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História: José Lutzenberger

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31/07/2026

A tecnologia que promete RESFRIAR o PLANETA... mas a que custo?


Fonte: Canal Ciência TodoDia - O nosso planeta vive uma das eras mais quentes já registradas, e nós somos os responsáveis por isso. No vídeo de hoje vamos ver como a geoengenharia pode nós ajudar a reduzir a temperatura do planeta, trazendo ideias novas e inovadoras mas também, o outro lado delas. Será que de fato essas ideias são palpáveis e valem a pena?
19/07/2026

Valorização da floresta em pé

As florestas e/ou pequenas matas desempenham papéis extremamente relevantes para a saúde do planeta e da vida sobre ele

Fonte: Waldir Leite Roque (Ecodebate -artigo) - Quanto vale uma floresta nativa em pé? Até pouco tempo atrás esta pergunta era respondida apenas com base no seu potencial madeireiro e, eventualmente, na capacidade extrativista de alguns de seus produtos, como coleta de frutos ou de materiais para extração de essências naturais. A floresta em pé era vista como um passivo cujo custo de oportunidade vis-à-vis a produção agrícola era o que levava à sua derrubada.

Atualmente, com a crescente emissão de gases do efeito estufa (GEE), causando o aquecimento global, as florestas passaram a ser vistas com outros olhos. O potencial delas para a mitigação do GEE é um dos mais importantes mecanismos para sequestro e absorção desses gases, indo além com a produção do oxigênio que respiramos e de inúmeros serviços ambientais. Deste modo, produtos muito além da madeira passaram a ser qualificados como bens por ela produzidos.
12/07/2026

(ANÁLISE) O El Niño e a favela: por onde andam as políticas de adaptação? Ou quem se importa?

Homem atravessa a rua alagada em Canoas, um dos municípios mais atingidos pelas inundações no Rio Grande do Sul. Crédito: Bruno Santos/Folhapress
Enquanto alguns contabilizam perdas em safras e commodities, outros perdem casas, documentos, meios de trabalho e, muitas vezes, a própria vida

Fonte: Celso Sánchez · Alberto Calil Elias Junior ((o))eco - Em meados de junho de 2026, enquanto alguns canais de notícias alardeavam a chegada de um “Super El Niño” a cidade do Rio de Janeiro foi, mais uma vez, impactada pelo alto volume de chuvas. De acordo com o Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio de Janeiro, no dia 16 de Junho foi registrado o terceiro maior índice pluviométrico da história na favela da Rocinha. “Das 12h de segunda às 15h de terça, os sensores da Prefeitura do Rio registraram 254,6 milímetros (mm) de chuva”.

No cotidiano das cidades, os impactos e a percepção de um evento como as chuvas intensas, se manifestam de diferentes formas e são atravessadas pelas distinções características de uma cidade desigual, nas dimensões de classe, gênero e raça. Para algumas pessoas, que em geral habitam as regiões mais abastadas das cidades, as preocupações estão relacionadas a possíveis atrasos, contratempos ou programações adaptadas para dias chuvosos, enquanto que para a maioria da população, chuvas intensas como a que caiu sobre a favela da Rocinha em junho, representam uma carga de preocupação e ansiedade quanto à segurança de seus entes queridos e de seus escassos bens materiais.
23/05/2026

Ritmo do aumento do nível do mar dobrou desde 1960

Entenda porque o ritmo de elevação do nível do mar dobrou nas últimas décadas e o que o aquecimento dos oceanos tem a ver com isso.

Henrique Cortez (Ecodebate) - Como muitas pessoas, sempre tive uma conexão profunda com o litoral. O som das ondas e a linha do horizonte parecem constantes, quase eternos. No entanto, a ciência recente nos mostra que essa linha está se movendo mais rápido do que nunca e entender o porquê é fundamental para compreendermos o mundo que deixaremos para o futuro.

Recentemente, uma equipe internacional de cientistas climáticos, no estudo “Improved closure of the global mean sea level budget from observational advances since 1960”, desvendou um mistério que perdurava há décadas, detalhando exatamente o que está impulsionando o aumento do nível do mar. Os dados são reveladores e inquietantes.
19/05/2026

"Super El Niño" em 2026: chance de fenômeno extremo passa de 90% e acende alerta de especialistas

Fonte: O tempo por Luiz Otávio Barbosa. 

 A probabilidade de formação de um novo El Niño em 2026 já ultrapassa a marca de 90%, segundo estimativas da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). O evento climático afetará as temperaturas e o regime de chuvas no Brasil, e possui 50% de chance de se configurar como forte ou muito forte, categoria popularmente classificada como "Super El Niño".

