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14/10/2026

Ecossistemas de Inovação: A Revolução Agro

Ecossistemas de Inovação: a Revolução Agro, documentário produzido pela Prosa Press, mostra a importância da tecnologia no agronegócio.
 

Fonte: Prosa Press | Documentários e Inovação - Aumento da produtividade no campo, redução do uso de recursos naturais e minimização de impactos ambientais no planeta. Essas são apenas algumas das tecnologias que estão revolucionando o agronegócio no Brasil, e que são destaques no documentário Ecossistemas de Inovação: Revolução Agro. 

Dirigido por Beto Leme, o documentário rodou o país para mostrar como drones, inteligência artificial e outras soluções digitais estão ajudando os produtores a monitorar o solo, prever o clima, otimizar o uso de insumos e fertilizantes, além de reduzir o desperdício de água. O filme também aborda a importância da preservação da biodiversidade em áreas agrícolas e como os ecossistemas locais podem ser beneficiados por práticas sustentáveis. 

Novas fronteiras amazônicas

Fonte: Pesquisa FAPESP - Uma expedição científica à serra do Aracá (AM), financiada pela FAPESP, reuniu 16 pesquisadores, de instituições brasileiras e internacionais, para desbravar uma área pouco conhecida da Amazônia. Durante 19 dias, a equipe explorou a biodiversidade de ecossistemas de altitude no norte do Amazonas. Foram dois acampamentos: um na mata nebular, um tipo de floresta úmida de altitude, constantemente envolvida por neblina ou nuvens baixas, e outro em uma região batizada pelos pesquisadores de Aracazinho, com terrenos predominantemente arenosos e pouca pedra visível. Os especialistas registraram nove espécies de lagartos (das quais cinco são provavelmente novas para a ciência), cinco espécies de cobras (uma delas inédita) e 18 espécies de anfíbios (com cerca de dez prováveis novidades). Entre eles, uma nova espécie de sapo-foguete do gênero Anomaloglossus, fotografada por Phelipe Janning, editor audiovisual de Pesquisa FAPESP. Com cerca de 2 centímetros de comprimento, esse anfíbio habita riachos, córregos e trechos alagados das formações abertas da serra do Aracá, onde canta e forrageia durante o dia, explica Taran Grant, professor do Instituto de Biociências da USP.
23/08/2026

O século XXI começou no subsolo

Jazida de mineração da empresa Vale Fertilizantes em Tapira, região de Araxá (MG). O município de Araxá se tornou atrativo aos gigantes do setor de mineração do Brasil por possuir terras raras de onde podem ser retirados os rejeitos de nióbio e fosfato. Foto: Edson Silva/ Folhapress
O Brasil pode repetir o velho modelo de exportar recursos naturais ou transformar sua riqueza mineral e biológica em conhecimento, tecnologia e soberania

Fonte: Geraldo Fernandes · Walisson Kenedy-Siqueira · Amilcar Saporetti Junior ((o))eco - A Revolução Industrial não começou simplesmente quando James Watt aperfeiçoou a máquina a vapor. Ela começou quando a humanidade percebeu que a energia poderia substituir a força humana em uma escala inédita. Da mesma forma, o século XX tornou-se o século do petróleo quando o domínio dessa fonte de energia passou a determinar economias, guerras e relações internacionais. Talvez o século XXI tenha começado no subsolo.

Uma nova arquitetura tecnológica e geopolítica está sendo construída rapidamente. Seu fundamento não é apenas petróleo ou carvão, mas também os chamados minerais críticos, entre eles as terras raras. Eles estão presentes em motores elétricos, turbinas eólicas, equipamentos médicos, computadores, sensores, satélites, radares, robôs e sistemas de defesa.

