Visualizações


História: José Lutzenberger

Sobre o autor

Minha foto
Administrador - André Lima
Ver meu perfil completo

A história das coisas

Seguidores

A crise do capitalismo

Arquivos do Blog

Gestão Ambiental Teresópolis - Todos os direitos reservados. Tecnologia do Blogger.
Notícias sobre o ICMBio (Atualizado)
Carregando notícias...
Mostrando postagens com marcador ministerio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ministerio. Mostrar todas as postagens
31/07/2017

Perda do Cerrado é 50% maior que a da Amazônia

Primeiros dados oficiais de monitoramento do desmatamento no bioma revelam que, em 2015, houve uma redução de 9.483 km2

Giovana Girardi, O Estado de S. Paulo - O Cerrado teve, em 2015, uma taxa de desmatamento 52% superior à detectada na Amazônia. O bioma de árvores baixas e retorcidas, onde nascem alguns dos principais rios do País, perdeu naquele ano 9.483 km2, ou seis vezes a área da cidade de São Paulo, contra 6.207 km2 na Amazônia no mesmo período.
O dado oficial do governo federal, que foi divulgado nesta semana no site do Ministério do Meio Ambiente sem alarde, é o primeiro do monitoramento do bioma que começou a ser feito no ano passado e que, assim como ocorre com a Amazônia, será anual. Ainda não há uma série histórica completa, mas o levantamento indica uma queda nos últimos anos, em especial em relação a 2009, quando a perda foi de 10.342 km2.
07/07/2017

Novo Código Florestal contribuiu para aumento do desmatamento, diz ministro do Meio Ambiente

Segundo Sarney Filho  (esq.), desmatamento foi ascendente nos
últimos dois anos, mas já há sinais de que isso
está sendo revertido
Em seminário sobre cinco anos da lei, parlamentares alertaram para novos retrocessos para o meio ambiente

Cleia Viana / Câmara dos Deputados - O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, disse nesta quarta-feira (5) que o novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) foi uma das causas para o aumento do desmatamento no Brasil nos últimos dois anos. Para ele a concessão de anistia de multas por desmatamento ilegal levou à maior destruição de florestas. As declarações foram feitas no Seminário “5 Anos do Código Florestal: desafios e oportunidades”, promovido pela Frente Parlamentar Ambientalista, em parceria com o Observatório do Código Florestal e o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia.
Na avaliação do ministro, o aspecto positivo do código foi a criação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) – o banco de dados que armazena informações ambientais sobre as mais de cinco milhões de propriedades rurais do País. De acordo com informações do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), mais de 4 milhões de imóveis rurais já foram cadastrados no Cadastro Ambiental Rural.
07/03/2017

Quanto vale uma floresta

Quem são os empreendedores que estão investindo centenas de milhões de reais para fazer das matas nativas da Amazônia um celeiro de sustentabilidade ambiental e avançar sobre um setor que movimenta US$ 21,5 bilhões por ano no mundo

Dinheiro Rural - Desde 1974, o pecuarista Carlos Eduardo Ribeiro do Valle, 70 anos, é dono da fazenda Mutirão, uma área de 25 mil hectares no município de Paragominas, no nordeste do Pará. Como manda a lei ambiental, Valle sempre explorou apenas 20% da área, o equivalente a cinco mil hectares para a criação de gado. O resto é mata fechada, intocada. Apesar de sempre ter mantido sua propriedade dentro da lei, nos anos de 2007 e 2008, ele foi arrastado para o olho do furacão. Motivo: a Mutirão estava em uma região que encabeçava a chamada lista suja do desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, composta por 36 municípios, no caso, Paragominas. As cidades ficaram na mira da Polícia Federal e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em ações policiais contra a derrubada ilegal de árvores na Amazônia. “Era a época da Operação Arco de Fogo, com muita gente presa e inúmeras madeireiras ilegais fechadas”, afirma Valle. “Foi um tempo difícil, mas também um recomeço para a região.” Naquela época, Paragominas tinha 874 mil hectares desmatados e degradados, equivalente à metade de sua área total.
05/07/2016

Brasil e Alemanha assinam acordos de € 15 mi para o clima

Investimentos serão destinados ao projeto TerraMar e ao Programa Planos Setoriais, ambos do Ministério do Meio Ambiente
Portal Brasil com informações do MMA - Brasil e Alemanha assinaram, nesta terça-feira (28), dois acordos na área de meio ambiente, que garantirão 15 milhões de euros (R$ 55 milhões) para medidas voltadas à mudança do clima e à gestão da zona costeira do Brasil.

