queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e gás.
19/05/2026

"Super El Niño" em 2026: chance de fenômeno extremo passa de 90% e acende alerta de especialistas

Fonte: O tempo por Luiz Otávio Barbosa. 

 A probabilidade de formação de um novo El Niño em 2026 já ultrapassa a marca de 90%, segundo estimativas da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). O evento climático afetará as temperaturas e o regime de chuvas no Brasil, e possui 50% de chance de se configurar como forte ou muito forte, categoria popularmente classificada como "Super El Niño".

O fenômeno ocorre devido ao aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, que altera profundamente a circulação atmosférica global. A meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Anete Fernandes, esclarece que a definição da intensidade depende da evolução dessa anomalia. “Se eu tenho um aquecimento acima de dois ou três graus, já é considerado um evento forte. Se o aquecimento for ainda maior, ele pode ser mais intenso”, pontua.

Os efeitos reais levam de dois a três meses para serem percebidos na atmosfera e tendem a ser potencializados pelo cenário atual de aquecimento global. Em episódios recentes, como em 2023, o bloqueio de frentes frias provocado pelo fenômeno resultou em ondas de calor extremo mesmo durante o inverno. A associação com as mudanças climáticas acende o alerta para períodos quentes ainda mais intensos e duradouros.

27/07/2020

Você sabe de onde vem a sua comida?


Greenpeace - O que a comida que chega à sua mesa tem a ver com a crise climática e a destruição de florestas e outros ecossistemas em todo o planeta? É o que a atriz Alice Braga vai te contar nessa série de três vídeos produzida em parceria com o Greenpeace.

O sistema de agricultura industrial parece organizado, mas a verdade é que ele está totalmente fora de controle, transformando todos os ingredientes básicos da nossa dieta em “commodities”, gerando lucros para alguns e prejuízo para todos nós.
24/07/2019

As mudanças climáticas são mais rápidas do que os animais conseguem se adaptar

Parus Major – Foto: Bernard Castelein
Forschungsverbund Berlin - É de vital importância avaliar em que grau os animais podem responder às mudanças nas condições ambientais – por exemplo, mudando o tempo de reprodução – e se essas mudanças permitem a persistência de populações a longo prazo.

Para responder a essas perguntas, uma equipe internacional de 64 pesquisadores, liderada por Viktoriia Radchuk, Alexandre Courtiol e Stephanie Kramer-Schadt, do Instituto Leibniz de Zoologia e Vida Selvagem (Leibniz-IZW), avaliou mais de 10.000 estudos científicos publicados.

Os resultados de sua análise são preocupantes: embora os animais respondam geralmente às mudanças climáticas, tais respostas são geralmente insuficientes para lidar com o ritmo acelerado do aumento das temperaturas e às vezes seguem em direções erradas. Os resultados foram publicados na revista científica “Nature Communications”.
07/09/2017

Desmatamento e uso de terras para agropecuária são negligenciados como contribuintes para as mudanças climáticas

David Nutt / Lindsey Hadlock, Cornell University - No que diz respeito à luta contra as alterações climáticas, o foco muitas vezes depende da redução do uso de combustíveis fósseis e do desenvolvimento de fontes de energia sustentáveis. Mas um novo estudo da Universidade de Cornell mostra que o desmatamento e o uso subsequente de terras para agricultura ou pastagem, especialmente em regiões tropicais, contribuem mais para a mudança climática do que se pensava anteriormente.
O novo artigo, “Are the Impacts of Land Use on Warming Underestimated in Climate Policy? “, publicado em Environmental Research Letters , também mostra quão significativo esse impacto foi subestimado. Mesmo que todas as emissões de combustíveis fósseis sejam eliminadas, se as atuais taxas de desmatamento tropical se manterem firmes até 2100, ainda haverá um aumento de 1.5 graus no aquecimento global.
28/08/2017

1/3 das áreas protegidas da Amazônia enfrentam problemas, diz estudo

Sabrina Rodrigues, com informações da Assessoria de Comunicação do ICMBio - Na sexta-feira (25), uma pesquisa sobre a Amazônia foi apresentada, em Brasília, a técnicos do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio). O estudo alerta que das 388 áreas protegidas distribuídas entre os nove países que abrigam o bioma, 112 enfrentam riscos devido a ação humana.
O estudo “Análise de Vulnerabilidade da Amazônia e suas áreas protegidas” realizado dentro da filosofia de Pan-Amazônia, capitaneada pela Rede Parques, foi realizado pelo WWF, com o apoio do governo alemão. Os resultados do trabalho já foram apresentados em conferências ambientais importantes como Paris, Havaí e Cancún.
19/07/2017

Organização Meteorológica Mundial (OMM) registra recordes de calor em diferentes partes do mundo

ONU - Temperaturas extremamente altas para os meses de maio e junho bateram recordes de calor na Europa, Oriente Médio, norte da África e Estados Unidos. A informação foi divulgada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), que alertou também que as temperaturas médias dos oceanos e superfícies para os cinco primeiros meses de 2017 atingiram o segundo nível mais alto já registrado.
A agência da ONU lembrou que, em Portugal, temperaturas na faixa dos 40 graus contribuíram para agravar a devastação provocada por incêndios florestais na região de Pedrógão Grande, a 150 quilômetros de Lisboa. Episódio deixou dezenas de mortos e feridos. Na vizinha Espanha, a primavera foi a mais quente em 50 anos. Na França, a OMM prevê que as tardes continuarão tendo temperaturas 10º C acima da média para essa época do ano.

