País vai cessar já o cumprimento das ações não vinculativas do acordo. Obama critica decisão e acusa sucessor de "rejeitar o futuro"
REUTERS/KEVIN LAMARQUE - Donald Trump confirmou ontem a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre as alterações climáticas, tornando-o num dos três países, a par da Síria e Nicarágua, que ficam fora do entendimento e distanciando-se dos seus aliados. Mas não exclui voltar, em termos ditados por Washington.
"Os Estados Unidos vão sair do Acordo de Paris para o Clima mas iniciar negociações para reentrar ou no Acordo de Paris, ou um negócio inteiramente novo, em termos que sejam justos para os Estados Unidos, as suas empresas, os seus trabalhadores, o seu povo, os seus contribuintes", afirmou o presidente norte-americano, que lidera a segunda nação mais poluidora do mundo, a seguir à China. "Se conseguirmos, ótimo. Se não, tudo bem", acrescentou. Esta saída do acordo não será imediata: Trump terá de dar início a um longo processo de desvinculação que não ficará concluído antes de novembro de 2020, o mesmo mês em que deverá ir a votos para a sua reeleição.
01/06/2017
Trump diz adeus a Paris. UE e China querem salvar clima
21:31
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Administrador - André Lima
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