Visualizações


História: José Lutzenberger

Sobre o autor

Minha foto
Administrador - André Lima
Ver meu perfil completo

A história das coisas

Seguidores

A crise do capitalismo

Arquivos do Blog

Gestão Ambiental Teresópolis - Todos os direitos reservados. Tecnologia do Blogger.
Notícias sobre o ICMBio (Atualizado)
Carregando notícias...
07/08/2011

Metano liberado nos lixões gera energia elétrica



Na cidade de São Paulo, as usinas de metano implantadas nos aterros Bandeirantes e São João transformam o gás liberado pela decomposição do lixo em eletricidade, reduzindo em 20% as emissões de poluentes do município
Transformar montes de lixo em algo produtivo, que diminui a quantidade de gases tóxicos lançados na atmosfera e ainda gera energia: essa é a ideia por trás das usinas de metano em funcionamento na cidade de São Paulo. Até 2007, cerca de 25% das emissões de gases de efeito estufa de São Paulo vinham dos aterros Bandeirantes (foto), ativo entre 1979 e 2006 e o maior da América Latina, e São João, que funcionou entre 1992 e 2007.
06/08/2011

Para onde vai seu computador velho?

 {txtalt}

O Brasil já é um dos maiores mercados de computadores do mundo - e logo vai ser um grande produtor de lixo eletrônico. Estamos prontos para cuidar de todo esse e-entulho? 

Dizem que um carro zero-quilômetro perde valor assim que deixa a concessionária. Do computador, pode-se afirmar que, quando ele deixa a linha de montagem, provavelmente já está desatualizado. A diferença é que um carro tem valor de revenda, ainda que mais baixo. Já um PC antigo vale muito pouco. Tão pouco que muita gente nem tenta vendê-lo: joga direto no lixo. Esse fenômeno é comum nos países desenvolvidos, mas se engana quem acha que brasileiro não joga computador na lixeira. Em fevereiro, a Organização das Nações Unidas apontou o Brasil como o país emergente que mais gera lixo eletrônico per capita a partir de PCs. Os dados foram estimados, mas é fácil entender a equação. Em 2010, devem ser vendidos 13,5 milhões de computadores.

CO2 pode custar mais caro que se pensa



Até doze vezes mais que estimativas governamentais

Desde os anos Bush, agências governamentais nos EUA, como a Agência de Proteção Ambiental, o Conselho de Assessores Econômicos e o Departamento de Transportes vem calculando os custos econômicos dos danos causados pelas emissões de CO2 e a mudança do clima resultante. Depende de quem faz o cálculo e da metodologia (modelagem econômica baseada em crescimento projetado, comportamento do clima e danos físicos correlatos), estas estimativas variam de U$ 5.50 a U$ 72 por tonelada. Mas um novo estudo diz que estas estimativas são muito baixas. Em 2010, uma tonelada de CO2 na atmosfera custou U$ 893 em danos econômicos, ou mais de 12 vezes a estimativa mais alta. 

Pesquisar neste blog

Notícias sobre o IBAMA (Atualizado)
Carregando notícias...

Áreas de interesse

Notícias sobre o Ministério do Meio Ambiente (Atualizado)
Carregando notícias...