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03/08/2026

Pesquisa global reafirma que arborização urbana salva vidas

Um estudo com dados de 20 anos e mais de 11 mil cidades mostra que plantar mais verde nas ruas poderia ter evitado 1,16 milhão de mortes por calor e isso muda a forma como eu olho para a árvore da minha esquina

Fonte: Henrique Cortez, (Ecodebate) - Pesquisadores da Universidade Monash cruzaram duas décadas de dados climáticos e de mortalidade em 53 países e chegaram a um número que ainda me deixa sem fôlego: aumentar a vegetação urbana em 30% poderia ter reduzido em mais de um terço as mortes relacionadas ao calor no mundo. Eis o que esse dado significa na prática e por que ele me fez repensar o valor de uma simples árvore de calçada.

Uma manhã quente demais para ser normal
Tem dias, no meio do verão, em que a gente sai de casa e o calor bate diferente. Não é só desconforto, é como se o ar tivesse peso. Eu senti isso de novo há pouco tempo, andando por uma rua sem sombra nenhuma, com o sol batendo direto no asfalto Por que essa rua é tão mais quente do que a de duas quadras atrás, cheia de árvores?

O estudo que coloca números onde havia só intuição
Um grupo de pesquisadores liderado pelo professor Yuming Guo, da Universidade Monash, na Austrália, decidiu medir algo que muita gente já suspeitava, mas ninguém tinha calculado em escala global: quanto de vegetação a mais nas cidades seria necessário para reduzir as mortes causadas pelo calor extremo.

O trabalho, publicado na revista científica The Lancet Planetary Health, analisou duas décadas de dados, de 2000 a 2019, em mais de 11 mil áreas urbanas espalhadas por 53 países.
27/07/2026

Dos igarapés aos manguezais, microplásticos contaminam a Amazônia

Lixo exposto no leito seco do Rio Negro após a estiagem de 2023. Foto: AP Photo/Edmar Barros.
Estudos recentes mostram que os microplásticos já estão presentes em diferentes ambientes amazônicos: grandes rios como o Amazonas, igarapés urbanos, áreas de várzea e manguezais da Foz do Amazonas. 
Em um único lago da zona leste de Manaus, pesquisa encontrou microplásticos no intestino de metade dos jaraquis — peixe mais consumido no estado do Amazonas.

Fonte: Tiago da Mota e Silva (Mongabay) - MANAUS, AM — No último dia 20 de junho, uma equipe de 50 pessoas liderada pelas ONGs Asas de Socorro e Rede Reviva percorreu cerca de 1,5 quilômetro da orla do Lago do Puraquequara, na zona leste de Manaus, durante uma ação de coleta de lixo. Ao fim da atividade, realizada em um trecho de praias à beira de um lago com espelho d’água estimado entre 20 e 25 km², o grupo havia recolhido uma caçamba cheia de resíduos plásticos. Antes desta, ação semelhante realizada em junho 2023 havia coletado outras duas caçambas.

A experiência do grupo ajudou a dimensionar o resultado da pesquisa de mestrado de Eletuza Uchôa Farias: metade dos peixes coletados no lago, pertencentes a duas espécies de jaraqui (Semaprochilodus insignis e Semaprochilodus taeniurus), havia ingerido microplásticos. Uma vez no organismo, as partículas podem permanecer no trato intestinal, alcançar outros tecidos e órgãos e circular pela cadeia alimentar, da base aos peixes predadores — até chegar, potencialmente, ao ser humano. O jaraqui é o peixe mais consumido no estado do Amazonas.