E há um novo consumidor de escala extraordinária: a inteligência artificial. Por trás dos algoritmos existe uma infraestrutura física gigantesca, formada por centros de dados, servidores, semicondutores, redes e sistemas de armazenamento. A revolução digital, portanto, não reduziu nossa dependência da natureza. Ao contrário: quanto mais digital se torna o mundo, mais depende de sua base física e geológica e, inevitavelmente, dos ecossistemas que sustentam esses territórios.
21/08/2026

O custo farmacêutico da perda da biodiversidade

Substâncias extraídas da natureza, seus derivados e moléculas inspiradas em estruturas naturais permanecem entre as principais fontes da inovação farmacêutica

Fonte: Ecodebate, Reinaldo Dias - A destruição das florestas tropicais costuma ser medida pela extensão das áreas derrubadas, pelo volume de carbono lançado na atmosfera e pelo número de espécies ameaçadas. Esses indicadores mostram a gravidade da crise, mas não revelam todas as perdas envolvidas. Em plantas, fungos, microrganismos e animais encontram-se substâncias e informações genéticas que alimentam pesquisas médicas e podem dar origem a novos tratamentos. Quando uma floresta desaparece antes que sua diversidade seja estudada, parte desse patrimônio também desaparece, muitas vezes sem que a ciência chegue a saber o que foi perdido.

Uma análise divulgada pela organização internacional Zero Carbon Analytics, em julho de 2026, deu dimensão econômica a esse risco. As florestas tropicais podem guardar até US$ 1,2 trilhão em medicamentos ainda não descobertos. O valor se refere apenas ao potencial farmacêutico das plantas com flores presentes nesses ecossistemas. Não inclui a diversidade de fungos, microrganismos e animais terrestres, nem os recursos encontrados nos oceanos e nos ambientes de água doce. Mesmo restrito a uma parte da biodiversidade conhecida, o cálculo expõe o custo de destruir ecossistemas que continuam amplamente inexplorados pela ciência.

A perda da biodiversidade deixa, assim, de ser apresentada apenas como uma tragédia ambiental distante da vida cotidiana. Ela atinge a capacidade da medicina de responder a doenças, produzir antibióticos, aperfeiçoar tratamentos contra o câncer e enfrentar novos desafios sanitários. A floresta derrubada pode conter uma espécie que jamais será catalogada, uma molécula que não chegará ao laboratório ou um princípio ativo que poderia aliviar o sofrimento de milhões de pessoas. O dano não se resume ao presente. Ele elimina possibilidades que fariam parte do futuro da saúde humana.

16/07/2026

Desastre de Mariana favoreceu espécies invasoras no Rio Doce

Pesquisadora da Universidade Federal de Lavras (UFLA) faz a coleta de água do Rio Doce. Foto: Divulgação.
Dez anos após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), os efeitos do desastre ainda podem ser observados na fauna aquática do Rio Doce.

Fonte: Universidade Federal de Lavras (UFLA)
- Uma pesquisa da Universidade Federal de Lavras (UFLA) mostrou que a diversidade de espécies nativas de peixes diminuiu nas áreas mais impactadas pela lama de rejeitos, enquanto espécies invasoras passaram a ocupar espaço na calha principal do rio.

O estudo, coordenado pelo professor Paulo Pompeu, do Instituto de Ciências Naturais da UFLA (ICN/UFLA), analisou, através de isótopos estáveis, as fontes alimentares de cerca de 65 espécies de peixes do Rio Doce, em 10 pontos pela calha, e mostrou que, quanto mais próximo da área atingida pelo rompimento da barragem do Fundão, menor é a diversidade de recursos consumidos pelos peixes.

Segundo os pesquisadores, a redução dos recursos alimentares disponíveis indica que há uma diminuição da diversidade desses animais. Espécies mais especializadas tendem a desaparecer, enquanto peixes com hábitos mais generalistas e maior capacidade de adaptação encontram condições favoráveis para se estabelecer.
15/07/2026

A INCRÍVEL AMAZÔNIA SELVAGEM | Onde os Predadores Guardam Seus Segredos | Documentário de Animais


Fonte:    / @mundoferozoficial  - Viaje até o coração da Floresta Amazônica e descubra um dos ecossistemas mais extraordinários do planeta. Neste documentário completo, você explorará os segredos, as paisagens e a incrível biodiversidade da maior floresta tropical do mundo, lar de milhares de espécies de animais e plantas que desempenham um papel essencial para o equilíbrio da vida na Terra.