Os recursos serão doados pelo governo alemão e financiarão o projeto de Proteção e Gestão Integrada da Biodiversidade Marinha e Costeira (TerraMar) e o Programa Planos Setoriais. A Alemanha é parceira histórica do Brasil há mais de 45 anos.

Ambos os projetos durarão cinco anos e incentivarão o desenvolvimento ambiental, econômico e social do País. Em relação à mudança do clima, o Programa Planos Setoriais destinará 9 milhões de euros para gestão do conhecimento e para ações de redução de emissões de gases de efeito estufa em setores como energia e combate ao desmatamento na Amazônia.
24/03/2016

País desperdiça 36,4% da água disponível, diz Ministério do Meio Ambiente

Agência Brasil - No Brasil, 36,4% da água são desperdiçados e apenas 40,8% do esgoto são tratados, segundo o diretor do Departamento de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente, Sérgio Antônio Gonçalves. Ele participou nesta quinta-feira (24) de seminário promovido pela pasta para fortalecer o intercâmbio de informações sobre a gestão de recursos hídricos e subsidiar ações e políticas públicas no setor.

De acordo com informações do ministério, esse desperdício se refere às perdas no próprio mecanismo de disponibilização de água para o abastecimento público, devido a encanamentos velhos, por exemplo. Essas perdas acontecem antes mesmo de a água chegar às casas das pessoas.
19/11/2014

Fiquem atentos à divulgação do desmatamento de 2014

Marco Gonçalves, Mídia e Desmatamento na Amazônia - A divulgação da taxa oficial de desmatamento pelo Ministério do Meio Ambiente tem sido feita poucos dias antes das conferências anuais da Convenção da ONU sobre a Mudança do Clima – as chamadas COP (abreviação de conference of the parties), que ocorrem no final do ano. Em 2014, a vigésima COP do Clima está programada para o período entre 1o e 12 de dezembro, em Lima (Peru). Desta forma, a taxa oficial de desmatamento na Amazônia – estimada pelo INPE por meio do Prodes – dever ser divulgada antes do embarque da delegação do governo brasileiro para o encontro no país vizinho.
No ano passado, porém, alguns jornais denunciaram que a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, pretendia alterar esse padrão e fazer o anúncio da taxa de desmatamento de 2013 após a COP-19, realizada em Varsóvia (Polônia). Isso porquê, especulava-se, os dados do INPE apontavam um aumento expressivo no corte ilegal da floresta amazônica em 2013, algo entre 20% e 28%. Com o adiamento, o Brasil – que tem recebido loas mundo afora pelos resultados alcançados na redução do desmatamento na Amazônia – não enfrentaria o constrangimento de apresentar-se perante seus pares com uma notícia tão ruim.
18/02/2013

Trangênicos: a rotulagem e a flexibilização geral

A regulamentação do feijão transgênico e atentativa de se acabar com a rotulagem e monitoramento dos alimentos transgênicos indicam como está funcionando a lei de biossegurança no país, que favorece o interesse do agronegócio e não da população. ( Instituto Humanitas Unisinos e Revista Cidadania e Meio Ambiente - entrevista com José Maria Ferraz )

IHU ON-LINE – COMO AVALIA O PROJETO DE LEI 4148/08, QUE PROPÕE A NÃO ROTULAGEM DOS PRODUTOS TRANSGÊNICOS?

José Maria Ferraz – Os organismos geneticamente modificados – ou simplesmente OGMs – foram aprovados, à época, com uma série de considerações para poderem ser aprovados. Uma delas era o
monitoramento dos produtos após a liberação comercial, e outra era a rotulagem dos alimentos transgênicos. Essas foram as duas condicionantes para a aprovação de sua comercialização propostas pelos órgãos oficiais e por autoridades que instituíram a lei. No entanto, o Projeto de Lei 4148/08 prevê a retirada do monitoramento dos produtos transgênicos, e a não rotulagem dos produtos. O monitoramento já havia sido flexibilizado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança/CTNBio porque antes havia uma série de regras de monitoramento e, com a flexibilização, uma empresa pode pedir o não monitoramento do produto caso considerar conveniente. Então, não havendo monitoramento ou ocorrendo de forma muito flexível – ou ainda, se os produtos deixarem de ser rotulados –, não será possível estabelecer uma relação de causa e efeito no sentido de identificar se determinado produto está, ou não, causando algum efeito à saúde da população. Os produtos orgânicos, por exemplo, são rotulados e todo mundo gosta que assim seja. Então, por que não rotular os transgênicos, se se acredita que eles são bons? Não tem lógica não rotular, até por garantia de o consumidor poder optar se ele quer ou não comer determinado produto.
19/10/2012