01/06/2017

Trump diz adeus a Paris. UE e China querem salvar clima

País vai cessar já o cumprimento das ações não vinculativas do acordo. Obama critica decisão e acusa sucessor de "rejeitar o futuro"

REUTERS/KEVIN LAMARQUE - Donald Trump confirmou ontem a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre as alterações climáticas, tornando-o num dos três países, a par da Síria e Nicarágua, que ficam fora do entendimento e distanciando-se dos seus aliados. Mas não exclui voltar, em termos ditados por Washington.
"Os Estados Unidos vão sair do Acordo de Paris para o Clima mas iniciar negociações para reentrar ou no Acordo de Paris, ou um negócio inteiramente novo, em termos que sejam justos para os Estados Unidos, as suas empresas, os seus trabalhadores, o seu povo, os seus contribuintes", afirmou o presidente norte-americano, que lidera a segunda nação mais poluidora do mundo, a seguir à China. "Se conseguirmos, ótimo. Se não, tudo bem", acrescentou. Esta saída do acordo não será imediata: Trump terá de dar início a um longo processo de desvinculação que não ficará concluído antes de novembro de 2020, o mesmo mês em que deverá ir a votos para a sua reeleição.
12/05/2017

Brasil assume compromissos internacionais pelo clima

País se comprometeu a reduzir emissão de carbono em 43% e a reflorestar e promover regeneração de 12 milhões de hectares

Portal Brasil, com informações do Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Agricultura e Bonn Challenge - Até 2030, o Brasil pretende reduzir em 43% as emissões de carbono em relação a 2005. Antes disso, até 2025, a meta é que o País corte 37% das emissões.
Esses compromissos constam no Acordo de Paris, que estabelece medidas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa, e representam apenas alguns dos acordos ambientais assumidos pelo governo federal no primeiro ano da administração do presidente Michel Temer.
O objetivo do Acordo é conter o aumento da temperatura média global em menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais, além de reunir esforços para limitar esse aumento a 1,5°C. O compromisso foi selado por meio da assinatura do Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC). 
Confira outras iniciativas do Brasil, no primeiro ano de governo Temer, para enfrentamento das mudanças climáticas e preservação da biodiversidade:
26/03/2017

Aumento da temperatura global se aproxima de 1,5º Celsius

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O ano de 2016 foi o mais quente já registrado. Pior, os três últimos anos foram os mais quentes desde o início da série de medição iniciada em 1880, com uma temperatura média 0,94º C acima da média do século XXI, em 2016, 0,90º C em 2015 e 0,74º C, em 2014. O clima fez um hat-trick.

Dos 17 anos mais quentes já registrados, 16 estão no século XXI. E o pior é que os dois primeiros meses de 2017 indicam que a temperatura do ano vai continuar alta, provavelmente menor do que 2016, mas mais elevada do que a de 2014 e talvez 2015. Tanto as temperaturas de janeiro (0,89º C) e fevereiro (0,98º C) de 2017 foram as segundas mais altas da série histórica para os respectivos meses, desde 1880. Parece que o calor veio para ficar.

Estas medições são importantes, especialmente porque os acordos internacionais falam em limitar o aquecimento global, no melhor cenário, a 1,5º C em relação ao período pré-industrial, ou seja, em relação ao período anterior ao início da utilização generalizada dos combustíveis fósseis.

Para se ter uma linha base mais próxima do período pré-industrial, a maioria dos cientistas que estudam o aquecimento global compara as temperaturas de hoje com as do final do século XIX. Mas um novo estudo mostra que o aquecimento já tinha se iniciado em meados do século XIX e registra o quanto o mundo já está perto de romper as metas de aquecimento do Acordo de Paris.
21/01/2017

Trump tira página sobre mudanças climáticas do ar e cria plano de energia que valoriza o carvão

Tão logo Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos, a página sobre mudanças climáticas no site da Casa Branca foi retirada do ar. Também foi divulgado um novo plano de energia que basicamente elimina o Plano de Ação Climática de Obama

Estadão Sustentabilidade - Assim que Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos, a página dedicada às mudanças climáticas que ficava hospedada no site da Casa Branca foi retirada do ar.

