Visualizações


História: José Lutzenberger

Sobre o autor

Minha foto
Administrador - André Lima
Ver meu perfil completo

A história das coisas

Seguidores

A crise do capitalismo

Arquivos do Blog

Gestão Ambiental Teresópolis - Todos os direitos reservados. Tecnologia do Blogger.
Notícias sobre o ICMBio (Atualizado)
Carregando notícias...
Mostrando postagens com marcador animais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador animais. Mostrar todas as postagens
21/08/2026

Ecologia aplicada na propriedade agrícola

Fonte: Afonso Peche Filho - Pesquisador Científico do Instituto Agronômico de Campinas – IAC - 
A ecologia aplicada na propriedade agrícola pode ser compreendida como o uso prático dos conhecimentos ecológicos para orientar o manejo do solo, da água, da vegetação, dos animais, das áreas produtivas e das áreas de proteção.
Não se trata apenas de conservar a natureza em separado da produção, mas de compreender que toda propriedade agrícola é um sistema vivo, formado por relações entre clima, relevo, solo, água, plantas, microrganismos, fauna, máquinas, pessoas e decisões de manejo. A produção agrícola, quando observada por esse ponto de vista, deixa de ser apenas uma atividade econômica e passa a ser também uma forma de organização ecológica da paisagem.

A propriedade agrícola não é um espaço homogêneo. Ela possui áreas de produção, áreas de proteção, áreas úmidas, estradas internas, cercas, carreadores, construções, fragmentos de vegetação, nascentes, cursos d’água, talhões cultivados, áreas de borda e espaços de circulação. Cada uma dessas partes exerce funções específicas e interfere no funcionamento do conjunto. Uma estrada mal posicionada pode aumentar a erosão. Uma área de vegetação bem conservada pode proteger a fauna, favorecer polinizadores e melhorar o equilíbrio biológico. Um solo coberto e bem estruturado pode infiltrar mais água, reduzir enxurradas e sustentar melhor as plantas durante períodos secos.
01/06/2026

92% dos brasileiros demonstram preocupação com animais silvestres – e unidades do ICMBio mostram como a conservação acontece na prática

Fonte (ICMBio) - Enquanto a fauna silvestre mobiliza os brasileiros, especialistas alertam para a necessidade de ampliar o apoio concreto às políticas de conservação e proteção ambiental

Uma pesquisa recente do Instituto Vida Livre, em parceria com a Quaest, aponta aquilo que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) presencia diariamente em suas unidades de conservação (UCs) federais, centros de pesquisa e ações em campo: os brasileiros demonstram preocupação crescente com os animais silvestres e reconhecem a importância da conservação ambiental. De acordo com o estudo, para 92% dos brasileiros, preservar os animais silvestres é algo “muito importante” (83%) ou “importante” (9%). Além disso, 68% da população acredita que a proteção da fauna deve estar entre as prioridades do país. 

Mas existe uma pergunta inevitável por trás dessa sensibilização coletiva: o quanto esse apoio se transforma, de fato, em apoio efetivo à conservação da biodiversidade? 

Mais do que revelar empatia pela fauna, a pesquisa evidencia um desafio central para a conservação no país: transformar este sentimento em participação ativa. Isso envolve desde atitudes cotidianas e engajamento social até o fortalecimento das políticas públicas ambientais, das unidades de conservação e das ações de pesquisa, monitoramento e fiscalização. 

Nas unidades de conservação e centros de pesquisa do Instituto Chico Mendes, essa questão é prioritária aos trabalhos de quem atua para evitar o desaparecimento silencioso de espécies ameaçadas. 

“O resultado dessa pesquisa mostra que a sociedade brasileira compreende algo que a ciência vem alertando há décadas: não existe futuro possível com florestas vazias e espécies desaparecendo diante dos nossos olhos”, salienta Marcelo Marcelino, diretor de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (DIBIO) do ICMBio. 
24/07/2019

As mudanças climáticas são mais rápidas do que os animais conseguem se adaptar

Parus Major – Foto: Bernard Castelein
Forschungsverbund Berlin - É de vital importância avaliar em que grau os animais podem responder às mudanças nas condições ambientais – por exemplo, mudando o tempo de reprodução – e se essas mudanças permitem a persistência de populações a longo prazo.

Para responder a essas perguntas, uma equipe internacional de 64 pesquisadores, liderada por Viktoriia Radchuk, Alexandre Courtiol e Stephanie Kramer-Schadt, do Instituto Leibniz de Zoologia e Vida Selvagem (Leibniz-IZW), avaliou mais de 10.000 estudos científicos publicados.

Os resultados de sua análise são preocupantes: embora os animais respondam geralmente às mudanças climáticas, tais respostas são geralmente insuficientes para lidar com o ritmo acelerado do aumento das temperaturas e às vezes seguem em direções erradas. Os resultados foram publicados na revista científica “Nature Communications”.
08/06/2015

Perda de Biodiversidade e Funcionamento dos Ecossistemas

A ciência conhece quase dois milhões de espécies, mas acredita-se que existam pelo menos 10 milhões (e talvez até 30 milhões) de espécies (May, 1990).

Department of Ecology and Environmental Science Umeå University Sweden
Nota. Esse artigo online é continuamente atualizado e revisado logo que resultados de novas pesquisas científicas tornam-se disponíveis. Portanto, apresenta as últimas informações sobre os tópicos abordados.

Dr. Micael Jonsson (PhD em Ecologia Animal) -  Será que deveríamos nos preocupar com a extinção das espécies? Até pouco tempo atrás, a diversidade da vida vem aumentando aos níveis mais elevados de que se tem conhecimento na história da Terra (Chapin et al., 2000). Contudo, a exploração da natureza pelo homem tem tido, e ainda tem, conseqüências prejudiciais para a biodiversidade do planeta. Segundo estimativas, cerca de 150 tipos únicos de organismos são extintos diariamente (Lamont, 1955). É bem verdade que muitas espécies de plantas e animais estão desaparecendo e continuarão a desaparecer em decorrência de atividades humanas no passado e no presente (Chapin et al., 1996), mas será que essa perda afeta o funcionamento dos ecossistemas e influenciam o bem-estar da humanidade?
04/02/2013

Cientistas investigam impacto de plástico 'oculto' nos mares

Biólogos discutem efeito da entrada de substâncias tóxicas na cadeia alimentar de peixes e pássaros
BBC - Uma equipe da BBC que fazia um documentário no ano passado sobre vida marinha encontrou lixo plástico que viajou milhares de quilômetros pelo oceano até parar no outro lado do planeta, em uma ilha remota a noroeste do Havaí.
O grupo de documentaristas e biólogos encontrou tartarugas que faziam ninhos no meio de garrafas plásticas, isqueiros e brinquedos. E descobriu filhotes de albatrozes mortos ou à beira da morte porque seus pais os haviam alimentado com plástico.

Pesquisar neste blog

Notícias sobre o IBAMA (Atualizado)
Carregando notícias...

Áreas de interesse

Notícias sobre o Ministério do Meio Ambiente (Atualizado)
Carregando notícias...