BNDES tem R$ 560 milhões para financiar projetos visando a redução de emissões

Lucas Tolentino, Agência Brasil - O desafio de transformar a redução de emissões de poluentes em um atrativo para os diversos setores produtivos foi um dos assuntos abordados, na manhã desta sexta-feira (19/09), em Brasília, no seminário Urban Responses for Climate Change (Responsabilidades urbanas pelas mudanças climáticas, em tradução livre). O assunto foi abordado na palestra do secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Carlos Klink.
25/09/2012

MPF denuncia Petrobras por crime ambiental

Agência Brasil - A Petrobras foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, por derramamento de óleo da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio Iguaçu, na Baía de Guanabara e nos manguezais em seu entorno. O MPF também denunciou dois gerentes da Reduc por dificultarem a fiscalização dos órgãos ambientais e por se omitirem diante do fato.
13/09/2012

Conama aprova duas resoluções: Proteção às restingas e gestão de dragagem têm novos critérios

Martim Garcia - MMA
MMA, Paulenir Constâncio - Medida aprovada pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) em sua 107a reunião, encerrada nesta quinta-feira (13/09), em Brasília, estabelece novos critérios para orientar o licenciamento ambiental na Mata Atlântica para o Estado do Rio de Janeiro. Foram definidas as espécies da flora indicadoras da vegetação primária de restinga, típica da região. Uma nova resolução, também aprovada, define mecanismos de gestão ambiental para a dragagem em portos e vias fluviais. As resoluções foram negociadas nos últimos dois anos.
O secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Cavalcante, esclareceu que foram excluídas espécies vegetais presentes em diferentes biomas e que não caracterizam a restinga. O trabalho é resultado de reformulação de resolução anterior e poderá ser revisto sempre que necessário, explicou.
02/07/2012

MMA oferece financiamento para projetos de fortalecimento e capacitação para a produção sustentável, gestão ambiental territorial e promoção e aprimoramento econômico do setor agroextrativista.

Ministério do Meio Ambiente, Carlos Américo - O Programa de Apoio ao Agroextrativismo e aos Povos e Comunidades Tradicionais do Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou edital, no valor de R$ 500 mil, para financiamentos de projetos de fortalecimento e capacitação para a produção sustentável, gestão ambiental territorial e promoção e aprimoramento econômico do setor agroextrativista. Serão destinados até R$ 50 mil para projetos regionais e R$ 100 mil a nível nacional, a serem executados no prazo de seis meses.
O edital está estruturado em três bases temáticas: iniciativas de capacitação em produção sustentável, agroecologia e agrobiodiversidade, geração de renda e gestão ambiental do território para agricultores familiares, povos indígenas e povos e comunidades tradicionais; cadeias produtivas, mercados e iniciativas associadas ao agroextrativismo, à sociobiodiversidade e à agrobiodiversidade; políticas públicas de sustentabilidade sócio-econômica e ambiental para o agroextrativismo, agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais e povos indígenas.
25/05/2012

Governo recua sobre proteção de baleias e frustra ambientalistas

A expectativa de ambientalistas sobre o anúncio da criação áreas de preservação no arquipélago de Abrolhos, no litoral da Bahia, durante a Rio+20 (que ocorre em junho deste ano), foi frustrada após o Ministério do Meio Ambiente ressaltar que o processo ainda está em fase de discussão, o que não garante que as áreas sejam efetivamente criadas. Isso sem contar com os protestos da população que fizeram com que duas das consultas públicas fossem canceladas na semana passada, no Espírito Santo.
19/03/2012

BA e SC receberão três novas áreas de proteção ambiental

(Portal Terra) -O País vai ganhar mais três áreas de proteção ambiental: duas na Bahia e uma em Santa Catarina. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, os estudos já estão em fase de conclusão.
"Nós temos 21 unidades de conservação em estudo, das quais 18 dependem da aprovação dos governos estaduais. Três estão liberadas agora, depois de toda uma negociação. No estado da Bahia duas e no estado de Santa Catarina. Estão politicamente negociadas e tecnicamente construídas solidamente. Elas estão prontas para a proposta de discussão de criação", disse a ministra.

Pesquisar neste blog

Notícias sobre o IBAMA (Atualizado)
Carregando notícias...

Áreas de interesse

Notícias sobre o Ministério do Meio Ambiente (Atualizado)
Carregando notícias...