O fenômeno ocorre devido ao aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, que altera profundamente a circulação atmosférica global. A meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Anete Fernandes, esclarece que a definição da intensidade depende da evolução dessa anomalia. “Se eu tenho um aquecimento acima de dois ou três graus, já é considerado um evento forte. Se o aquecimento for ainda maior, ele pode ser mais intenso”, pontua.

Os efeitos reais levam de dois a três meses para serem percebidos na atmosfera e tendem a ser potencializados pelo cenário atual de aquecimento global. Em episódios recentes, como em 2023, o bloqueio de frentes frias provocado pelo fenômeno resultou em ondas de calor extremo mesmo durante o inverno. A associação com as mudanças climáticas acende o alerta para períodos quentes ainda mais intensos e duradouros.

28/02/2020

Antártica bate os 20 graus Celsius e tem temperatura mais alta da história

O jornal britânico The Guardian publicou uma informação assustadora. Depois de, na semana passada, o continente da Antártica ter registrado a mais a alta temperatura de sua história, hoje quinta-feira (13), o recorde já foi superado. Pesquisadores brasileiros da região identificaram a medição na Ilha Seymour. A temperatura registrada foi de 20,75ºC.

Para se ter uma ideia, o número é tão absurdo que foi a temperatura máxima registrada na terça-feira (11), na capital paulista. Enquanto o verão se intensifica no continente gelado, aqui a influência de frente frias vem alterando a cara da estação mais quente do ano.

“Nós estamos vendo uma tendência de aquecimento em diversos locais que estão sendo monitorados, mas nunca vimos algo parecido com isso. Nós temos mudanças climáticas na atmosfera diretamente relacionadas com as transformações na permafrost e no oceano. Tudo que está acontecendo é muito bem interligado”, afirmou o pesquisador brasileiro Carlos Schaefer, da Universidade Federal de Viçosa ao The Guardian.

Ártico aquece em uma década o mesmo que o resto do planeta em 137 anos, mostra estudo

O último recorde havia sido registrado há uma semana atrás, quando os termômetros da Base Esperanza, controlada pelo Sistema Meteorológico Nacional, da Argentina, atingiram 18,3º C na região. A temperatura mais alta registrada desde os dois últimos recordes era de 17,5ºC. Estudos indicam que, desde que o clima começou a ser monitorado por lá, a temperatura média da Antártica cresceu 3 graus Celsius.
12/08/2019

Recorde de degelo nos polos em julho de 2019

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O mês de julho de 2019 bateu todos os recordes de degelo nos polos, contribuindo para a elevação do nível dos oceanos e servindo de alerta para bilhões de pessoas que moram nas áreas litorâneas. Depois de cinco sucessivos anos (2014, 2015, 2016, 2017 e 2018) de recordes de temperaturas globais, o ano de 2019 caminha para ser o segundo mais quente já registrado. Os meses de junho e julho de 2019 foram os mais quentes da série histórica que começou em 1880.

Os gráficos abaixo mostram os registros e as tendências do degelo no Ártico e na Antártica nos últimos 40 anos, de 1979 a 2019. Nota-se que o degelo no Ártico é muito mais rápido e apresenta uma redução de 7,3% por década, sendo que no mês de julho de 2019 foram computados 7,6 milhões de km2, bem abaixo da média de 9,5 milhões de km2 no período 1981-2010. Na Antártica, o mês de julho apresentou 15,3 milhões de km2, abaixo da média de 16 milhões de km2 do período 1981-2010

O degelo na Groenlândia também é dramático, como mostra o gráfico abaixo do National Snow and Ice Data Center, dos EUA. Após um inverno relativamente seco e primavera quente, a Groenlândia apresentou um grande episódio de derretimento de superfície no mês de julho, especialmente no dia 31/07/2019, com uma área máxima de fusão em 984.000 quilômetros quadrados. O derretimento foi detectado em toda a costa, exceto na ponta mais distante ao sul da camada de gelo, e se estendeu para o interior das regiões oeste central e centro-leste, quase até o cume. As áreas costeiras do leste e nordeste também se fundiram extensivamente.
26/07/2018

Desaceleração de correntes oceânicas pode intensificar aquecimento global

Estudo mostra que a velocidade das correntes varia naturalmente ao longo do tempo. Por anos, o ritmo rápido ajudou a conter o aquecimento do planeta, mas esse tempo acabou.