Conheça os rios que cortam a selva, os predadores silenciosos, as criaturas mais raras e as adaptações surpreendentes que permitem a sobrevivência em um ambiente repleto de desafios. Com imagens envolventes e informações fascinantes, este documentário revela por que a Amazônia continua sendo um dos maiores tesouros naturais do planeta.
03/07/2026

CERRADO SELVAGEM | A Savana Mais Biodiversa do Mundo - Documentário


Fonte:    / @mundoferozoficial   - O Cerrado é a savana mais rica em biodiversidade do planeta, lar de onças, lobos-guará, tamanduás e centenas de espécies únicas. Neste documentário, descubra como a vida resiste entre secas, queimadas naturais e paisagens que escondem um dos ecossistemas mais importantes e ameaçados da Terra.
21/06/2026

AMAZÔNIA SELVAGEM | Uma Jornada Pela Maior Biodiversidade do Mundo


Fonte:  / @mundoferozoficial  - Embarque em uma jornada imersiva pelo maior santuário de vida da Terra. 400 bilhões de árvores criando seu próprio clima, rios voadores invisíveis regulando o continente, comunicação subterrânea entre plantas, e medicina indígena salvando vidas modernas. Da inteligência oculta da floresta ao ponto de não retorno que ameaça o planeta, este documentário revela como o destino da Amazônia está diretamente ligado ao seu futuro. Descubra por que esta não é apenas uma floresta distante, mas um superorganismo do qual todos dependemos.


As ameaças que colocam as árvores gigantes da Amazônia em risco

O Angelim-Vermelho de quase 90 metros
Foto: Ifap/acervo
Centenárias e essenciais para a biodiversidade e o clima, as árvores gigantes da Amazônia estão entre os seres vivos mais valiosos e vulneráveis da floresta

Fonte: Greenpeace - As árvores gigantes da Amazônia sobreviveram por séculos a tempestades, secas, enchentes e transformações naturais da floresta. No entanto, hoje enfrentam ameaças causadas pela atividade humana que podem destruir, em poucos dias, indivíduos que levaram centenas de anos para atingir suas dimensões extraordinárias.

O avanço do desmatamento na Amazônia, da exploração madeireira e do garimpo ilegal coloca em risco algumas das árvores mais antigas e importantes da floresta. Espécies como o Angelim-vermelho, conhecidas por alcançar mais de 80 metros de altura, são especialmente visadas devido ao alto valor comercial de sua madeira. Em muitos casos, a derrubada de um único exemplar representa a perda de séculos de crescimento contínuo.

A pressão sobre essas árvores também aumenta à medida que novas áreas da floresta amazônica são abertas para atividades econômicas predatórias. Estradas, áreas de mineração e frentes de exploração madeireira avançam sobre regiões remotas onde muitas árvores gigantes ainda permanecem preservadas, fragmentando habitats e alterando o equilíbrio ecológico da floresta.
01/06/2026

92% dos brasileiros demonstram preocupação com animais silvestres – e unidades do ICMBio mostram como a conservação acontece na prática

Fonte (ICMBio) - Enquanto a fauna silvestre mobiliza os brasileiros, especialistas alertam para a necessidade de ampliar o apoio concreto às políticas de conservação e proteção ambiental

Uma pesquisa recente do Instituto Vida Livre, em parceria com a Quaest, aponta aquilo que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) presencia diariamente em suas unidades de conservação (UCs) federais, centros de pesquisa e ações em campo: os brasileiros demonstram preocupação crescente com os animais silvestres e reconhecem a importância da conservação ambiental. De acordo com o estudo, para 92% dos brasileiros, preservar os animais silvestres é algo “muito importante” (83%) ou “importante” (9%). Além disso, 68% da população acredita que a proteção da fauna deve estar entre as prioridades do país. 