Todas as partículas encontradas no intestino dos peixes eram fibras: filamentos finos e alongados, com tamanho entre 0,5 e 4,37 milímetros. A maior parte delas, 85,7%, foi identificada como poliamida, um polímero amplamente utilizado pela indústria têxtil por sua resistência e flexibilidade.
20/07/2026

Estudo na Science aponta que fim da Moratória da Soja pode desmatar 1,4 milhão de hectares na Amazônia, o equivalente a 2 milhões de campos de futebol

Pesquisa publicada nesta última quinta (16/07) derruba os principais argumentos contra o acordo e mostra o que está em jogo antes do julgamento no STF em agosto.
Fonte: Cristiane Mazzetti, coordenadora da frente de Desmatamento Zero do Greenpeace Brasil

O que acontece com o fim da Moratória da Soja? 
Sem a Moratória da Soja, o desmatamento na Amazônia pode chegar a 1,4 milhão de hectares nos próximos dez anos, além de deixar vulnerável uma área do tamanho de Portugal que pode ser desmatada legalmente, e quase 30 milhões de hectares de florestas públicas sem destinação que são aptas ao plantio de soja. 

Essas são informações centrais do artigo “The Rise and Fall of the Amazon Soy Moratorium”, publicado na revista Science nesta quinta-feira (16). O texto frisa as contribuições da iniciativa para a redução do desmatamento na Amazônia brasileira, além de explorar as possíveis consequências do fim da moratória, apresentando números inéditos e rebatendo os principais argumentos utilizados para criticar o acordo. Eu assino o artigo ao lado de pesquisadores da Universidade de Wisconsin, das Universidades DePaul e Illinois (EUA) e do WWF Brasil.
16/07/2026

Desastre de Mariana favoreceu espécies invasoras no Rio Doce

Pesquisadora da Universidade Federal de Lavras (UFLA) faz a coleta de água do Rio Doce. Foto: Divulgação.
Dez anos após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), os efeitos do desastre ainda podem ser observados na fauna aquática do Rio Doce.

Fonte: Universidade Federal de Lavras (UFLA)
- Uma pesquisa da Universidade Federal de Lavras (UFLA) mostrou que a diversidade de espécies nativas de peixes diminuiu nas áreas mais impactadas pela lama de rejeitos, enquanto espécies invasoras passaram a ocupar espaço na calha principal do rio.

O estudo, coordenado pelo professor Paulo Pompeu, do Instituto de Ciências Naturais da UFLA (ICN/UFLA), analisou, através de isótopos estáveis, as fontes alimentares de cerca de 65 espécies de peixes do Rio Doce, em 10 pontos pela calha, e mostrou que, quanto mais próximo da área atingida pelo rompimento da barragem do Fundão, menor é a diversidade de recursos consumidos pelos peixes.

Segundo os pesquisadores, a redução dos recursos alimentares disponíveis indica que há uma diminuição da diversidade desses animais. Espécies mais especializadas tendem a desaparecer, enquanto peixes com hábitos mais generalistas e maior capacidade de adaptação encontram condições favoráveis para se estabelecer.
14/07/2026

Mais de 90% das cidades brasileiras sofreram desastres climáticos nos últimos 30 anos

A pesquisa foi baseada em uma amostra de 60.000 registros de desastres ocorridos entre 1991 e 2024; ao todo, esses eventos foram responsáveis ​​por 4.774 mortes, 3.031 pessoas desaparecidas e perdas econômicas de mais de US$ 123,89 bilhões ( sobrevoo de helicóptero das áreas afetadas pelas chuvas em Canoas, estado do Rio Grande do Sul, em maio de 2024; crédito: Ricardo Stuckert/PR/Wikimedia Commons ).
Uma análise de 60.000 registros de inundações, alagamentos, enchentes repentinas, deslizamentos de terra, tempestades e secas revela os impactos regionais no Brasil e pode orientar políticas públicas

Por Luciana Constantino | Agência FAPESP – Eventos climáticos extremos estão se tornando cada vez mais frequentes e severos. O El Niño previsto para 2026-2027 é um desses eventos. Esses fenômenos têm causado impactos ambientais, econômicos e sociais no Brasil, exigindo políticas públicas específicas. Para transformar dados científicos em base para o desenvolvimento de medidas de prevenção, adaptação e mitigação, um grupo de pesquisadores brasileiros analisou aproximadamente 60 mil registros de desastres hidrogeológicos no Brasil entre 1991 e 2024. 

