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História: José Lutzenberger

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18/06/2015

Sustentabilidade na cultura cafeeira

Roberto Naime, Ecodebate - Já se encontra em operação o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, que tem viabilizado junto à Embrapa Café principalmente, a destinação de recursos e a viabilização de pesquisas que propiciam o desenvolvimento de cultivares, adaptação climática às várias regiões produtoras no país, manejos de culturas, estresse biótico e abiótico de culturas de café, tecnologias e mecanismos de defesa contra pragas e infestações e várias outras situações que envolvem a economia cafeeira.
Esta iniciativa deve ser saudada, pois tem viabilizado a contratação de projetos de pesquisa com focos temáticos de grande interesse, atuando em harmonia com as maiores demandas da sociedade, que é a execução de procedimentos ambientais em busca da sustentabilidade. Projetos divulgados recentemente pela Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, envolvem os temas de sustentabilidade da cafeicultura na montanha, estresses bióticos e abióticos, projetos na área de qualidade e marketing e estudos sobre deficiências encontradas nos processos de transferência de tecnologia.
09/02/2013

Florestas plantadas fazem do meio ambiente deserto verde

Wagner Giron de la Torre, Revista Consultor Jurídico - As empresas nacionais e transnacionais cingidas ao setor de produção de papel e celulose investem muito na vã tentativa de consolidar a imagem do monocultivo do eucalipto como sendo florestas plantadas, no claro intento de escamotear os severos e até hoje imensurados impactos socioambientais defluentes da escala oceânica da expansão irrefreada dessa espécie monocultural no território nacional[1], já presente em vários estados como Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Maranhão, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul dentre outros.[2]
Essas “florestas plantadas” – não podemos olvidar – são formadas pelo cultivo de uma única espécie exótica (o eucalipto), a partir de formas clonais das espécies Eucalyptus grandis e Eucalyptusuropphylla[3], e implantadas sobre biomas como Mata Atlântica, Cerrado Floresta Amazônica e Pampa através da incidência massiva de pesticidas químicos à base de glifosato[4], ou do formicida Mirex, à base de Sulfluramida[5], dentre outros agrotóxicos, a fim de eliminar a presença do que os gestores dos manejos denominam de “ervas daninhas”, matinhos rasteiros, formigas e outros elementos naturais potencialmente nocivos ao esperado desenvolvimento das clonadas mudinhas, em processo tecnicamente conhecido como capina química.
07/02/2013

Dia Mundial das Zonas Úmidas pretende chamar a atenção para o manejo adequado de um recurso natural finito

Praia no Litoral Sul da Bahia: água salgada representa 97,5% do total global
Luciene de Assis, do MMA, Ecodebate -“As zonas úmidas e o manejo da água” é o tema do Dia Mundial das Zonas Úmidas, comemorado neste sábado (02/02). O assunto é prioritário para a Organização das Nações Unidas (ONU), pois envolve as poucas reservas de água potável existentes, já que, em todo o planeta, existe apenas 0,3% de água doce distribuída em rios e lagos. O problema é que 97.5% do total são água salgada, e a pouca água própria para o consumo humano disponível não está distribuída de maneira igual para as populações de todos os continentes.
Existem 42 tipos diferentes de zonas úmidas. Elas formadas por complexos ecossistemas, que englobam desde as áreas marinhas e costeiras até as continentais, as naturais e as artificiais, como lagos, manguezais, pântanos, charcos, rios e também áreas irrigadas para agricultura e reservatórios de hidrelétricas, entre outros. Tais áreas, permanentes ou temporárias, normalmente abrigam grande biodiversidade, tanto de plantas como de animais aquáticos. Por isso mesmo, é preciso demonstra que existe um vínculo necessário entre o manejo da água e o uso racional das zonas úmidas.

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