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21/07/2026

Foz do Amazonas: Estudo inédito aponta custo de oportunidade de R$ 47 bilhões e indica caminhos de maior retorno socioeconômico

A exploração de petróleo na Margem Equatorial, faixa do litoral que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte e abriga o Grande Sistema Recifal Amazônico, está no centro de um dos debates mais relevantes da política energética brasileira © Coordenação-Geral de Observação da Terra/INPE
Análise Socioeconômica de Custo-Benefício compara a rota fóssil na Margem Equatorial com energia renovável e biocombustíveis

Fonte: WWF-Brasil - A exploração de petróleo na Margem Equatorial, faixa do litoral que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte e abriga o Grande Sistema Recifal Amazônico, está no centro de um dos debates mais relevantes da política energética brasileira. O argumento mais recorrente é o de que explorar esse petróleo geraria riqueza hoje para financiar a transição energética amanhã. O problema é que essa premissa nunca foi testada com dados. O estudo do WWF-Brasil faz justamente isso: coloca os números na mesa e pergunta se essa lógica se sustenta quando o cálculo considera não apenas o lucro das empresas, mas os custos e benefícios reais para toda a sociedade brasileira, incluindo saúde, clima e oportunidades perdidas.

Por que a metodologia usada muda tudo
O estudo aplica a Análise Socioeconômica de Custo-Benefício (ACB), do guia metodológico oficial do governo federal recomendado pelo Tribunal de Contas da União para avaliação de grandes investimentos públicos. A diferença em relação a uma análise financeira convencional é fundamental: em complemento à análise de rentabilidade privada, a ACB mede o que a sociedade ganha ou perde com cada escolha, colocando na conta os impactos que o mercado não precifica, como os danos climáticos de secas e enchentes, os prejuízos à saúde pública e as consequências de longo prazo para o país. Para garantir que os resultados se mantenham mesmo em diferentes cenários de preço e risco, foram realizadas 10.000 simulações, comparando real por real, energia por energia e litro por litro. 
01/02/2013

Número de empresas que revelam sua pegada florestal cresce 15%


Cem companhias participaram do Forest Footprint Disclosure Project em 2012 e divulgaram seus impactos ambientais devido ao uso das commodities que mais prejudicam as florestas.

Jéssica Lipinski, do CarbonoBrasil -O quarto relatório anual do Forest Footprint Disclosure Project (FFD), publicado nesta terça-feira (29), mostrou que o número de companhias que divulgaram sua pegada florestal no último ano chegou a 100, um aumento de quase 15% em relação ao ano anterior, quando 87 firmas revelaram seu impacto ambiental.
O apoio a investimentos do FFD voltou a crescer no último ano e o projeto é atualmente patrocinado por mais de 180 investidores, que juntos administram mais de US$ 12,8 trilhões.

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