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História: José Lutzenberger

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26/01/2020

Telhados solares atingem 2º Gigawatt instalado no Brasil e devem crescer mais em 2020

Ruy Fontes – Agência #movidos - A grande procura dos consumidores brasileiros pelas placas de energia solar levou a tecnologia a alcançar o seu segundo Gigawatt (GW) instalado no segmento de geração distribuída.
Segundo os dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a marca foi atingida no dia 10 deste mês, quando havia 171.983 sistemas fotovoltaicos instalados.
Crescendo de forma consecutiva a cada ano no Brasil, a tecnologia alcançou a nova marca em bem menos tempo que levou para conquistar seu 1º GW, em agosto do ano passado.
O início de tudo foi em 2012, quando a Aneel promulgou as regras do segmento em sua Resolução Normativa 482, que deverá ser atualizada ainda em 2020.
Essa atualização das regras foi inclusive tema de grande debate no setor em 2019, quando a Aneel sinalizou retirar o subsídio do segmento alegando suposto prejuízo das distribuidoras.

13/01/2020

Renováveis podem reduzir em 97% o consumo de água na geração elétrica mundial

Ruy Fontes – Agência #movidos - Além do seu papel fundamental na descarbonização do setor elétrico mundial, as fontes de energia renováveis também ajudariam a reduzir o seu consumo de água em até 97%.
É o que mostra o resultado de um estudo feito por um time de pesquisadores da Universidade de tecnologia da Lappeenranta, na Finlândia, e divulgado na revista Nature Energy.
De acordo com o estudo, para produzir os mesmos 1 megawatt-hora (MWh) de energia, a tecnologia fotovoltaica consome entre 2% e 15% da água utilizada por usinas nucleares e a carvão.
Turbinas eólicas, por sua vez, consomem entre 0,1% e 14% dessa mesma quantidade.
Segundo os pesquisadores, essa demanda insignificante de água representa um ganho duplo para as tecnologias renováveis, que já apresentam quase zero emissões de CO2 na geração.
22/06/2017

O futuro da Energia Solar pode ser brilhante

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O Planeta azul, pertencente ao sistema solar, tem testemunhado o grande crescimento de uma espécie que está mudando o equilíbrio homeostático da Terra. O Homo sapiens, que surgiu há cerca de 200 mil anos, tem realizado revoluções permanentes que tem transformado a vida na “Spaceship Earth” (Boulding, 1966). Utilizando a energia solar de forma indireta (fotossíntese, etc.) a humanidade tem avançado sobre a comunidade biótica.

Há 10 mil anos, a revolução agropecuária aconteceu quando o ser humano aprendeu a cultivar o seu alimento e passou a domesticar os animais e utilizá-los como fonte de energia e meio de transporte. Esta revolução possibilitou o avanço da civilização, em suas múltiplas características regionais e geográficas. A idade da pedra lascada foi substituída pela idade da pedra polida e ambas foram superadas pela metalurgia do bronze.

Mas foi a Revolução Industrial e Energética do século XVIII que possibilitou o grande salto civilizacional, ao combinar o uso dos instrumentos da manufatura e da grande indústria com a energia extrassomática dos combustíveis fósseis (primeiro o carvão mineral e depois o petróleo e o gás). Os ganhos de produtividade foram excepcionais, o que permitiu o avanço do bem-estar humano e o grande crescimento da população mundial e das atividades antrópicas globais.

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