Eles descobriram que 91,5% dos 5.570 municípios relataram pelo menos um desastre relacionado a inundações, alagamentos, enchentes repentinas, deslizamentos de terra, tempestades ou secas durante esse período. Especificamente, 1.814 cidades sofreram pelo menos um incidente causado por três desses fatores, enquanto outras 270 cidades sofreram com todos eles. O Nordeste teve o maior número de cidades afetadas (1.765), seguido pelo Sudeste (1.405), Sul (1.152), Norte (433) e Centro-Oeste (342).
07/07/2026

Pantanal brasileiro perdeu cerca de 80% da água superficial em 40 anos, aponta pesquisa

O Pantanal hoje conhecido mundialmente não sobreviverá a maiores alterações em seu regime hidrológico natural. Foto: Saul Schramm / Governo do MS
Estudo inédito mostra que o bioma sofreu uma redução de cerca de 80% da água superficial desde 1985, comprometendo a biodiversidade e serviços ecossistêmicos essenciais.

Fonte: Mariana Dawas ((o))eco - O Pantanal, a maior planície alagada do planeta com aproximadamente 150 mil km² distribuídos entre Brasil, Paraguai e Bolívia, perdeu cerca de 80% de sua água superficial entre 1985 e 2023. É o que revela um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em parceria com outras instituições brasileiras, publicado na revista Advances in Space Research.

A pesquisa analisou 38 anos de imagens de satélite e dados de precipitação para mapear a variação espaço-temporal dos corpos d’água na porção brasileira do bioma. A área ocupada por água superficial encolheu de 19.781,34 km² em 1985 para 3.817,65 km² em 2023, uma redução de 80,7% segundo dados do MapBiomas.

O desenvolvimento do estudo foi construido a partir da combinação de quatro índices espectrais aplicados a imagens de satélite, sendo eles o Índice de Água por Diferença Normalizada (NDWI), o Índice de Água por Diferença Normalizada Modificada (MNDWI), o Índice de Proporção de Água (WRI) e o Índice Automatizado de Extração de Água (AWEI). 

Os pesquisadores analisaram imagens dos anos de 1985, 1990, 1995, 2000, 2005, 2010, 2015, 2020 e 2023, gerando 36 mapas que revelaram as variações espaço-temporais no Pantanal brasileiro. A redução da área superficial da água variou entre 69,6% e 81,4%, confirmando a tendência.  
07/05/2017

Brasil e França formam rede de pesquisa em energia e meio ambiente

A Escola Politécnica (Poli) da USP é uma das instituições que integram a parceria, considerada um “laboratório sem muros”

Jornal da USP com a Assessoria de Comunicação da Poli Das instituições que integram a chamada rede de pesquisa 6+5, que reúne cientistas da França e do Brasil, incluindo a Escola Politécnica (Poli) da USP, nasceu o Laboratoire International Associé Franco Brésilien – Energie & Environnement (L.I.A.), que começa a operar oficialmente este mês.
O L.I.A. é um ‘laboratório sem muros’, criado pelo governo francês, para estruturar colaborações entre equipes de pesquisa e laboratórios da França com parceiros de outros países com quem já realiza algum tipo de trabalho conjunto. A rede vai atuar por quatro anos, prorrogáveis por mais quatro, em pesquisas de fontes de energia renováveis, observando todas as suas facetas: a produção, o consumo, os impactos ambientais, a integração e interação com outras formas de energia, e as redes de distribuição.
22/06/2015