Mas existe uma pergunta inevitável por trás dessa sensibilização coletiva: o quanto esse apoio se transforma, de fato, em apoio efetivo à conservação da biodiversidade? 

Mais do que revelar empatia pela fauna, a pesquisa evidencia um desafio central para a conservação no país: transformar este sentimento em participação ativa. Isso envolve desde atitudes cotidianas e engajamento social até o fortalecimento das políticas públicas ambientais, das unidades de conservação e das ações de pesquisa, monitoramento e fiscalização. 

Nas unidades de conservação e centros de pesquisa do Instituto Chico Mendes, essa questão é prioritária aos trabalhos de quem atua para evitar o desaparecimento silencioso de espécies ameaçadas. 

“O resultado dessa pesquisa mostra que a sociedade brasileira compreende algo que a ciência vem alertando há décadas: não existe futuro possível com florestas vazias e espécies desaparecendo diante dos nossos olhos”, salienta Marcelo Marcelino, diretor de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (DIBIO) do ICMBio. 
26/11/2017

Amazônia Desconhecida (Documentário HD)


Sinopse: A Amazônia é um dos lugares mais famosos do mundo e, curiosamente, um dos menos conhecidos. Em meio a tanta desinformação, o documentário se propõe uma difícil missão. Buscar as inúmeras verdades existentes, derrubando mitos e levando ao público um retrato mais fiel da maior floresta tropical do planeta.

Quais são os vilões do desmatamento? 

Qual o caminho para o desenvolvimento sem agredir a natureza? 

Estas são algumas das questões cruciais envolvendo a Amazônia e que ainda esperam por respostas convincentes. Trata-se de um filme sobre a Amazonia, feito por brasileiros, mas com uma visão global do tema, e apoiado nas mais recentes descobertas e pesquisas cientificas. Um filme que abriga visões conflitantes, e que abre espaço para que muitas vozes possam ser ouvidas.
10/08/2017

Impactos Ambientais dos Eucaliptos

Roberto Naime, Ecodebate - As questões ambientais ganham importância cada vez maior para a sustentabilidade do desenvolvimento socioeconômico das nações. Isto inclui questões relativas aos impactos ambientais de florestas de eucalipto, sobre a água, o solo, a biodiversidade e a atmosfera.
Assertivas generalistas devem ser recebidas com ressalvas, pois de acordo com as análises elaboradas, os impactos ambientais das florestas de eucalipto dependem, fundamentalmente, das condições prévias ao plantio, da densidade pluviométrica, do tipo de solo, da declividade dos solos e da distância das bacias hidrográficas.
E também das técnicas agrícolas empregadas como densidade do plantio, métodos de colheita, presença ou não de corredores biológicos e atividades consorciadas.
04/07/2015

Para 88% dos brasileiros biodiversidade é assunto essencial

Pesquisa da União para o BioComércio Ético revelou ainda que população jovem brasileira é a mais bem informada sobre o tema; levantamento foi feito em nove países

Portal Brasil com informações da Agência Brasil - Grande parte dos consumidores brasileiros (88%) consideram o assunto biodiversidade essencial. É o maior índice entre nove países pesquisados, conforme levantamento da União para o BioComércio Ético (UEBT). Os dados estão na Pesquisa Barômetro da Biodiversidade e foram divulgados nesta quinta-feira (25), em Paris.
O levantamento foi feito em março e abril e ouviu cerca de 8,7 mil pessoas no Brasil, Equador, México, nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Holanda, França, Alemanha e Índia.
Ao lado do México, o Brasil teve respostas acima da média dos demais entrevistados sobre temas como aquecimento global, desmatamento, desenvolvimento sustentável e responsabilidade social corporativa.
02/07/2015