Revista Galileu - Diversos estudos nos últimos anos mostraram uma diminuição da velocidade das correntes do Oceano Atlântico, o que rendeu até assunto para o cinema, em O Dia Depois de Amanhã, em que o colapso dessa corrente dá início a uma nova era do gelo no hemisfério norte. Uma nova pesquisa, no entanto, mostra que esse cenário está longe de se concretizar e o desaceleramento das correntes é normal, resultado de um ciclo que, estimam, dura várias décadas.

“Muitos se concentraram no fato de que está declinando muito rapidamente e que, se a tendência continuar, irá além de um ponto crítico, trazendo uma catástrofe como a era do gelo”, afirma um dos autores da pesquisa, Kit Tung, professor de Matemática Aplicada da Universidade de Washington. “Acontece que nada disso vai acontecer no futuro próximo. A resposta rápida pode, em vez disso, ser parte de um ciclo natural e há sinais de que o declínio já está terminando ”.
11/02/2018

Geleira do ártico esconde ameaça para o meio ambiente

Enorme reserva de mercúrio está sob gelo terras congeladas

Sputnik - Um grupo de cientistas descobriu qual ameaça se esconde nas terras congeladas do Ártico: enormes reservas naturais de mercúrio, sendo este um metal pesado e tóxico que em certas condições pode se acumular em peixes e em outros animais, causando sérios problemas à saúde de humanos.
A pesquisa, publicada em 5 de fevereiro pela revista Geophysical Research Letters, informa existência de 32 milhões de galões de mercúrio no pergelissolo ártico, ou seja, na camada constituída por terra, gelo e rochas permanentemente congelada.
Esta quantidade é, segundo assinalam os especialistas, dez vezes maior do que todo o mercúrio liberado na atmosfera pela humanidade com a queimada de carbono e de outras fontes contamináveis nos últimos 30 anos.
15/12/2017

Planeta Óleo (Documentário BBC)

Neste completíssimo documentário somos convidados a assistir todas as nuances da febre do consumo do petróleo em um levantamento histórico, político, econômico, social sem esquecer dos desdobramentos sobre as mudanças climáticas. Vale a pena conferir!! ☺


Planeta Óleo - Episódio 1/3 : Como o Óleo nos fez 
29/07/2017

Consequências da elevação do nível do mar no século XXI

Em Kiribati, no Oceano Pacífico, o governo prepara
a inteira população para uma evacuação total.
IFCH/Unicamp - “Não creio que há dez anos os cientistas percebessem quão rapidamente se verificaria o potencial para uma rápida elevação do nível do mar”, afirmou em 2016 Maureen Raymo, uma autoridade mundial em paleoclimatologia [I]. De fato, no último decênio os cientistas vêm detectando uma forte aceleração na taxa de elevação do nível do mar, causada pela expansão térmica da água e pelo degelo continental, processos agravados por furacões mais poderosos e por rebaixamento (subsidência) do nível dos deltas (devido ao represamento dos sedimentos fluviais e ao esgotamento dos aquíferos próximos do litoral). O fato que a urbanização dos litorais continue se intensificando [II], malgrado a certeza dessa aceleração, é mais um exemplo do estado de denegação das evidências em que se encontram as sociedades contemporâneas, incluindo seus segmentos mais escolarizados.
21/07/2017

Aquecimento global e ondas mortais de calor

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O mundo está ficando mais quente, mas umas áreas esquentarão mais do que outras e as ondas de calor ficarão mais frequentes e mais letais. O Brasil vai ser um dos países mais afetados pelas ondas mortais de calor que devem se espalhar pelo globo ao longo do século XXI, ainda que se atinja a meta do Acordo de Paris de manter o aquecimento global abaixo do patamar de 2º C até 2100.
A figura ao lado mostra o número de dias por ano que excede o limiar de temperatura e umidade para além do qual as condições climáticas se tornam mortíferas no cenário RCP 8.5 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O artigo “Global risk of deadly heat”, publicado no periódico Nature Climate Change (19/06/2017) considera que as mudanças climáticas vão tornar mais frequentes as ondas de calor letais, no cenário de manutenção atual das emissões de gases de efeito estufa (GEE).
Atualmente, 30% dos habitantes da Terra passam por períodos de calor extremo em algum momento do ano, mas ao longo do corrente século, três quartos da população mundial enfrentarão ondas mortais de calor. Mesmo com o cumprimento dos objetivos do Acordo de Paris, a população exposta ao calor mortal será de cerca de 50%.
19/07/2017

Organização Meteorológica Mundial (OMM) registra recordes de calor em diferentes partes do mundo

