Visualizações


História: José Lutzenberger

Sobre o autor

Minha foto
Administrador - André Lima
Ver meu perfil completo

A história das coisas

Seguidores

A crise do capitalismo

Arquivos do Blog

Gestão Ambiental Teresópolis - Todos os direitos reservados. Tecnologia do Blogger.
Notícias sobre o ICMBio (Atualizado)
Carregando notícias...
Mostrando postagens com marcador vegetacao. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vegetacao. Mostrar todas as postagens
11/09/2026

Desertificação no Brasil e o aprofundamento das desigualdades sociais

Fonte: Reinaldo Dias, (Ecodebate)
- Em 25 de agosto de 2026, durante a 17ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, realizada em Ulan Bator, na Mongólia, o Brasil apresentou sua primeira Meta Voluntária de Neutralidade da Degradação da Terra. O compromisso reúne 17 submetas e alcança cerca de 3,67 milhões de quilômetros quadrados, equivalentes a 43,1% do território nacional. A dimensão impressiona, mas precisa ser compreendida corretamente. Aproximadamente 95,5% dessa extensão correspondem a áreas nas quais se pretende evitar o surgimento ou o agravamento da degradação. A recuperação ou restauração propriamente dita deverá abranger cerca de 163 mil quilômetros quadrados até 2030.

O anúncio ocorre em um momento no qual a degradação dos solos deixa de ser vista como um problema restrito ao interior do Nordeste e passa a ocupar uma posição estratégica nas discussões sobre clima, água, biodiversidade e produção de alimentos. Essa mudança já estava presente no Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca 2025–2043, lançado em março de 2026. O plano procura articular políticas ambientais, agrícolas, hídricas e sociais, reconhecendo que a perda da capacidade produtiva da terra amplia vulnerabilidades que atingem milhões de pessoas.

A desertificação não transforma necessariamente uma região em um deserto coberto por areia. Trata-se da degradação das terras secas provocada pela combinação entre variações climáticas e atividades humanas.
03/08/2026

Pesquisa global reafirma que arborização urbana salva vidas

Um estudo com dados de 20 anos e mais de 11 mil cidades mostra que plantar mais verde nas ruas poderia ter evitado 1,16 milhão de mortes por calor e isso muda a forma como eu olho para a árvore da minha esquina

Fonte: Henrique Cortez, (Ecodebate) - Pesquisadores da Universidade Monash cruzaram duas décadas de dados climáticos e de mortalidade em 53 países e chegaram a um número que ainda me deixa sem fôlego: aumentar a vegetação urbana em 30% poderia ter reduzido em mais de um terço as mortes relacionadas ao calor no mundo. Eis o que esse dado significa na prática e por que ele me fez repensar o valor de uma simples árvore de calçada.

Uma manhã quente demais para ser normal
Tem dias, no meio do verão, em que a gente sai de casa e o calor bate diferente. Não é só desconforto, é como se o ar tivesse peso. Eu senti isso de novo há pouco tempo, andando por uma rua sem sombra nenhuma, com o sol batendo direto no asfalto Por que essa rua é tão mais quente do que a de duas quadras atrás, cheia de árvores?

O estudo que coloca números onde havia só intuição
Um grupo de pesquisadores liderado pelo professor Yuming Guo, da Universidade Monash, na Austrália, decidiu medir algo que muita gente já suspeitava, mas ninguém tinha calculado em escala global: quanto de vegetação a mais nas cidades seria necessário para reduzir as mortes causadas pelo calor extremo.

O trabalho, publicado na revista científica The Lancet Planetary Health, analisou duas décadas de dados, de 2000 a 2019, em mais de 11 mil áreas urbanas espalhadas por 53 países.
08/07/2026

Cerrado perdeu 38% de água em rios e lagoas

Levantamento e Análise da Importância Hidrológica do Cerrado
75% dos municípios perderam superfície de água em corpos hídricos naturais e 71% viram áreas de reservatórios aumentarem; mudança foi mais acentuada no sul do bioma e no Matopiba.