Biodiversidade ilhada sucumbe em lagos de hidrelétricas

Vandré Fonseca, O Eco - Pesquisadores calculam que pelo menos 70% das populações de animais selvagens que sobreviveram nas ilhas formadas pelo Lago da Hidrelétrica de Balbina estão condenadas à extinção. O número é resultado de um estudo liderado pela bióloga brasileira Maíra Benchimol, publicado nesta quarta-feira (01/07),na revista científica on-line PLOS ONE.
O estudo demonstra que os efeitos das barragens vão além das perdas provocadas diretamente pela inundação. "Estamos apenas começando a perceber a extensão impressionante de extinções em áreas de floresta que permanecem acima da água como ilhas de habitat", afirma Carlos Peres, professor da escola de Ciências Ambientais da Universidade de East Anglia, Reino Unido, co-autores do artigo.
08/06/2015

Perda de Biodiversidade e Funcionamento dos Ecossistemas

A ciência conhece quase dois milhões de espécies, mas acredita-se que existam pelo menos 10 milhões (e talvez até 30 milhões) de espécies (May, 1990).

Department of Ecology and Environmental Science Umeå University Sweden
Nota. Esse artigo online é continuamente atualizado e revisado logo que resultados de novas pesquisas científicas tornam-se disponíveis. Portanto, apresenta as últimas informações sobre os tópicos abordados.

Dr. Micael Jonsson (PhD em Ecologia Animal) -  Será que deveríamos nos preocupar com a extinção das espécies? Até pouco tempo atrás, a diversidade da vida vem aumentando aos níveis mais elevados de que se tem conhecimento na história da Terra (Chapin et al., 2000). Contudo, a exploração da natureza pelo homem tem tido, e ainda tem, conseqüências prejudiciais para a biodiversidade do planeta. Segundo estimativas, cerca de 150 tipos únicos de organismos são extintos diariamente (Lamont, 1955). É bem verdade que muitas espécies de plantas e animais estão desaparecendo e continuarão a desaparecer em decorrência de atividades humanas no passado e no presente (Chapin et al., 1996), mas será que essa perda afeta o funcionamento dos ecossistemas e influenciam o bem-estar da humanidade?
22/04/2015

Dia da Terra - 22 de Abril - Vamos precisar de todo mundo para melhor juntar as nossas forças



Hoje é o "Dia da Terra", data criada pelo senador americano 
Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970.

Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.
04/02/2015

Inventário florestal identifica 37 tipos de plantas ameaçadas de extinção no Estado do Rio de Janeiro

Agência Brasil - O Inventário Florestal do Rio catalogou 37 espécies de plantas ameaçadas de extinção no Estado do Rio de Janeiro, entre árvores, arbustos e cactos. O resultado, ainda parcial, foi divulgado pela Superintendência de Biodiversidade e Florestas da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA).
Iniciado em 2013, o inventário realizou seis mil coletas botânicas nas regiões Norte e Noroeste, dos Lagos e em parte da Serra fluminense. Foram investidos R$ 3 milhões no projeto, recursos de compensação ambiental da iniciativa privada.
09/12/2014

Sobre sistemas, riqueza e a biodiversidade

Roberto Naime, Ecodebate - Um sistema é um conjunto de objetos ou atributos e das relações que se encontram organizadas para executar uma função particular (THORNESS e BRUNSDEN, 1977). O corpo humano é organizado em sistemas (sistema digestivo, respiratório, cardiovascular, etc).
E assim como o corpo humano que tem diversos sistemas, a natureza também é organizada em sistemas (ecossistemas) ou biomas que representam ecossistemas específicos, que apresentam conjuntos de relações hierarquizadas entre elementos físicos, biológicos e antrópicos, como Cerrado ou Pantanal.
Sistema é um conjunto de unidades com relações entre si. Como um casamento ou uma relação empregatícia estabelecem determinados tipos de relações entre indivíduos, e neste sentido podem ser interpretados como sistemas ou subsistemas.

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