Em 16 anos, desmatamento da Amazônia Legal foi quase o tamanho de SP

Vinícius Lisboa, Agência Brasil - O desmatamento da Amazônia Legal, no período de 1997 a 2013, chegou a 248 mil quilômetros quadrados, quase o tamanho do estado de São Paulo, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são da pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), divulgada na sexta-feira (19).
Segundo o IBGE, de 1991 a 2004 houve uma aceleração no desmatamento da Amazônia Legal, que subiu de 11.030 quilômetros quadrados para 27.772 quilômetros quadrados em apenas um ano. Desde 2004, a tendência se inverteu, chegando a 4.571 mil em 2012. Em 2013, houve uma nova alta, para 5.843.
04/06/2015

Painéis de energia solar devem atender 13 % das residências brasileiras até 2050

Info-Abril - A redução do custo e o incentivo à instalação de painéis fotovoltaicos nos telhados das residências devem provocar uma importante mudança na estrutura de fornecimento energético do sistema nacional brasileiro, sinalizou, na semana passada, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim. Segundo ele, projetos dessa natureza, chamados de “geração distribuída fotovoltaica residencial”, podem representar o atendimento a 13% do consumo residencial brasileiro em 2050. Hoje, esse número é de apenas 0,2%.
25/11/2014

Tecnologia limpa converte água em combustível

Karen Carneti, INFO Online -Uma empresa de tecnologia limpas da Alemanha, chamada Sunfire GmbH, desenvolveu uma plataforma que converte H2O e CO2 (dióxido de carbono) em gasolina sintética, diesel e querosene - também conhecidos comohidrocarbonetos líquidos. A tecnologia utilizada é chamada pela empresa de "Power to Liquid".
A técnica é baseada no processo de Fischer-Tropsch juntamente a células eletrolisadoras de óxido sólido (SOECs, na sigla em inglês). Os SOECs são usados para converter energia elétrica - fornecida por fontes renováveis, como a eólica e solar - em vapor. O oxigênio, então, é removido deste vapor para produzir hidrogênio.
17/01/2014

Atuação do Engenheiro Ambiental

Marcos Paulo Gomes Mol e Danielli Vazzoller Fittipaldi, Ecodebate - São polêmicas as discussões acerca das mudanças climáticas observadas no mundo atual. Duas frentes de discussão são claramente definidas: aqueles que definem a causa deste fenômeno às ações humanas; e aqueles que atribuem às ações naturais. Independente da origem dos impactos, uma constatação indiscutível é o avanço da degradação ambiental em várias partes do mundo decorrentes das atividades humanas.Há pesquisadores que definem a era em que vivemos de antropocêntrica, devido à influência do ser humano no funcionamento do planeta terra, especialmente através do avanço tecnológico produzido a todo custo e acompanhado de diversas interferências ambientais, com o foco exclusivo no bem-estar do ser humano. Esta conduta tem produzido alguns exageros que devem ser equacionados, remediados, e gerenciados de forma a compatibilizar o desenvolvimento humano com a capacidade de resiliência do planeta.
Tornou-se urgente a concepção de um novo profissional capaz de sanar os problemas observados na atualidade, bem como proporcionar uma modificação dos valores de produção na sociedade, com uma visão ampla e transdisciplinar. Uma tentativa de preencher esta lacuna foi através da criação da Engenharia Ambiental.
A graduação em Engenharia Ambiental foi regulamentada pelo Ministério da Educação através da Portaria nº 1.693, de 05 de dezembro de 1994, sendo considerada relativamente recente. O perfil dos profissionais formados neste curso é distinto das demais engenharias, principalmente devido à multidisciplinaridade intrínseca ao seu campo de atuação.
17/07/2012

Projeto ajuda a reaproveitar água em pequenas propriedades do RN

Reuso de água é cada vez mais importante, principalmente no semiárido. Projeto Bioágua aproveita água usada em casa para irrigação de hortas.
Portal G1 - A quantidade de água doce à disposição da população está diminuindo. Por isso, a importância de projetos de reuso de água é cada vez maior, principalmente em regiões como o semiárido brasileiro. No Rio Grande do Norte, uma experiência de sucesso, batizada de Bioágua, aproveita a água usada em casa para a irrigação de hortas.
No município de Olho D’água do Borges, perto da divisa com a Paraíba, a chuva é pouca e mal distribuída. No semiárido, a média de chuva é de 600 mm por ano, cerca de um terço do que chove em Natal, capital do Rio Grande do Norte, por exemplo.
04/07/2012

