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História: José Lutzenberger

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16/09/2026

Cientistas brasileiros transformam CO2 em combustível para navios, carros e caminhões

Projetos em desenvolvimento buscam estabelecer a produção industrial de metanol, gasolina e diesel renováveis
Metanol produzido no Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (SP) Léo Ramos Chaves / Revista Pesquisa FAPESP
Fonte:  Domingos Zaparolli, da Revista Pesquisa FAPESP - O dióxido de carbono (CO₂) é o principal gás gerador do efeito estufa (GEE), fenômeno associado ao aquecimento global e às mudanças climáticas. Nos últimos anos, pesquisadores mostraram que o CO₂ pode ser capturado de processos industriais ou diretamente da atmosfera e usado como insumo de combustíveis renováveis. No mundo, soluções tecnológicas capazes de realizar esse processo já fazem a transição dos laboratórios de pesquisa para a produção em escala industrial. No Brasil, dois projetos têm o potencial de colocar o país entre os detentores de tecnologias capazes de usar o gás carbônico como insumo para o abastecimento de diferentes tipos de veículos.

Uma das iniciativas foi concebida no Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) no âmbito do Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI), uma parceria entre a FAPESP e a empresa energética anglo-holandesa Shell. Seu objetivo é produzir uma versão sustentável do metanol (CH₃OH), conhecida como e-metanol, utilizando energia renovável no processo e CO₂ capturado de usinas de etanol. A meta é empregar o combustível na propulsão de navios, uma aposta do setor marítimo para a transição energética.

24/09/2018

Catching the Sun (Documentário sobre energia renovável)


Focado no setor de energias renováveis, mostra de forma muito prática o esforço para equalizar as questões sociais, econômicas e ambientais, por meio da geração de “empregos verdes”. Em especial, é interessante notar a força e velocidade da China no desenvolvimento de energias renováveis e suas consequências para o mundo.
18/07/2013

Projeto alemão inédito quer trocar energias fósseis por renováveis em ilhas

Meta da ideia única no mundo é eliminar geradores a diesel e investir apenas em energia verde na ilha portuguesa de Graciosa. Se der certo, iniciativa poderá servir de modelo para outras partes do mundo.

DW.DE - A empresa Younicos está testando em Berlim como gerar energia sustentável para a ilha portuguesa de Graciosa, de 5 mil habitantes. Num galpão cinzento na capital alemã, a startup (empresa iniciante de tecnologia) desenvolveu um projeto inédito no mundo: construiu uma réplica da ilha do Atlântico, mas em proporção menor. Com a simulação, a Younicos busca uma forma de fazer com que ilhas como a de Graciosa possam se sustentar quase exclusivamente com a energia gerada por turbinas eólicas e painéis solares.
08/06/2013

Série de entraves limita uso da energia eólica no Brasil

BBC Brasil - De qualquer lado que se olhe, o setor eólico no Brasil é um dos mais promissores na área energética, segundo analistas e levantamentos recentes. As condições de clima e relevo e os avanços tecnológicos fizeram com que o Global Wind Energy Council, que agrupa organizações e empresas do setor, elegesse o Brasil como um dos países de maior potencial na geração de energia pelo vento. Sua participação na matriz energética brasileira deve obter o maior crescimento entre as diversas fontes de energia, saltando dos atuais 2% para 8% em oito anos, segundo Maurício Tolmasquim, presidente EPE (Empresa de Pesquisa Energética).
01/02/2013

Japão investe em energia limpa


Após quase dois anos do acidente em Fukushima, no Japão, a prefeitura da cidade decidiu investir em energia eólica e construirá o maior parque eólico do mundo (©Greenpeace/Rogério Reis/Tyba)

Quase dois anos após a tragédia de Fukushima, o Japão tomou uma sábia decisão. A prefeitura da cidade decidiu optar por uma matriz energética limpa e menos perigosa do que as usinas nucleares e irá construir o maior parque eólico offshore do mundo até o final de 2020. As torres eólicas serão instaladas no mar e substituirão o uso da energia nuclear de uma vez por todas.

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