Ao entrar na página www.whitehouse.gov/energy/climate-change, que reunia informações sobre o problema e as políticas de Obama para lidar com o assunto, o internauta recebe a seguinte mensagem: “The requested page “/energy/climate-change” could not be found” – a página requisitada não pode ser encontrada.

Pior que isso, toda e qualquer menção à “climate change” (mudanças climáticas) ou “global warming” (aquecimento global) desapareceu do site. Buscas com as palavras resultam em nada encontrado.

O site Motherboard fez um print screen de como era a página nesta manhã.


E é assim que ficou logo que Trump fez o juramento de posse.

25/03/2015

A grande cisão: sucesso humano versus fracasso ecológico

“Enquanto o humanismo for feito por contraste com o objeto
abandonado à epistemologia, não compreenderemos
nem o humano, nem o não-humano”
Bruno Latour

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O Homo Sapiens é uma espécie caçula na Terra, que surgiu há cerca de 200 mil anos na África, e um certo tempo depois se espalhou pelo mundo. Há 10.000 anos os seres humanos e seus animais representavam menos de um décimo de um por cento da biomassa dos vertebrados da terra e agora são 97 por cento (Patterson, 2014). O progresso humano ocorreu de forma lenta na maior parte da história, mas adquiriu uma dimensão exponencial nos últimos 200 anos, quando as atividades antrópicas se tornaram onipresentes.
A demografia fornece dados esclarecedores a partir das estatísticas vitais. Segundo Angus Maddison (2008), a esperança de vida ao nascer do mundo era de apenas 24 anos no ano 1000 da Era Cristã. Nos países ocidentais (Europa Ocidental e Estados Unidos) a esperança de vida passou para 36 anos em 1820, 46 anos em 1900 e 67 anos em 1950. No resto do mundo a esperança de vida ao nascer ainda estava em 24 anos em 1820, chegou a 26 anos em 1900 e a 44 anos em 1950.
13/11/2014

China e EUA firmam acordo climático histórico

China e Estados Unidos, dois maiores emissores mundiais, firmam acordo para combater mudanças climáticas. Notícia é positiva, mas poderia ser mais ambiciosa.

Greenpeace - Quando o tema é a política sobre mudanças climáticas e energia, hoje pode ser o dia mais importante deste século. A China e os Estados Unidos chegaram a um acordo histórico, negociado de forma privada durante meses, e que apresenta o primeiro passo concreto da China em relação a metas internacionais de emissões de gases de efeito estufa.
A China se comprometeu a começar a redução de emissões a partir de 2030 – podendo, inclusive, antecipar esta data – e ter 20% de energia limpa em sua matriz energética no mesmo ano. Xi Jiping, presidente chinês, afirmou que o país irá instalar até 1000GW de energias limpas até 2030, o que significa quase todo o setor de energia dos Estados Unidos.
05/11/2014

'Brasil pode ter papel crucial na crise do clima', diz Al Gore

O ex-senador e ex-vice-presidente dos EUA Albert Gore volta ao Rio com seu otimismo e sua pregação pela necessidade de combater o aquecimento global.

Folha de São Paulo - Seu Projeto Realidade Climática arrebanhou 750 pessoas de 55 países para três dias de treinamento para disseminar a mensagem: impedir que a atmosfera se aqueça mais que 2ºC, nível considerado perigoso para a estabilidade do clima.
"Em 79 países o preço da energia de painéis solares está igual ou abaixo do preço da eletricidade pela queima de carvão", diz Gore. "O fato de as soluções estarem disponíveis é o antídoto para a paralisia política."
10/09/2013

Clima é a maior ameaça para a economia brasileira

Apresentação Eduardo Mamcasz, da Radioagência Nacional / EBC. - Estudo divulgado nesta segunda-feira (9) pela primeira Conferência Nacional sobre o Clima teme que o aumento de até seis graus na temperatura possa trazer graves efeitos inclusive para o nosso PIB-Produto Interno Bruto. Saiba mais.
Escute mais sobre o assunto logo abaixo: 
22/08/2013

Hoje, 770 milhões de pessoas não têm acesso à água. Até 2015, podem ser três bilhões

ONU Brasil - A administradora-adjunta do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Rebeca Grynspan, disse ontem (21) na Conferência de Alto Nível sobre Cooperação pela Água, realizada em Dushanbe no Tadjiquistão, que a cooperação pela água em nível nacional e global é essencial para alcançar o desenvolvimento sustentável e assegurar que milhões de pessoas tenham acesso a esse recurso precioso.
“Além do fato de que o mundo experimenta um crescimento explosivo na demanda por recursos hídricos, existe também o desperdício de água e a poluição, que ameaçam cada vez mais a integridade dos ecossistemas aquáticos e agrícolas, vitais para a vida e para o combate à fome.”

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