ONU - Temperaturas extremamente altas para os meses de maio e junho bateram recordes de calor na Europa, Oriente Médio, norte da África e Estados Unidos. A informação foi divulgada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), que alertou também que as temperaturas médias dos oceanos e superfícies para os cinco primeiros meses de 2017 atingiram o segundo nível mais alto já registrado.
A agência da ONU lembrou que, em Portugal, temperaturas na faixa dos 40 graus contribuíram para agravar a devastação provocada por incêndios florestais na região de Pedrógão Grande, a 150 quilômetros de Lisboa. Episódio deixou dezenas de mortos e feridos. Na vizinha Espanha, a primavera foi a mais quente em 50 anos. Na França, a OMM prevê que as tardes continuarão tendo temperaturas 10º C acima da média para essa época do ano.

13/07/2017

Iceberg gigante se desprende de plataforma na Antártida

Um dos maiores icebergs já registrados na história, o "A68" se desprendeu de um gigantesco bloco de gelo na Antártida, anunciaram nesta quarta-feira (12) os cientistas da Universidade de Swansea, no Reino Unido.    

Agência ANSA - O gigante iceberg, que é maior que a área do Distrito Federal e pesa um trilhão de toneladas, separou-se do segmento Larsen C, a maior plataforma de gelo do norte do continente.
Pesquisadores e cientistas já acompanhavam a rachadura há anos, mas, em 2016, afirmaram que o ritmo da fissura tinha aumentado a patamares nunca vistos, avançando 18 km a cada duas semanas. Os especialistas acreditam que o bloco tenha se soltado entre os dias 10 e 12 de junho, de acordo com imagens de satélites. Adrian Luckman, professor da Universidade de Swansea e que monitora o "A68", afirmou que uma das possibilidades é que o iceberg se quebre em vários outros blocos menores.

Parte do gelo pode permanecer na área por décadas, enquanto outros pedaços do iceberg devem navegar em direção ao norte e derreter. Isso elevaria o nível do mar, além de ser um risco para navios e de cruzeiros que fazem rota para a América do Sul.
26/03/2017

Aumento da temperatura global se aproxima de 1,5º Celsius

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O ano de 2016 foi o mais quente já registrado. Pior, os três últimos anos foram os mais quentes desde o início da série de medição iniciada em 1880, com uma temperatura média 0,94º C acima da média do século XXI, em 2016, 0,90º C em 2015 e 0,74º C, em 2014. O clima fez um hat-trick.

Dos 17 anos mais quentes já registrados, 16 estão no século XXI. E o pior é que os dois primeiros meses de 2017 indicam que a temperatura do ano vai continuar alta, provavelmente menor do que 2016, mas mais elevada do que a de 2014 e talvez 2015. Tanto as temperaturas de janeiro (0,89º C) e fevereiro (0,98º C) de 2017 foram as segundas mais altas da série histórica para os respectivos meses, desde 1880. Parece que o calor veio para ficar.

Estas medições são importantes, especialmente porque os acordos internacionais falam em limitar o aquecimento global, no melhor cenário, a 1,5º C em relação ao período pré-industrial, ou seja, em relação ao período anterior ao início da utilização generalizada dos combustíveis fósseis.

Para se ter uma linha base mais próxima do período pré-industrial, a maioria dos cientistas que estudam o aquecimento global compara as temperaturas de hoje com as do final do século XIX. Mas um novo estudo mostra que o aquecimento já tinha se iniciado em meados do século XIX e registra o quanto o mundo já está perto de romper as metas de aquecimento do Acordo de Paris.
24/01/2017

Terra: Existe um Futuro? (Dublado)


Existe um futuro para o planeta Terra? Este especial trata do aquecimento global sob uma ótica realista, apontando, além de suas causas, os efeitos que vivenciaremos em um futuro próximo e providências práticas para que essa trajetória rumo ao colapso seja interrompida. O abuso de recursos naturais, como água e combustíveis fósseis, o desmatamento e o aquecimento global podem comprometer a sobrevivência na Terra. No programa, a computação gráfica constrói esses cenários futuros que resultariam dos séculos de crescimento desordenado. Por outro lado, o especial também mostra que ainda podemos reverter o curso em direção ao caos e as iniciativas que vêm sendo tomadas para que essas mudanças ocorram a tempo de nos livramos do colapso global. Projeções numéricas e relatos de especialistas planificam de maneira realista a relação entre o crescimento da população, da produção industrial e do consumo, com seus desdobramentos. Um mundo de catástrofes, pragas, escassez de água potável e desequilíbrio ambiental: essa é a realidade que espera por nós, caso não haja uma mudança de conduta drástica e imediata.
21/01/2017

O ano de 2016 bateu o recorde de ano mais quente desde 1880

Temperatura global bate recorde e 2016 foi o ano mais quente desde 1880

Ansa / ABr - O ano de 2016 bateu o recorde de ano mais quente desde 1880, quando foram feitos os primeiros registros históricos da temperatura, informaram nesta quarta-feira (18) cientistas na Nasa e da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês). As informações são da Agência ANSA.