Fonte: Lucas Guaraldo (Ecodebate /IPAM) - A área de corpos hídricos naturais do Cerrado, como rios e lagoas, diminuiu 38% desde 1985, uma redução de cerca de 348 mil hectares, aponta levantamento coordenado por pesquisadores do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) para a quinta coleção do MapBiomas Água. No mesmo período, corpos hídricos antrópicos, como reservatórios e barragens hidrelétricas, passaram a ocupar uma área 87% maior, com um acréscimo de 496 mil hectares.

Segundo os pesquisadores, a crescente concentração da superfície de água em áreas artificiais representa um risco para o funcionamento dos ecossistemas da região e para o reabastecimento das reservas do bioma, fundamentais para a segurança hídrica de todo o país. Ainda, a expansão das hidrelétricas entre 1985 e 2025 resultou no alagamento de 312 mil hectares de vegetação nativa, área mais de duas vezes maior que a da cidade de São Paulo.
21/05/2026

A importância ecológica dos ambientes ciliares

Fonte:Afonso Peche Filho (Ecodebate) - Os ambientes ciliares constituem formações ecológicas associadas às margens de rios, córregos, nascentes, lagos e demais corpos d’água, ocupando uma faixa de transição altamente dinâmica entre os ecossistemas terrestres e aquáticos. Sua importância não se resume à presença de vegetação junto à água. Na realidade, trata-se de ambientes funcionalmente complexos, nos quais interagem solo, relevo, água, flora, fauna, serrapilheira, microrganismos e processos hidrológicos, biogeoquímicos e ecológicos. Por essa razão, compreender a importância ecológica dos ambientes ciliares exige superar uma visão simplificada de “faixa de proteção” e reconhecê-los como sistemas vivos essenciais à integridade da paisagem.

Do ponto de vista ecológico, os ambientes ciliares exercem papel estruturante na organização funcional das bacias hidrográficas. Isso ocorre porque sua posição na paisagem faz com que recebam, filtrem, retardem, transformem e redistribuam fluxos de água, sedimentos, nutrientes e organismos. Tudo aquilo que se processa nas áreas mais altas e produtivas da bacia tende, em alguma medida, a repercutir nas zonas ciliares. Assim, esses ambientes funcionam como espaços de convergência ecológica, onde se expressam tanto os efeitos positivos de um manejo conservacionista quanto os impactos acumulados da degradação ambiental. Sua condição, portanto, pode ser entendida como um indicador sensível da qualidade ecológica do território.
25/05/2015

IBGE disponibiliza informações sobre a vegetação do Brasil

Formato digital da história da vegetação brasileira tem como base os projetos Radam (Radar da Amazônia), iniciado em 1970.

IBGE - A vegetação brasileira ganhou um banco de dados digital. O objetivo de disponibilizar as informações é de possibilitar a comparabilidade com produtos mais atuais, o conjunto de informações históricas sobre a vegetação do Brasil, produzido nas décadas de 70 e 80.
O formato digital da história da vegetação brasileira, lançado nesta quarta-feira (20) pelo IBGE, tem como base os projetos Radam (Radar da Amazônia), iniciado em 1970, e Radambrasil, fruto da expansão do projeto original para todo o território nacional, em 1975.
19/10/2012

Código Florestal: o que restou?

Roberto Malvezzi, Ecodebate - O Código Florestal brasileiro nasceu em 1934. Ali está seu nervo central. Mas, já nasceu pela preocupação de tantos naturalistas que, já naquela época, sabiam perfeitamente da interface das florestas com ciclo das águas, inclusive de sua agressividade a terrenos e territórios desprovidos de vegetação, provocando enchentes e erosões. Era também a manifestação do cuidado com as florestas, já em processo de dizimação.

Pesquisar neste blog

Notícias sobre o IBAMA (Atualizado)
Carregando notícias...

Áreas de interesse

Notícias sobre o Ministério do Meio Ambiente (Atualizado)
Carregando notícias...