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História: José Lutzenberger

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21/07/2026

Foz do Amazonas: Estudo inédito aponta custo de oportunidade de R$ 47 bilhões e indica caminhos de maior retorno socioeconômico

A exploração de petróleo na Margem Equatorial, faixa do litoral que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte e abriga o Grande Sistema Recifal Amazônico, está no centro de um dos debates mais relevantes da política energética brasileira © Coordenação-Geral de Observação da Terra/INPE
Análise Socioeconômica de Custo-Benefício compara a rota fóssil na Margem Equatorial com energia renovável e biocombustíveis

Fonte: WWF-Brasil - A exploração de petróleo na Margem Equatorial, faixa do litoral que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte e abriga o Grande Sistema Recifal Amazônico, está no centro de um dos debates mais relevantes da política energética brasileira. O argumento mais recorrente é o de que explorar esse petróleo geraria riqueza hoje para financiar a transição energética amanhã. O problema é que essa premissa nunca foi testada com dados. O estudo do WWF-Brasil faz justamente isso: coloca os números na mesa e pergunta se essa lógica se sustenta quando o cálculo considera não apenas o lucro das empresas, mas os custos e benefícios reais para toda a sociedade brasileira, incluindo saúde, clima e oportunidades perdidas.

Por que a metodologia usada muda tudo
O estudo aplica a Análise Socioeconômica de Custo-Benefício (ACB), do guia metodológico oficial do governo federal recomendado pelo Tribunal de Contas da União para avaliação de grandes investimentos públicos. A diferença em relação a uma análise financeira convencional é fundamental: em complemento à análise de rentabilidade privada, a ACB mede o que a sociedade ganha ou perde com cada escolha, colocando na conta os impactos que o mercado não precifica, como os danos climáticos de secas e enchentes, os prejuízos à saúde pública e as consequências de longo prazo para o país. Para garantir que os resultados se mantenham mesmo em diferentes cenários de preço e risco, foram realizadas 10.000 simulações, comparando real por real, energia por energia e litro por litro. 
16/12/2014

Curiosidades - Berlim tem o primeiro supermercado sem embalagem do mundo

Mistura Urbana - Inovador e revolucionário, assim podemos dizer do primeiro supermercado sem embalagem do mundo em Berlim. Essa super iniciativa, na verdade é um ideia que se encaixa perfeitamente com a sustentabilidade, e a harmonia com a natureza. Substituindo caixas tradicionais e sacolas plásticas, o “Original Unverpackt” é um lugar completamente sem embalagens e que foi inaugurado recentemente.
16/11/2014

Futuro Energético - Documentário em 4 episódios

O Planeta terra é extraordinário... A criação de energia é feita das mais variadas formas com os mais variados recursos! A partir de uma plataforma de petróleo offshore no Golfo do México, Sanjayan olha para a abundância de combustíveis e energia do planeta e em todos os aspectos da vida na Terra. Desde o vento, a água, o sol, vulcões e furacões, desde as mais pequenas células até às árvores mais altas, a Terra tem a energia natural para alimentar o planeta, mas a humanidade não a está a usar da forma mais correta. O que é que os seres humanos podem aprender a partir da criação do mundo natural e o que irá ajudar na criação de energia?


Episódio 1 - O Planeta Energético
09/11/2014

Crise de energia e de água traz à tona desperdício nacional

Economia. Domingos Filho, síndico: “Pode ficar sem chover seis meses que temos água sem gastar nada da Cedae" - Gustavo Stephan
Karla Mendes, O Globo - “Águas são muitas; infinitas. Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo!” A impressão de Pero Vaz de Caminha de que os recursos hídricos brasileiros são inesgotáveis foi imortalizada em carta enviada ao rei de Portugal, D. Manuel, em 1º de maio de 1500, e perdura no imaginário de boa parte da população brasileira, 514 anos depois.
E esta noção equivocada — que vê um bem finito como infinito — orienta a relação de muitos cidadãos com os usos da água, afirmam os especialistas. Recurso, no caso brasileiro, é ainda a principal fonte de energia.

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