Falta lei para serviços ambientais no Brasil, diz estudo

Análise da FGV aponta que embora haja iniciativas estaduais para pagamento de serviços ambientais, não há um marco federal que dê segurança aos processos
O Estado de S.Paulo - O Brasil está relativamente bem servido de iniciativas estaduais de pagamento por serviços ambientais (PSA), mas carece de uma lei federal que dê segurança jurídica e padronização técnica a essas iniciativas. Essa é a mensagem de um estudo realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), com um levantamento de todas as leis vigentes ou em processo de elaboração sobre PSA no Brasil.

Especialistas divergem sobre riscos de contaminação por agrotóxicos

Stefano Aguiar ressaltou que debate buscou dar mais clareza aos reais riscos dos agrotóxicos.
Agência Câmara de Notícias - Em audiência pública nesta terça-feira na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, especialistas e deputados divergiram sobre os riscos de contaminação por agrotóxicos. Pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso, discutida na audiência, constatou a presença de resíduos de agrotóxicos no leite materno.Médico e coordenador do estudo, Wanderley Pignati, confirmou a contaminação de um alimento natural que deveria ser puro. “Não existe legislação, nacional nem internacional, dizendo o quanto de agrotóxico é permitido no leite materno. Não é para ter nada”, afirmou, ao informar que a pesquisa analisou dez tipos de agrotóxicos. Um deles, o DDE, estava presente em 100% das amostras; o Endosulfan, em 76%; e o Deltametrina, em 34%.
O DDE é um derivado do inseticida DDT, que teve o uso agrícola proibido em 1985. O Endosulfan, que resiste por até seis anos no meio ambiente, tem prazo para sair do mercado até julho de 2013, por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
10/04/2012

Ciência revela o impacto verdadeiro da agricultura

Agora é possível medir origem de nitrogênio  (Planeta Sustentável - José Eduardo Mendonça) - A mensuração precisa do impacto no clima de muitas práticas de agricultura industrial permanece difícil e controvertida. Isto é especialmente verdadeiro quando se trata de fertilizantes sintéticos de nitrogênio.
O efeito do excesso de fertilizantes em nossa água recebe muito mais atenção do que quando seus gases entram no ar. E por uma boa raão. É tóxico consumir nitratos em nossa água de torneira. Sabemos agora que o uso excessivo de nitrogênio na agricultura contaminou a água potável de regiões inteiras da Califórnia. Enquanto isto, o nitrogênio que vai parar no oceano causa a depleção de oxigênio e as chamadas “zonas mortas” em todo o mundo. A zona morta do Golfo do México, por exemplo, chegou no ano passado ao tamanho de todo o estado de Nova Jersey. E não para de crescer.
02/04/2012

‎30 razões para preservar as florestas

@Infoambiental - Com base em informações oficiais da SOS Mata Atlântica, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do IBGE, FAO, e Embrapa, o Greenpeace fez uma lista em que elenca 30 motivos para manter em pé as matas do Brasil. 

1- O Brasil abriga 20% de todas as espécies do planeta.
2- O mundo perde 27.000 espécies por ano.
3- A Amazônia ocupa metade do Brasil e abriga 2/3 de todo o remanescente florestal brasileiro atual.
4- O Brasil detém 12% das reservas hídricas do planeta.
5- Já perdemos cerca de 20% da Amazônia, o limite estabelecido pela lei.
6- Na Mata Atlântica, bioma de mais longa ocupação no Brasil, 93% já foi perdido.
7- Mesmo quase totalmente desmatado, ainda tem gente que ataca a Mata Atlântica: a taxa média de desmatamento de 2002 a 2008 foi equivalente a 45 mil campos de futebol por ano.

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