
Roberto Naime, Ecodebate -Vários tipos de selos já foram lançados, alguns pelas entidades de normatização de seus países de origem, e outros por associações de classe ou mesmo setores empresariais de vanguarda.
Estes selos nem sempre são destinados a reconhecer determinados produtos ou família de produtos como ambientalmente corretos. Alguns apenas surgiram para aproveitar oportunidades de mercado cada vez maiores e mais salientes na área ambiental, atingindo fatias cada vez maiores de mercados consumidores que preferem produtos que percebem com atitudes ambientais menos impactantes e mais corretas.
Este fenômeno é particularmente mais importante nos países de renda mais elevada, onde conforme a conhecida pirâmide de Maslow, o cidadão já tem suas necessidades básicas fundamentalmente atendidas e busca transformar seus gestos de consumo em atitudes de engajamento com o que percebe serem produtos ou serviços de menor impacto ambiental ou maior capacidade de preservação ambiental.