Segundo a Noaa, a média da temperatura da superfície da Terra ficou em 0,94ºC acima da média registrada no século 20, de 13,9%. Desde o século 20 o recorde anual de temperatura global foi quebrado cinco vezes: 2005, 2010, 2014, 2015 e 2016. Este é o terceiro ano consecutivo em que o recorde é quebrado.

“Muito do calor recorde sentido no planeta pode ser atribuído ao aumento das temperaturas nos oceanos”, diz o documento se referindo aos efeitos do El Niño, fenômeno caracterizado pela elevada temperatura das águas do oceano Pacífico, sobretudo nos primeiros meses de 2016. Durante o ano passado, os meses de janeiro, março, abril, junho, julho e agosto, estão entre os 12 meses mais quentes em 137 anos. De acordo com a Nasa, “as temperaturas estão atingindo níveis que podem ameaçar nossa civilização”.
25/03/2015

A grande cisão: sucesso humano versus fracasso ecológico

“Enquanto o humanismo for feito por contraste com o objeto
abandonado à epistemologia, não compreenderemos
nem o humano, nem o não-humano”
Bruno Latour

José Eustáquio Diniz Alves, Ecodebate - O Homo Sapiens é uma espécie caçula na Terra, que surgiu há cerca de 200 mil anos na África, e um certo tempo depois se espalhou pelo mundo. Há 10.000 anos os seres humanos e seus animais representavam menos de um décimo de um por cento da biomassa dos vertebrados da terra e agora são 97 por cento (Patterson, 2014). O progresso humano ocorreu de forma lenta na maior parte da história, mas adquiriu uma dimensão exponencial nos últimos 200 anos, quando as atividades antrópicas se tornaram onipresentes.
A demografia fornece dados esclarecedores a partir das estatísticas vitais. Segundo Angus Maddison (2008), a esperança de vida ao nascer do mundo era de apenas 24 anos no ano 1000 da Era Cristã. Nos países ocidentais (Europa Ocidental e Estados Unidos) a esperança de vida passou para 36 anos em 1820, 46 anos em 1900 e 67 anos em 1950. No resto do mundo a esperança de vida ao nascer ainda estava em 24 anos em 1820, chegou a 26 anos em 1900 e a 44 anos em 1950.
16/01/2013

Países fizeram mais leis contra aquecimento global em 2012

As legislações nacionais na luta contra o aquecimento global progrediram mais nos países do sul em 2012, conforme um relatório da ONG Globe International, elaborado em parceria com o Grantham Research Institute e a London School of Economics. A organização observou que houve avanços em 18 dos 33 países estudados e destaca que o México foi o que mais desenvolveu a legislação ambiental.
Os maiores progressos ocorreram nas economias emergentes, afima o texto, citando o exemplo do México. Em 2012, o país votou uma “lei geral sobre as mudanças climáticas”, prevendo uma redução de 30% das emissões de gases de efeito estufa até 2020, em relação às projeções estimadas para este período. Os mexicanos também criaram “estruturas institucionais” adaptadas para proteger o planeta, conforme a Globe International.
05/10/2012

Preservação do meio ambiente começa em casa. População precisa fazer a sua parte

Simples ações que começam dentro de casa surgem como alternativas para a preservação do meio ambiente. Entre vários outros benefícios, a mudança de comportamento pode contribuir para a redução de emissões de gases poluentes e substâncias responsáveis pelas mudanças climáticas no planeta. O Dia do Consumo Consciente, comemorado em 15 de outubro, é uma oportunidade para que a população passe a fazer a sua parte.
As geladeiras e os freezers antigos estão entre os principais vilões da atmosfera. Os equipamentos de refrigeração produzidos até 2001 contêm clorofluorcarbono (CFC), substância destruidora da camada de ozônio. Caso haja vazamentos do gás, esses aparelhos se tornam potenciais agressores da concentração do gás ozônio que filtra a radiação ultravioleta da Terra. 

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